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quinta-feira, 27 de junho de 2019

Batman - Morte em Família

Salve, galera!

Trago aqui uma das histórias mais emblemáticas do Batman, a "Morte em Família".

Esse arco em questão se desenrola, de certa forma, até os dias atuais, já que sempre o Batman se lembra do ocorrido, e geralmente, termina em momentos de ódio descontrolado.

Vamos lá!

Capa da 1ª edição lançada no Brasil.

O segundo Robin, Jason Todd, não caiu nas graças dos leitores da DC Comics (fato esse nunca muito bem esclarecido, e não entendo bem porque dessa aversão ao personagem...), e ele era extremamente rebelde. Sempre questionava os métodos do Batman, mas percebe-se uma relação de "pai e filho" entre eles, já que essas reclamações constantes nos levam a entender isso.

Porém, um anúncio inusitado aconteceu: a DC explicou rasamente um conceito de uma história com o Coringa como vilão, e deu aos leitores a decisão, a ser votada por telefone:

"Robin morrerá porque o Coringa quer vingança, mas você pode evitar isso com um telefonema."


E a maioria decidiu que o Garoto Prodígio sucumbiria pelas mãos do Coringa.
Desenhada magistralmente por Jim Aparo (um dos meus desenhistas preferidos do morcego), e escrita por Jim Starlin (conhecido por seus trabalhos magníficos na Marvel), onde o enredo da história mostra Robin saindo do controle, ficando cada vez mais raivoso e se arriscando à toa.
E todos sabem que o Batman não age assim.

Capas do arco lançado nos EUA.

Ao mesmo tempo em que o morcego resolve tirar seu ajudante de atividade, Robin descobre a identidade de sua verdadeira mãe, que está vivendo no Líbano. E o Coringa, que está sem dinheiro algum depois de sua última estadia no Arkham (estadia essa que é resultado de outro clássico, "A Piada Mortal") resolve vender sua "reserva de emergência",  uma arma nuclear, um míssil Cruise, para terroristas.

E em qual local o palhaço vai realizar essa venda?
Líbano, claro.

A mãe de Jason Todd está envolvida nos planos do Coringa.
Jason Todd vai ao Líbano em busca da mãe.
Batman vai ao Líbano atrás do Coringa e nem imagina que Jason Todd está no país também.

Sacaram a trama?

No desenrolar dos eventos, a Dupla Dinâmica tenta impedir o Coringa de realizar seus planos (ou parte deles).
Mas em uma virada sinistra, o Coringa arrebenta o parceiro do morcego a golpes de pé de cabra, prende Robin e sua mãe em um barracão com uma bomba.


Batman chega tarde demais e o resultado é esse: talvez uma das imagens mais emblemáticas dos quadrinhos, e um dos eventos mais marcantes da carreira do Homem Morcego.


Claro que a história não termina assim. O enredo vai mais a fundo após a morte do Robin.
E claro, como disse, sempre existem referências a esse evento, tanto nos games quanto em filmes.

Filme "Batman vs Superman: A Origem da Justiça".

Game "Injustice: Gods Among Us", olha o pé de cabra!

A história já foi reimpressa algumas vezes no Brasil, mas uma edição de luxo que conta com um final alternativo (!!!!) é o sonho de consumo de colecionadores.


Vocês já conheciam essa história?
Já leram?
Caso não, arrume um jeito urgente de ler esse material!
Um conto excepcional do Batman!

terça-feira, 5 de agosto de 2014

DC Comics - As Melhores Sagas dos Anos 90

Fala galera!

O final da década de 80 e até meados da década de 90, foi uma época sangrenta para os personagens da DC Comics.
Ninguém escapou ileso, nem mesmo seus principais heróis.
Aqui nesse post segue o que é considerado histórias cruciais para a DC Comics, colecionadores e entusiastas.

Morte em Família


Em 1988, a DC Comics resolveu fazer uma enquete, que seria respondida por telefone, se Jason Todd, o segundo Robin, deveria morrer. Os votos a favor foram a maioria.
Desenhada magistralmente por Jim Aparo (um dos meus desenhistas preferidos do morcego), e escrita por Jim Starlin.

A história foi muito bem tramada, onde mostra Robin saindo do controle, ficando cada vez mais raivoso e se arriscando à toa. E todos sabem que o Batman não age assim.
Ao mesmo tempo em que o morcego resolve tirar seu ajudante de atividade, Robin descobre a identidade de sua verdadeira mãe, que está vivendo no Líbano, e o Coringa está em posse de uma arma nuclear, um míssil cruise, e pretende vendê-lo para terroristas. E em qual local o palhaço vai realizar essa venda?


Sem intenção, Batman se encontra com Robin e a mãe dele no Líbano, e tentam impedir o Coringa de realizar seus planos (ou parte deles). Mas em uma virada sinistra, o Coringa arrebenta o parceiro do morcego a golpes de pé de cabra (essa cena é clássica, e sempre existem menções a ela em algumas histórias do Coringa), prende Robin e sua mãe em um barracão com uma bomba.


Batman não chega a tempo. E o morcego sai em busca de vingança, sendo que até mesmo o Superman tenta impedir. E termina de uma maneira "mal resolvida", como o próprio Batman diz.


A Morte do Superman


Tida como a história mais importante de todos os tempos, a morte do Superman teve grande cobertura por parte da mídia. A venda da revista, nos EUA, começou a meia noite, e as lojas especializadas tinham lápides nas vitrines com o "S" estampado sangrando.


A história é simples: uma criatura surgida do nada, Apocalypse, começa a destruir tudo em seu caminho. Para tentar parar a criatura, a Liga da Justiça (da época, diferente de hoje) aborda Apocalypse, porém sem sucesso, e é massacrada.
Até que Superman chega e consegue, com muito custo, deter a criatura.
Mas o custo foi muito alto, e Superman morreu no processo.


Desenhada por Dan Jurgens, Jon Bogdanove, Tom Grummett, Brett Breeding e Rick Burchett, e escrita por Dan Jurgens, Louise Simonson, Roger Stern, Jerry Ordway e Karl Kesel.


Curiosidade: a cada parte da história, cada página contém uma certa quantidade de quadrinhos, mas em ordem decrescente. Por exemplo, no capítulo 4, são 4 quadrinhos por página, no capítulo 5, são 3 quadrinhos por página etc. No capítulo 7, são páginas inteiras com apenas um quadro, dando a impressão da grandiosidade e violência da luta.


A Queda do Morcego


A saga mais importante do Batman de todos os tempos. Sério!
Um vilão que surge do nada, chamado Bane, além de extremamente inteligente, ótimo estrategista e movido a base de uma droga chamada "veneno (hoje conhecida como Titã)" que o deixa muito mais poderoso, tem a ambição de ter Gotham City só para ele.


Então Bane traça seu plano: levar Batman ao limite.
Como fazer isso? Libertando todos os inimigos presos no Asílo Arkham, e fazendo Batman a lutar e combater sem parar, levando-o a exaustão total.
E ele consegue fazer isso. E realiza o que sempre falou: quebrar o morcego.


Nesse meio tempo, Batman e o terceiro Robin, Tim Drake, treinam um jovem chamado Jean-Paul Valley, conhecido por Azrael, que se juntasse aos combatentes do crime. Mas com o Bruce Wayne gravemente ferido, Jean-Paul assume o manto do morcego.


Porém ele se torna muito violento, faz alterações na roupa do Batman, que se torna uma armadura. Tudo isso culmina no retorno de Bruce Wayne, que volta a assumir seu capuz.


Detalhe: A Queda do Morcego se passa durante a Morte do Superman.
O novo Batman aparece durante o Retorno do Superman e o Crepúsculo Esmeralda.


O Retorno do Superman


Após os eventos da morte e funeral, quatro indivíduos dão as caras afirmando ser o Homem de Aço: Um cara com armadura e marreta chamado Aço; um garoto bad boy chamado Superboy; um Superman violento, chamado de "o último filho de Krypton", que na verdade era o Erradicador, um antigo inimigo; e o "Homem do Amanhã", que dizia ser o Superman reconstruído com partes robóticas (conhecido hoje como o vilão Superciborgue).


Após muitas batalhas, o que levou a destruição total da cidade do Lanterna Verde Hal Jordan, Coast City, o verdadeiro Superman ressurge, e que na verdade não havia morrido; apenas "descarregado", e estava em animação suspensa na Fortaleza da Solidão.


Com o Superman verdadeiro de volta, novos aliados, e os vilões derrotados, restara apenas velar pela cidade de Coast City destruída.


Crepúsculo Esmeralda


Coast City foi destruída. Todos os familiares e amigos de Hal Jordan se foram.
Hal queria apenas trazer sua cidade de volta, já que o anel energético se limita apenas a força de vontade do portador. Mas os Guardiões de Oa não ficaram contentes com a atitude de Hal, e pediram que ele levasse o anel de volta para Oa, a terra dos Lanternas Verdes.


Hal Jordan partiu para Oa... mas não para devolver o anel.
Consumido pelo desejo de trazer tudo o que ele mais amava de volta, destruiu toda a tropa dos Lanternas Verdes, inclusive a última e desesperada alternativa dos Guardiões: Sinestro, que recebeu um anel verde para parar Jordan.


Após destruir todos, Jordan finalmente se funde a bateria central de Oa, a fonte de energia dos Lanternas Verdes, e se torna Parallax. Após esse evento, é escolhido um novo (e último) Lanterna Verde, e os poderes de Parallax darão início a outra saga.



**********

Como disse no começo do post, a DC Comics não perdoou seus personagens, e em um futuro post falarei da "Zero Hora", a sequência do Crepúsculo Esmeralda, o destino de Parallax e o futuro do Universo DC.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Harley Quinn - Arlequina

Fala galera!

Entre tantos vilões, tantos doidos espalhados pelos quadrinhos, os vilões do Batman realmente se destacam. E dentre eles, sem dúvida, o Coringa. Ele não tem superpoderes, não é bombadão. Ele simplesmente é psicótico ao extremo. E com o passar dos anos, foi piorando.


Então, o que esperar de um parceiro do Palhaço do Crime?
A  Arlequina se acertou muito bem nesse papel. Mas ela tem uma diferença com o Coringa: ela realmente parece que não quer fazer nada de fatal com seus planos.

Harleen Frances Quinzel, seu nome original, foi uma psiquiatra no famoso Asilo Arkham. Com notas invejáveis, também era uma excelente ginasta. Durante sua estadia no local, ela foi aos poucos, se envolvendo com um de seus pacientes. É, o Coringa.
Mas aí que realmente surge a dúvida: será que o Coringa apenas a usou pra escapar do asilo, ou o Coringa realmente sentiu algo por ela (mesmo que por poucos minutos...)?

Então o risonho doido leva a Dra. Harleen até uma fábrica de resíduos químicos e faz com ela o que o originou: a atira em um tonel de produtos químicos.
E assim surge a Arlequina (Harley Quinn, no original, um trocadilho que o Coringa fez com o nome dela).


A sequência do "acidente" com a Dra. Harleen.

Detalhes sobre a Arlequina:
- Ela apareceu primeiramente como personagem da série animada do Batman.
Claro que sua origem foi diferente, já que ela não caiu no tonel químico.

Arlequina em "Batman - Animated Series"

- Ela não foi a primeira vilã a usar o nome "Arlequina" no Universo DC!
A primeira foi Molly Mayne, e era chamada de Arlequim. Foi vilã da Era de Ouro da DC, e inimiga do Lanterna Verde Alan Scott.

A primeira Arlequina.

- Na reviravolta (na minha opinião, necessária, e vale muito a pena acompanhar a DC agora) "Os Novos 52", a Arlequina ganhou a origem que contei acima, já que anteriormente, ela apenas pintava o rosto e continuava loura. Hoje, tem os cabelos metade azuis, metade vermelhos e a pele naturalmente branca, devido ao banho químico que tomou.

Uma das capas da edição do Esquadrão Suicida.

Ela foi presa, e o Coringa a abandonou. Então ela faz parte da equipe governamental Esquadrão Suicida, onde trabalha com outros criminosos para tentar se redimir dos crimes cometidos. Entre eles, o Pistoleiro e o Tubarão-Rei. Antes ela tinha uma vontade absurda de encontrar o seu Senhor C. Mas com os eventos rescentes, ela agora quer matar o Coringa, já que este tentou mata-la.

Arlequina e o Esquadrão Suicida.

E no início de 2014, a Arlequina ganhou um título próprio nos EUA.
Com seu comportamento de doida, solitária, sexy e violenta, a sua revista juntamente com a revista do Batman, vendem quase mais do que todas as revistas da Marvel juntas!

Capa da edição "0" de Harley Quinn.

O sucesso não é por acaso.
Aproveitem pra conhecer essa vilã, e leiam também sobre ela na revista Esquadrão Suicida, que já são e foram lançadas no Brasil. Enquanto aguardamos a chegada do título solo da Arlequina por aqui!

domingo, 27 de abril de 2014

Injustiça - Deuses Entre Nós

Fala galera!

Depois de jogar um pouco o game "Injustice - Gods Among Us", e me viciar um pouco no estilo de game que mais gosto (de porrada), tive que admitir que os criadores do Mortal Kombat se superaram. Que game! Que gráficos! Que jogabilidade! E um modo história de primeira, e que não foi à toa que ganhou como melhor game de luta de 2013.


E agora a Editora Panini traz ao Brasil o quadrinho "Injustiça - Deuses Entre Nós", inspirado no game.
Nos EUA, saiu primeiramente em versão digital, mas o sucesso foi tão grande que teve uma versão impressa logo depois. Eu particularmente não sou adepto de leituras online, curto ler o quadrinho na mão mesmo, sentir aquele cheirinho de novo e tal.


A história tem uma sacada de mestre, e acredito que pelo menos metade dos leitores de comics já pensaram: o que aconteceria se os heróis se cansassem da putaria de prender os bandidos, eles fogem e eles voltam a perseguir, e por aí vai?

À partir desse gancho, se desenrola uma história em que a principal vítima é o Super-Homem.
Não pretendo contar spoilers, mas preciso desenrolar um pouco do que ocorre.
Com um plano violento (muito violento, por acaso), nosso camarada Coringa faz o azulão de Metrópolis perder as estribeiras. E em uma cena que nunca imaginaríamos ver, o Super-Homem mata o Coringa.


E cansado de tantas guerras, mortes de inocentes ect., o Super-Homem decide acabar com todas as guerras ocorrendo no mundo. Do jeito dele.
Com o apoio de outros heróis, ele trilha um caminho para se tornar um verdadeiro ditador.
E para a nossa surpresa (mas nem tanto), o Batman não fica a favor do Super-Homem, e começa um motim para derrubá-lo.


A história se desenrola de maneira ótima, os diálogos são bem criados, sem muita enrolação, e os desenhos são excelentes, dando um clima muito sombrio.

Vou apenas deixar dois pontos de vista meus:
- Pra quem já leu "A Piada Mortal", onde o Coringa é o personagem principal, ele diz ao Batman:
"É preciso apenas um dia ruim pra deixar qualquer um louco". E é exatamente o que acontece com o Super-Homem.

- Vindo do Coringa, podia-se esperar qualquer coisa. Acreditem!

Já está nas bancas, com 196 páginas, e valor de R$22,90. Vale a pena!

domingo, 15 de dezembro de 2013

Retrospectiva 2013 - Quadrinhos

Fala galera!
Vou começar a retrospectiva deste ano, e um pouco do que li e ouvi.
E pra não deixar o post imenso, vou postar por partes.
E vamos começar pelos quadrinhos e mangás. Este ano foi muito promissor, e o ano que vem tenho certeza que será melhor ainda! Vamos nessa!

X-Men - Massacre de Mutantes

Lançado originalmente na década de 90, essa saga foi relançada em julho de 2013, encadernada em 260 páginas. Conta a história de um grupo de mutantes contratados para matar outros mutantes que vivem nos subsolos de Manhattan. Os X-Men vão intervir, com certeza, mas claro que haverão baixas pelo caminho.
Com participação do Thor, Quarteto Futuro e mostra o primeiro quebra entre Wolverine e Dentes-de-Sabre!



Deadpool nº 1 e nº 2

Tido como um dos mais carismáticos personagens da Marvel, o Comediante Carmim, Deadpool, contou com dois especiais nas bancas esse ano. Cada edição contando com 148 páginas, nos traz as loucuras e peripécias do personagem. Claro que com muitos tiros, facadas e confusão.
Entre a fuga de uma instituição mental, quebras com o Capitão América e uma missão em grupo com Wolverine e cia., as histórias são divertidas, tramas bem feitas, e mostram bem o estado psicológico doentio do Deadpool!





Batman - Saga Morte da Família

Marcando o retorno do Palhaço do Crime, as edições de Batman nº 13 até nº 17, nos traz a saga "Morte da Família". O Coringa está com um visual muito mais perturbador, com a própria pele do rosto usada como máscara, e muito mais violento. As histórias estão muito sombrias, e desenhadas magistralmente por Greg Capullo, que já desenhou Spawn alguns anos atrás.
O Coringa disse que descobriu aonde fica a bat-caverna, e sabe também a identidade de todos os parceiros do homem morcego, incluindo o Batman. A partir daí, tudo pode acontecer, inclusive a perda da sanidade de Batman. A melhor saga do ano, com certeza.







Esquadrão Suicida nº 1

Algum tempo atrás, surgiu esse título nas bancas, mas estava meio largado.
Mas foi retomado, com mais classe, e apenas com histórias do Esquadrão Suicida.
Contando com Arlequina, Pistoleiro, El Diablo, Iceberg e Tubarão-Rei, em um projeto secreto do governo, em que fazem os servicinhos sujos.
Tidos como os personagens de segunda da DC Comics, é surpreendente a qualidade das histórias, tudo caprichado, desde os desenhos como as histórias violentas. O 1º número conta com a participação do Coringa, em uma história ligada com a saga "Morte da Família". E destaque para a Arlequina, que tem um misto de doida, violenta, brigona e solitária.
Com certeza, esse é um quadrinho que vou colecionar! 



Naruto

Com relação aos mangás, houveram vários lançamentos, mas a saga do Naruto é o que está valendo a pena conferir. Tida como a melhor saga da série (e última, conforme o autor disse), Naruto encara seus maiores desafios: controlar a Kyuubi, a fera de nove caudas, lutar contra um adversário misterioso (revelado no último volume do ano) e extremamente forte, e a aparição de um inimigo morto a muito tempo.
Com desenhos leves e violentos ao mesmo tempo, e história que prende a atenção, Masashi Kishimoto merece o reconhecimento que tem. Naruto vale a pena ser lido!