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terça-feira, 13 de maio de 2014

Lendas Urbanas - Capela

Fala galera!
Mais uma lenda urbana regional, e essa é bem pertinho de onde moro!

Imagem mais antiga da igreja.

O terreno, bem antes de surgirem os bairros operários, foi usado no século 19 para o sepultamento de um escravo açoitado até a morte.
O rapaz pagou com a vida por ter se rebelado contra o seu senhor. 
Ninguém sabe o nome do negro ou do fazendeiro.
Mas conta a lenda, geração após geração, que Para reformar o tumulo do escravo, foi cortada parte de uma goiabeira que existia no local e que os lavradores ao podarem a árvore para abrir a cova, imediatamente, o toco da planta “começou a chorar”.
E não era resina, não – dizem eles – eram lágrimas mesmo. 
Aplicadas em tumores e ferimentos provocavam curas instantâneas. 
Depois de um mês as lágrimas secaram. 
E foi de tristeza. Tudo porque uma mulher 
ambiciosa, que vendia quitutes resolveu vender as lágrimas milagrosas. A goiabeira de tristeza não chorou mais....
O fato tornou o terreno ponto de romaria. 
Ao lado da sepultura, foi construída a primeira capela da região, batizada de Santa Cruz do Fundão.

Testemunhas contam que até hoje, o espírito de um homem negro é visto nos fundos da igrejinha, onde está a sepultura. Por vezes, durante as romarias, era visto andando dentro da igreja, e outras vezes, sentado e rezando nos bancos.

Foto mais recente da igreja.
Sepultura e a goiabeira, no fundo da igreja. Imagem recente.




















Hoje, a igreja está abandonada.

sábado, 30 de março de 2013

Robert, O Boneco

Fala pessoal!
Essa história é meio antiga, mas acho ela bem maneira!
Aqui vai os relatos sobre esse brinquedo de criança!

Olha que bonitinho:
Quem quer levar ele pra casa?

"Em 1896, a escrava de um rico comerciante deu ao filho do seu dono um boneco de palha que, segundo consta, havia passado por um ritual de magia negra. O garoto Eugene batizou o boneco de Robert e, durante a sua infância, toda vez que algo ruim acontecia e a culpa recaía sobre Eugene, ele dizia que Robert havia feito isso.

Estranhos eventos começaram a ser relatados. Taças e talheres eram atiradas na sala de jantar, servos escondidos durante seus turnos da noite enquanto ouviam barulhos de roupas sendo rasgadas e papeis que eram amassados e jogados no chão em aposentos esquecidos da casa. Brinquedos queridos de Eugene começaram a aparecer multilados quando no profundo da noite se ouvia uma fina risada. 

O boneco se tornou companhia inseparável de Gene. Seu pai costumava ouví-lo constantemente falando com o boneco. Isso seria normal, se os pais não ouvissem Gene respondendo a si mesmo com uma voz completamente diferente da sua. Seus pais diziam ouvir risos do boneco e podiam jurar ver o vulto de Robert correndo pela casa.Vizinhos diziam ver Robert aparecer nas janelas, quando a família estava fora. 

Gene começou a ter pesadelos e acordar gritando. Quando seus pais entravam no quarto encontravam-no com móveis virados, e o menino encolhido com medo e o boneco nos pés da cama sentado. "Foi o Robert!", Gene murmurava.O boneco foi colocado no sótão e ficou lá por anos.

Quando os pais de Gene morreram ele redescobriu Robert no sótão. A esposa de Gene sentia-se desconfortável, até que um dia cansou-se do olhar incômodo do boneco e o devolveu ao sótão. Gene ficou chateado e exigiu que Robert tivesse um quarto só para ele, de onde pudesse ver a rua pela janela. Pouco depois a sanidade de Gene começou a diminuir.


A Sociedade Paranormal da Flórida
registrou que Robert tem uma aura!

Os cidadãos de Key West relatavam ver Robert na janela rindo. Crianças evitavam passar perto da casa com medo do olhar maligno do boneco. Visitantes diziam ouvir passos no sótão e estranhas risadas, ate que após um tempo as visitas cessaram na casa de Gene.

Conforme Eugene envelhecia, foi ficando extremamente abusivo com Anne, sendo descoberto depois que ela chegou a ser trancada diversas vezes no cubículo debaixo da escadaria várias vezes ao dia. Após a morte e enterro de Eugene, Anne foi para casa de sua família em Boston e colocou sua casa para alugar. 

Robert foi redescoberto no sótão pela filha de 10 anos dos novos proprietários da casa. Pouco tempo depois a menina começou a se queixar que Robert a torturava e infernizava sua vida. Mesmo após 30 anos ela continua a afirmar que "A boneca estava viva e queria matá-la".

Robert, ainda vestido em sua roupa branca de marinheiro está hoje em exibição no Key West Martello Museum. Funcionários do museu continuam a relatar estranhos fenômenos atribuídos a Robert: pessoas com marca-passos que param de funcionar na sua frente, assim como máquinas fotográficas (as autoridades do Museu gastaram 6 rolos de filme e muitas pilhas e só conseguiram uma meia dúzia de fotos para divulgação). Curadores do Museu reportaram terem visto Robert mudar de posição durante a noite, mesmo estando atrás de uma jaula de vidro. Pessoas que vão ver Robert também contam pasmas terem visto suas expressões faciais mudarem diante de seus olhos."

Há quem diga que não se passa de uma lenda urbana, mas acreditam realmente que o boneco é assombrado.
Tirem suas conclusões, mas na minha opinião, o boneco não é normal.

Quem quiser visitar o site oficial do boneco, clique no link abaixo:

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Livro "Slender Man"

Galera, quando vi no blog do amigo Pedro, o Fear of Slender, o livro do Slender Man, não me contive e comprei o dito cujo.
E pra minha alegria, chegou!!


Pois bem, pra quem talvez ache que o livro é enrolação e tal, engana-se.
O escritor A. G. Olyver caprichou mesmo. A história é real, e é um mergulho na lenda do Slender Man.
O livro é dividido em duas partes, na visão de dois irmãos, um mora na Alemanha e outro no sul daqui do Brasil. Conta-se de onde surgiu a lenda do Slender, tem várias fotos e relatos de arrepiar mesmo!

Pena que o livro é curto, com aproximadamente 90 páginas, mas são 90 páginas de apreensão total.
Não quero contar muito e ser estraga prazer e revelar algum spoiler, mas acredite: após ler esse livro, a maneira como encaramos essa "lenda" muda totalmente. Talvez explique porque vários relatos mostram pessoas esquizofrênicas falando no Slender.

Claro que é altamente indicado, e uma leitura única que nos coloca em frente e na presença do Slender Man! Conselho de quem já leu o livro: COMPRE! E apenas para tira-gosto, um trecho da contra capa do livro:

"Depois de uns dois minutos andando, ouvi um som atípico; parecia um ronco leve, como se alguém respirasse com certa dificuldade. Segui o barulho, mas dei em uma cerca de metal. Não tinha nada ali. Pensei em voltar e chamar Otto para ajudar na procura, mas certamente quando regressássemos já teria desaparecido para sempre.
Quando me virei para voltar...
Ainda me lembro, dá-me calafrios.
Um homem, muito alto, mais de 2 metros de altura com certeza, comprido como os mais altos jogadores de basquete, vestido de terno, permanecia parado entre as árvores. Estava escuro e não pude ver seu rosto, mas sua visão foi o suficiente para que ficasse paralisado. Nunca fui vítima de um horror tão grande. Sentia que qualquer movimento meu, seria o gatilho para que avançasse sobre mim. A mesma sensação que sentimos ao nos depararmos com um predador ou um animal venenoso..."

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

My Chemical Romance - The Black Parade


Pessoal, tenho que ser sincero: sempre curti bandas que pegam determinada ideia ou história, e baseiam um álbum todo nessa ideia ou história.
Tipo o genial David Bowie, na época do clássico "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders from Mars", lançado em 1972. Nos próximos posts vou falar deste clássico atemporal.
Ou então como o disco mal compreendido do Lou Reed e Metallica, "Lulu" (já falei dele aqui).


No caso do disco deste post, é uma banda famosa, porém mal interpretada.
O My Chemical Romance, banda de New Jersey, formada em 2001, é geralmente rotulada como uma banda "Emocore", o que é erradíssimo. A influência é clara que contém elementos de Rock Alternativo, Post-Hardcore e Punk. E como o vocalista Gerard Way já afirmou, eles se inspiram em filmes, geralmente de terror, para compor seus discos, e disse odiar o estilo "Emocore".

Já lançaram 4 discos: "I Brought You My Bullets, You Brought Me Your Love", de 2002, "Three Cheers for Sweet Revenge", de 2004, "The Black Parade", de 2006 e "Danger Days: The True Lives of the Fabulous Killjoys", de 2010.
Todos eles são baseados em determinadas histórias, mas no caso deste post, é sobre o álbum de 2006, "The Black Parade", que vou falar.

Variáveis da capa: a capa clara foi lançada aqui no Brasil.

Em entrevistas, Gerard Way contou que se inspiraram nos seguintes álbuns como influências: "A Night at the Opera" de Queen, "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" de The Beatles, "The Wall" de Pink Floyd e "Mellon Collie and the Infinite Sadness" de The Smashing Pumpkins. Claramente, álbuns clássicos, altamente trabalhados, e no caso do disco do The Smashing Pumpkins, sombrio.

A banda My Chemical Romance.

O disco conta a história de um paciente que está morrendo de câncer no hospital.
O paciente começa a se lembrar de todas as coisas em sua vida, desde quando era criança, quando seu pai o levou para ver um desfile. Então ele começa a se recordar das coisas que fez, a conversar com as pessoas próximas à ele, até ter visões de morte, com a chegada da 'parada negra'.

A idéia da 'Parada Negra' é muito bem
bolada: o topo do post tem a imagem da parada completa,
que é a arte do encarte do disco.

O disco conta os dramas e medos do paciente, de sua doença, de suas crenças e do medo de ir para o inferno. É realmente uma história tortuosa, porém muito bem elaborada, que prende quem está ouvindo. Segue a tracklist do disco:

1 - The End
2 - Dead!
3 - This is How I Disappear
4 - The Sharpest Lives
5 - Welcome to the Black Parade
6 - I Don't Love You
7 - House of Wolves
8 - Cancer
9 - Mama
10 - Sleep
11 - Teenagers
12 - Disenchanted
13 - Famous Last Words
14 - Blood" (faixa escondida)

Indico quem quiser adquirir o álbum, que ouçam e acompanhem com as letras, para um melhor entendimento. E é estranho, porém vou falar disso: o disco foi gravado no estúdio Canfield-Moreno Estate, em Silver Lake, Los Angeles. Também conhecido como Paramour Mansion, é conhecida como uma mansão extremamente mal-assombrada.

A Paramour Mansion, imponente... e assombrada.

Não tenho muita certeza, mas os próprios membros da banda contam quem aconteciam muitas coisas obscuras dentro da mansão durante a gravação do disco, como o vocalista Gerard Way acordar a noite e sentir que tinha alguém (ou alguma coisa) apertando sua garganta, e daí nasceu a música "Sleep".

A banda em frente à mansão: pesadelos e fatos inexplicáveis.

O irmão de Gerard, Mike Way, entrou em depressão, e os membros da banda decidiram retirá-lo da mansão. Fora as torneiras que se abriam sozinhas, nos banheiros, e uma pintura de um anjo que havia acima da lareira. E a parte inferior da pintura estava escondida, e os membros da banda moveram o quadro para ver a pintura inteira, revelando que havia um demônio na arte, abaixo do anjo. Claro que o ambiente da mansão se deixou transparecer na sonoridade do disco, conscientemente ou não.

Enfim, é um ótimo disco, é denso, muito bem trabalhado e acredito ser o melhor trabalho do My Chemical Romance. Ouçam o álbum e se deixem levar pela 'Parada Negra'!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Amigo Imaginário

Olha, encontrei essa imagem no Facebook, e confesso que achei bem... doentia.
O que vocês me dizem??


"Essa é Lisa. Ela é minha amiga.
Mamãe e Papai não conseguem vê-la, então eles dizem
que ela é uma amiga imaginária.
Lisa é uma amiga legal."

Óculos de Raio-X

Fazia algum tempo que não postava mais histórias de terror ou creepypastas, mas encontrei algumas dá hora! Segue essa que achei bem maneira no blog Caçadores de Medo, altamente indicado!

"Por um breve período, em 1971, uma empresa com base em Nova Jersey venderam como novidade óculos de "raio-x" através do correio via anúncios na linha dos quadrinhos Marvel.
Pessoas que viram seus televisores, enquanto usavam esses óculos relataram ter visto imagens que foram "infernais" ou "como o inferno". Deve notar-se que este fenômeno ocorria mesmo se as televisões em questão estivessem desligadas.
A empresa rapidamente saiu do negócio e as investigações revelam que o endereço da empresa levavam a um cemitério fundado muitas décadas antes de 1971."



quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Lendas Urbanas dos Games

Como já comentei da lenda de Sheng Long em Street Fighter II, nada mais justo que relembrar algumas lendas que também deram o que falar numa época que até os games tinham suas lendas urbanas... bons tempos...


Bem, em Sonic The Hedgehog 2 para Mega Drive/ Genesis, todos sabem que existe um código (cheat) para selecionar fases, mudar várias coisas na tela, enfim...
Mas uma dessas dicas muda a cor do Sonic, que fica verde com a cara preta! Chamado de Ashura pelos viciados no game, que pode ser da cor verde, às vezes verde para amarelo e outras vermelho.

Ashura: Super Sonic que rolou na grama...

Nada mais é que um bug na paleta de cores do game, e que na verdade se trata do Super Sonic, mas com cores alteradas.




Ah, essa todo mundo ouviu (e tentou fazer, aposto!)...
Nos games do Mário (desde o NES até os do SNES), diziam que se você pulasse a bandeirinha do final da fase, a fase continuava, tipo uma parte secreta (diga-se de passagem, o game já tem fase paca...).

Pule a bandeirinha e realmente encontrará... a morte!

Então, essa história é meio verdade, meio lenda.
Em algumas fases, você consegue pular a bandeira, essa é a parte verdadeira.
Mas não tem fase secreta, segue apenas a tela em scroll, e não dá pra voltar, ou seja, o pobre Mário fica preso nessa tela, e espera o tempo acabar.
Imagino qunatas pessoas tentaram pular a bandeirinha, e quando conseguiram, imagino a cara de triste da galera...




Como bem me lembrou meu amigo Davilão, do blog parceiro O Faixa Branca, esse ninja deu o que falar em Mortal Kombat 1.
Todos achavam que Ermac era um personagem secreto, mas na verdade era um bug na paleta de cores dos ninjas Scorpion e Sub-Zero. 

Lendas urbanas surgiam... e os produtores do MK adoravam...

Tanto que na tela de ranking, aparecia o diagnóstico do erro como 'ERMAC', que nada mais é que uma abreviação de 'error macro' ou 'error machine'.
Mas os produtores adoraram a ideia, e inseriram Ermac como personagem real em outros games da franquia.




Essa história sempre foi tratada como lenda, mas para a surpresa geral... não é!!
O game ET para Atari, pode talvez ser considerado o pior game para o console.

Olha a carinha de desconsolado do ET...

Mas a empresa se empenhou tanto no game, que fez muitas (muitas mesmo!) cópias de ET, achando que venderia um monte... porém isso não ocorreu, as vendas foram ridículas, e enterraram milhares dessas fitas no deserto de Alamagordo, no Novo México.

Essas são algumas que eu lembrei, mas existem muitas mais... quem lembrar de mais alguma, me avise!


terça-feira, 16 de outubro de 2012

Street Fighter II - A Lenda de Sheng Long


Vamos começar do início de tudo...


No ano de 1991, fomos agraciados pela Capcom com o game Street Fighter II.
Jogabilidade formidável, gráficos excelentes, som animal... e devoradora de fichas da galera em peso.
Todo mundo sabia alguma coisa sobre o game: manhas para matar o M. Bison fácil, Shoryuken na bolinha do Blanka tirava um monte de energia do bicho verde, e por aí vai.
E como não poderia faltar, um final "diferente": caso terminasse o game sem perder nenhum round, após o final do personagem, aparecia um final alterado, que aparece os personagens desferindo golpes nas caixas de madeira, e aparecendo fotos dos programadores do jogo.

O início da lenda: quem é Sheng Long?

Mas uma coisa que nunca foi bem explicada é que, após derrotar os adversários, nas famosas fotos com as frases de cada lutador, Ryu diz: "You must defeat Sheng Long to stand a chance (você precisa derrotar Sheng Long para ter uma chance)".

Derrotar quem?? Quem seria Sheng Long??

Parecia que estava tudo acabado... até que a revista americana EGM (Eletronic Games Monthly), renomada no mundo dos games, revelou uma bomba: no game Street Fighter II - The World Warrior, havia mais um lutador secreto... o mestre de Ryu e Ken, Sheng Long!
A página tinha os screenshots do personagem jogando Bison longe e desferindo um Shoryuken de fogo (diga-se de passagem, a Capcom adorou a ideia!).

Página da EGM: choque nos gamers!

Me lembro até hoje, que a notícia caiu como uma bomba pra quem jogava SF II.
Nunca vi ninguém lutar contra Sheng Long, mas sempre tinha uma pessoa que chegava e dizia: "um primo do vizinho do meu amigo lutou contra Sheng Long, e eu vi".

Um velhinho desferindo Shoryuken de fogo? Vish...

Porém, era uma tarefa árdua, somente para o melhor dos melhores:
Você poderia jogar apenas com Ryu, passar por todos os personagens ganhando de perfect (isso mesmo, sem levar nenhuma porrada), e pra completar com maestria, empatar 10 vezes (isso, 10 vezes) com M. Bison, sem levar e sem dar nenhum soquinho sequer.

Após o martírio, Sheng Long aparece, derrota Bison com um golpe só, e te chama pro quebra. Alguns diziam que era só isso, ganhou dele, aparecia o final normal. Outros que após derrotar Sheng Long, ele se tornaria um personagem jogável.

Imagine a quantidade de gente que queria enfrentar Sheng Long!
Fichas e mais fichas, histórias e mais histórias, tipo o cara que empatou 8 lutas, na nona perdeu e teve que ganhar na décima pra não perder o final...

Nem o famoso SF de rodoviária escapou disso: com uma versão diferente, chamada de "Street Fighter II' - Sheng Long Edition", apertando start para trocar de lutador, aparecia um personagem de cabelos brancos e roupa cinza... claro que não era o Sheng Long, mas a imaginação da galera voava longe...

Só o logo diferente já endoidava o povo...

... imagina então ver o personagem a direita da foto!

Claro que em Super SF II X - Grand Master Challenge, surgiu Akuma (Gouki), irmão de Sheng Long. Mas como a Capcom não liberou de primeira a informação da adição de Akuma logo de cara, o final de M. Bison continha uma frase que novamente alertou a galera: Bison cita que nem o "Ancient One (o antigo)" foi capaz de detê-lo. Quem era o antigo? Pra todo mundo era Sheng Long!!

"Ancient One"? Só podia ser o Sheng Long!
Ah, Capcom... nutrindo nossas fantasias...

Mas a história caiu em esquecimento (não de todo) e as pessoas desistiram de encontrar o Mestre dos mestres.
Alguns anos depois, saiu a continuação da série SF II: Street Fighter III - New Generation. Um belo game, graficos e sons melhorados... até que a mesma Eletronic Games Monthly chocou novamente a galera com mais uma página em sua conceituada revista: sob o título "Da Boss Is Back (O chefe voltou)", mostra novamente Sheng Long como personagem secreto do game.

Nova face do mestre: Dando as caras em SF III.

EGM mostrando o Sheng Long no novo game da série.

Com mais screenshots, desde a foto de Sheng Long, até trocando Hadoukens com Ryu, novamente enlouqueceu a molecada (não só a molecada) para enfrentar o derradeiro mestre.
Porém, agora era bem mais fácil enfrentar Sheng Long: era necessário dar final 6 vezes com Ryu.

Dois momentos marcantes: a face do mestre e
o especial selecionado na tela de versus...

... e largando dois Hadoukens no Ryu!
Momentos de medo!!

Beleza, com certeza, essa foi uma das maiores (senão a maior) lenda urbana sobre games. 
Ocorreu um problema na tradução dos dizeres de Ryu em SF II. Ao invés de "sheng long", era para ser "dragon punch", coisa que foi corrigida nos outros games.
Quem sabe jogar SF sabe que, dar perfect em todos os rounds é bem dizer impossível. E quanto a empatar 10 vezes com o Bison, todos sabem que no máximo, o game no arcade permite apenas 4 rounds. E a matéria na EGM não passou de uma pegadinha de 1º de abril, coisa que ninguém se deu ao trabalho de entender...

E como não poderia deixar de acontecer, aproveitando o barulho que teve a 1ª matéria, lançaram uma nova matéria junto com SF III.

Em SF IV, Gouken (ou Sheng Long?)
secreto, porém selecionável... de verdade!!
Mas depois de 15 anos, a Capcom nos trouxe alegria ao lançar Street Fighter 4, liberando Gouken (ou Sheng Long?) para nós, meros mortais, podermos dar umas boas porradas.

Com certeza, a lenda de Sheng Long se juntou a tantas outras lendas de games, que falarei também aqui no blog, talvez como a mais famosa de todas, e sempre será lembrada por quem é da 'velha escola'.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Username 666 - Nana825763

Esse vídeo já é meio antigo, mas achei muito dá hora, era pra eu ter postado a quase um ano atrás...
Mas a história do lendário usuário do Youtube "Username_666" assustou uma galera, na época que veio a público e tal, inclusive gente achando que o Capeta em pessoa (ou essência, espírito, ou o quer que seja...) tinha um canal no Youtube.

Bem, o vídeo abaixo é complicado...
Assistam ele e depois leiam abaixo.




"Essa história se passou no Japão e é muito curiosa. Reza a lenda que a um bom tempo atrás havia um usuário de youtube que tinha como Nickname:  666.
Quase nunca esse usuário postava algo… Na verdade ele nunca postava, afinal, o que ele planejava era muito mais interessante e bizarro. Eu não sei dizer se considero uma esquisita forma de manifestação artística ou problemas de uma mente sociopata mas, garanto que era bizarro.

O Usuário 666 criou uma forma perturbadora de vírus que travava o PC em sua página (canal pessoal do youtube) e ficava exibindo vídeos perturbadores que estavam postados lá. Está página pessoal modificava completamente o layout do youtube do usuário. Quanto mais a pessoa navegava pela página “bizarra” do youtube, mais o vírus impregnava o PC da pessoa, e assim, o layout ia ficando cada vez mais bizarro e pertubador. No estágio mais avançado deste processo, o PC começava a entrar em pane, não funcionava mais os botões do navegador da net como atualizar e fechar. Não tinha como usar o Crl + Alt + Del para tentar fechar por lá por que dava erro.

Por fim, o PC reiniciava como se nada tivesse acontecido e sem maiores problemas para o Usuário. Só aconteceria esse problema de novo se ele encontra-se a página pessoal do usuário 666.
Está história se propagou de forma absurda na net no Japão, afinal, havia um método para vc encontrar a página pessoal do usuário 666, afinal, assim que o Google detectou esse vírus, bloqueou o usuário.

Mas ainda assim, sendo um Hacker de primeira categoria, o usuário havia criado um jeito para que acessassem sua página secreta. Bastava se chegar no youtube e procurar o canal do usuário 666. Acabava-se encontrando uma página deletada por violações de uso, devido ao vírus. Então, bastava-se ficar atualizando o navegador diversas vezes, até que após MUITO tempo se chegava na página secreta do usuário e ao entrar, o vírus era ativado proporcionando a sensação pertubadora ao qual é sua especialidade."

Esse relato foi encontrado com as primeiras aparições do vídeo acima.
Bem, seria genial um japonês inserir um vírus dessa maneira, não?

Mas o usuário não é o "666", e sim um usuário de nome "nana825763".
"nana825763" posta uns vídeos muito sinistros, não se sabe se o usuário é homem ou mulher, mas enfim... mas virais a vista!

Confira mais um vídeo de "nana825763", este muito mais pesado...
Mas tem que diga que esse nick é um nick do Capeta mesmo... aí vai de cada um, certo?



Slender Man - Um Novo Relato

Olha, eu sei que o Slender Man é, sem sombra de dúvida, um dos maiores mistérios que rolam pela net. Depois de vários casos, já marretados por diversos sites, este é um caso novo.

Não se sabe maiores detalhes sobre o ocorrido, mas contam que a moça das fotos abaixo sumiu alguns dias depois que ela tirou estas fotos.

Não foi revelado o nome da moça, nem o local exato...




E pra quem quiser ver mais coisas estranhas, entrem no site abaixo: um site todo relacionado ao Slender Man!


O link é:

sábado, 7 de janeiro de 2012

Mistério Envolvendo o Avenged Sevenfold

Tenho que admitir que o Avenged Sevenfold é uma das poucas bandas mais recentes que eu gosto, eles tem um som bem técnico e trabalhado, pena que muitos dos fãs não entendem nada das letras, que são muito pesadas e complexas. Inclusive postei uma análise do seu último álbum, "Nightmare" (lembra? Clique aqui.) que é ótimo!

Mas está rolando uma teoria meio obscura...
O baterita da banda James "The Rev" Sullivan morreu em 2009, vítima de overdose.
The Rev escreveu algumas músicas para o álbum em questão, entre elas "Fiction".
Infelizmente não viveu o bastante para ver o lançamento do disco.


Essa capa é do 1º single do álbum que se chama "Nightmare" também.
Quem traduzir essa música, verá que é sobre uma pessoa que vendeu a alma para o diabo.
Aí que começa a história: dizem que The Rev vendeu sua alma, e que o diabo veio busca-la. E conspiradores de plantão dizem que tem uma imagem de The Rev na capa do single. Abaixo está onde aparece a suposta imagem:


Bem, na minha opinião: como a capa se trata de um desenho, e não uma foto, acho pouco provável que simplesmente tenha "surgido" essa imagem. Ou foi colocada propositalmente, ou é muita coincidência.
Mas enfim... cada um acredita no que acha melhor, certo??


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

A Lenda Sobre Paul McCartney (Paul is Dead)!

A lenda da morte de Paul McCartney, também conhecida como "Paul is dead" (Paul está morto), consiste basicamente em boatos de que o integrante dos Beatles teria morrido em um acidente (1966) e teria sido substituído por um sósia.


Os boatos começaram em 1966, logo após o lançamento do álbum Revolver, quando os Beatles pararam de excurcionar devido a dificuldade de tocar ao vivo os arranjos cada vez mais complexos e inusitados de suas músicas aliado a um acidente de motocicleta, sem maiores consequências, sofrido por Paul McCartney.

A Tese

De acordo com boatos Paul teria morrido em um acidente de carro às 5 horas da manhã de uma quarta-feira, dia 9 de novembro de 1966, quando teria sofrido um esmagamento craniano e/ou sido decapitado ao colidir com outro veículo por não ter observado o sinal do cruzamento fechar, conforme teria sido contado posteriormente na música A Day in the Life: "he blew his mind out in a car…he didn’t notice that the lights had changed" (ele estourou sua mente em um carro…não percebeu que o sinal havia mudado), ainda teria perdido seu rosto e seus dentes, por isso não teria sido possível a identificação do cadáver.

Para que o grupo não se desfizesse, uma vez que estava no auge do sucesso, a gravadora Capitol providenciou imediatamente alguém para substituí-lo. Surgiu neste cenário macabro, um tal de William Campbell, músico, quase tão talentoso quanto Paul e que havia ganho há pouco tempo um concurso de sósias. A verdade é que o rapaz nunca mais foi visto em sua cidade depois disso. John Lennon, que jamais aceitara a idéia da farsa, começou a espalhar dicas ou pistas subliminares para os fãs do grupo, sobre a morte do parceiro, nas famosas capas e nas letras dos álbuns da banda.

A notícia correu o mundo, virou obsessão de fãs-detetives durante anos, se transformou em livros, especiais de TV, sites e filme. Apesar de ser veementemente negado por todos os envolvidos, as inúmeras “evidências” pesquisadas mantém viva a lenda "Paul is Dead".

As dicas subliminares deixadas por John

- Na capa do "Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – 1967

Esta capa está recheada de mensagens subliminares. Todo o conjunto de elementos desta capa estariam retratando uma espécie de funeral (o de Paul) com todas aquelas pessoas olhando (note os arranjos de flores típicos de um funeral).


Um dos arranjos de flores forma o desenho de um baixo Hofner semelhante ao que Paul tocava, inclusive virado para a direita visto Paul ser canhoto, isto indicaria que é Paul o cadáver que acabou de ser sepultado. O baixo tem apenas três cordas ao invés de quatro, uma referência aos Beatles sem o seu quarto companheiro.


Outro arranjo onde aparentemente está escrito Beatles na realidade deve ser lido como "Be At Leso" ou "Fique em Leso". Paul teria sido enterrado na ilha de Leso.



Sobre a cabeça de Paul há uma mão aberta. Uma mão aberta sobre a cabeça é uma maneira de abençoar as pessoas que morrem. Isto se repetiria posteriormente conforme veremos.
Uma boneca da gravura da capa segura um carro de brinquedo. O carro seria do mesmo modelo do em que Paul haveria morrido.


Embaixo do T de Beatles na capa há uma pequena estatueta de Shiva, Deus Hindú da morte. A estátua aponta para Paul.


Na foto da contracapa todos os beatles olham para a frente, com excessão de Paul. Em uma foto do encarte Paul tem no braço uma insígnia onde está escrito OPD que no Canadá é sigla para "Officially Pronounced Dead" ou "Oficialmente Considerado Morto".
Se colocarmos um espelho no meio da palavra "heart"(horizontalmente), que está escrita no bumbo, aparece "HE DIE", algo parecido com "ele morre".


- No álbum "Magical Mystery Tour" – 1967

No final da música Strawberry Fields Forever se ouve ao fundo John Lennon dizer "I buried Paul" (eu enterrei Paul). Outro fato estranho, você observa nesta foto, do encarte, onde Paul é o único dos quatro Beatles que está com um cravo preto na lapela do paletó, enquanto os outros estão com cravos vermelhos.


Se você olhar a capa do disco em um espelho as estrelas onde está escrito BEATLES formam um número de telefone, 2317438.


Quando se ligava para este número na época em que o disco foi lançado se ouvia a mensagem "You’re getting closer" (você está chegando perto). Na realidade se tratava de uma menina bem humorada que havia aderido à brincadeira sobre a morte de Paul.

Na capa deste álbum Paul estaria vestido de morsa, um símbolo da morte em algumas culturas. Existem dúvidas sobre quem realmente está vestido de morsa na capa do álbum, John ou Paul?

A figura caracterizada como uma ave verde ou coisa parecida está usando um par de óculos parecido com o de John Lennon; na listagem das canções dentro do álbum em "I Am the Walrus" (Eu sou a Morsa) está escrita entre parênteses logo abaixo "No you´re not! Say Little Nicola!” (Não, você não é! Diga pequeno Nicola). Ora, se John está clamando ser a Morsa na música por que alguém iria dizer que ele não é tal criatura? Mais tarde no Álbum Branco, Lennon em sua música “Glass Onion” fala: "and here´s another clue for you all…the walrus was Paul…" (e aqui outra pista para vocês todos… a morsa era Paul). No clipe de George Harrison da música "When We Was Fab", canção nostálgica sobre os tempos de Beatles, Ringo Starr participa em vários instantes e, em determinado momento aparecem, George c/ a guitarra, Ringo na bateria… e a Morsa tocando seu baixo Hofner!

Ouvindo I Am The Walrus (lembre-se que Paul é a morsa da capa) surge a mensagem "oh untimely death" (oh morte prematura). A frase aparece sem a necessidade de inversão da música junta com muitas outras ao final da música, incluíndo: "bury my body" e "what, is he dead?". Estas frases fazem parte de uma execução via rádio da peça King Lear de Shakespeare. Lennon as utilizou na edição com propósito desconhecido…

Na foto central do encarte, na pele de resposta da bateria de Ringo está escrito "Love 3 Beatles" lembrando que os BEATLES agora são apenas 3.




- No "Álbum Branco” – 1968

Este álbum duplo marca o início da separação do grupo, marcado já pelos constantes desentendimentos, pela insatisfação de George com as poucas músicas que lhe são reservadas, e pela presença marcante de Yoko Ono. Como o nome do álbum diz, sua capa e contracapa são totalmente brancas, porém, o encarte traz imagens muito enigmáticas. No meio de um emaranhado de imagens fragmentadas e “aparentemente” sem nexo: uma foto de Billy Shears, apelido que os integrantes dos Beatles deram a William Campbell, o sósia de Paul.




Este álbum, a exemplo do que ocorre com quase todos da banda, contém também algumas mensagens audíveis. No final da música “I’m so Tired” existem murmúrios que soam como “Paul is dead, man – Miss him, Miss Him” ou “Paul está morto”, “Sinto sua falta”.

Na música Revolution #9, que seria sobre a morte de McCartney (o sobrenome tem 9 letras), há a frase "My fingers are broken and so is my hair" (meus dedos estão quebrados e meu cabelo também). Ao ouvir o verso "number nine" ao inverso surge a mensagem "turn me on dead man". Ainda ao inverso podem-se ouvir outras pistas, incluíndo "Let me out!". Seria McCartney gritando para sair de seu automóvel?

Nas fotos colocadas em várias partes do álbum duplo algumas curiosidades. Paul em uma banheira, com a cabeça para fora da água dando uma impressão assustadora de decapitação. Paul entrando em um trem ou em um ônibus e duas mãos "fantasmagóricas" prontas para leva-lo para o "outro lado" podem ser vistas atrás dele. Nas fotos em close dos 4 integrantes a de Paul revela a cicatriz da cirurgia plástica de Willian "Billy Shears" Campbell para aperfeiçoar sua semelhança com Paul. Mas obviamente a cicatriz faz parte do pequeno acidente de moto que Paul sofrera, cicatriz responsável também pelo bigode em Sgt Pepper.

- Na capa do "Abbey Road" – 1969

É sem dúvida a capa mais polêmica de todas e serviu de inspiraçao para "Paul is Dead", filme apresentado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em outubro de 2000, que revive o boato da morte do ex-beatle Paul McCartney, em 1966, quando a banda estava no auge. Alguns estudiosos realmente constatam diferenças nas músicas compostas por Paul, antes e depois de 1966.



Um carro parece vir em direção a Paul. Ou, como os ingleses dirigem na mão esquerda, parece que o carro já atingiu Paul e segue em frente. No outro lado, entre John e Ringo, um carro de polícia está parado. Parece estar atendendo a alguma ocorrência, como um acidente de trânsito.


Pés descalços: Paul é o único beatle de pés descalços. Há um costume de ingleses ser enterrado de pés descalços. Detalhe: seus olhos também estão fechados. Talvez uma das maiores ‘pistas’ deixadas na capa é Paul segurando o cigarro na mão direita, uma vez que era canhoto.

A placa de um fusca que aparece à esquerda traz a inscrição LMW 28IF. O LMW poderia significar a abreviação de "Linda McCartney Weeps" (Linda McCartney Chora) ou "Linda McCartney Widow" (Linda McCartney Viúva). O 28IF seria "28 years IF alive", o mesmo que 28 anos SE vivo, se referindo à idade de Paul à época do disco, se não tivesse morrido. Paul, na verdade, tinha 27. Mas, era o dito, em religiões indígenas a idade de uma pessoa é contada a partir da gestação. Então ela já tem 9 meses quando nasce. Logo, Paul teria 28 anos, na época.



Em 12 de outubro de 1969, uma rádio de Detroit teria recebido um telefonema de um ouvinte apontando para algumas pistas em músicas e capas de discos que indicavam a suposta morte. Após a ligação ele divulgou a lista e improvisou outras informações.

Os jornais locais levaram a sério a brincadeira e publicaram a lista, a notícia se alastrou de tal forma nos Estados Unidos que obrigaram Paul McCartney, em férias na Escócia, a vir a público desmentir o boato.

A partir de então, vários livros foram escritos, sempre com fatos novos adicionados à lista inicial, especulações foram surgindo sustentando a versão, mas o mais provável, claro, é que o próprio grupo teria contribuído com os boatos para melhorar a divulgação e aumentar as vendas dos outros discos dos Beatles.

Na época nenhum corpo totalmente carbonizado (o que explicaria o fato de não se poder identificar o corpo) foi encontrado, nenhuma ocorrência policial ou relato de autópsia de um fato tão incomum foi relatado, além de não haver nenhuma testemunha do acidente.

E aí?
Seria essa mais uma das lendas sobre músicos, ou apenas uma história muito bem bolada?