domingo, 8 de dezembro de 2013

Velvet Revolver - Contraband e Libertad

Fala galera!

Faz um tempinho que não falo de música, e esses dias eu estava escutando muito essa banda. Então lá vai um post de uma superbanda, o Velvet Revolver!!


Formada por Slash (guitarra solo), Duff McKagan (baixo, backing vocals), Matt Sorum (bateria, backing vocals), Dave Kushner (guitarra rítmica) e Scott Weiland (vocais, teclados).

Depois da debandada dos integrantes do Guns n' Roses, o futuro de Slash, Duff McKagan e Matt Sorum parecia nebuloso. Eles tinham em mente formar uma banda séria, um projeto que durasse. Fazendo apenas apresentações especiais, parecia que era o fim mesmo.

Mas essa galera tinha outros planos: cotar vários vocalistas de peso, já que não era qualquer um que aguentava o tranco de tocar com eles, e começaram a contata-los.

A banda parecia muito bem entrosada... mas por pouco tempo.

Dentre os escolhidos, o título de frontman da nova banda estava entre Sebastian Bach (ex-Skid Row), Ian Astbury (do The Cult) e Scott Weiland (ex-atual-ex Stone Temple Pilots).

Equanto Sebastian Bach agradeceu, mas não podia se juntar aos caras, Ian Astbury estava em estúdio com o The Cult, Scott Weiland aceitou de bom grado a oportunidade.
Slash mandou uma fita demo com instrumentais gravados para Weiland, que alguns dias mais tarde já devolveu com os vocais gravados. Aí fudeu!


Mas quem é Scott Weiland?
Ele foi um dos fundadores da banda de rock alternativo Stone Temple Pilots. A banda tem uma sonoridade excelente, porém seus membros (mais notoriamente Weiland) sempre entravam e saiam de clínicas de reabilitação de drogas e álcool. Depois de 5 álbuns, a desgastada relação entre eles levou ao fim (aparente) da banda.

Weiland é sem dúvida, um rockstar dos anos 70 na atualidade.
O jeito de cantar, a maneira como se porta no palco, e os abusos de drogas e álcool. Já chegou até entrar num bolão com os amigos para ver de que jeito iria morrer!

Voltando à música, Weiland escreveu as letras das faixas que se tornariam "Big Machine" e "Dirty Little Thing". Após o acerto entre as partes e gravado outras canções, Weiland foi preso por posse de drogas e poderia ficar apenas 3 horas no estúdio para gravação, e o restante numa clínica de recuperação.

Capa de Contraband.

O álbum "Contraband", lançado em 2004, foi muito bem recebido pelo público. Com faixas pesadas que remetem ao Hard Rock (nada a ver com o Guns n' Roses) e até mesmo Punk. Destaque para as faixas "Sucker Train Blues", "Headspace", a balada bem trampada "You Got No Right" e a sombria e pesada "Slither" (clipe abaixo).


Depois de três anos, o VR lançou seu segundo (e último disco até o momento) álbum: Libertad. 
Novamente, um ótimo disco, balanceando muito bem o peso e a técnica de seus músicos. Destaque para as faixas "She Mine", The Last Fight" (clipe abaixo), "She Builds Quick Machines", e "Pills, Demons & Etc.".

Capa de Libertad.

Ocorreram problemas no relacionamento entre Weiland e o restante da banda, e em um show em Glasglow (2008), Weiland declara que aquele era seu último show com o VR, e voltou para sua antiga banda, o Stone Temple Pilots.


Uma reunião entre eles está fora de cogitação.
Mas estão rolando alguns boatos que Corey Taylor (Slipknot, Stone Sour) assumirá os vocais da problemática banda.

Era uma banda pra marcar história, mas pelo comportamento dos membros, chegou ao fim, pelo menos por enquanto...

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