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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Harley Quinn - Arlequina

Fala galera!

Entre tantos vilões, tantos doidos espalhados pelos quadrinhos, os vilões do Batman realmente se destacam. E dentre eles, sem dúvida, o Coringa. Ele não tem superpoderes, não é bombadão. Ele simplesmente é psicótico ao extremo. E com o passar dos anos, foi piorando.


Então, o que esperar de um parceiro do Palhaço do Crime?
A  Arlequina se acertou muito bem nesse papel. Mas ela tem uma diferença com o Coringa: ela realmente parece que não quer fazer nada de fatal com seus planos.

Harleen Frances Quinzel, seu nome original, foi uma psiquiatra no famoso Asilo Arkham. Com notas invejáveis, também era uma excelente ginasta. Durante sua estadia no local, ela foi aos poucos, se envolvendo com um de seus pacientes. É, o Coringa.
Mas aí que realmente surge a dúvida: será que o Coringa apenas a usou pra escapar do asilo, ou o Coringa realmente sentiu algo por ela (mesmo que por poucos minutos...)?

Então o risonho doido leva a Dra. Harleen até uma fábrica de resíduos químicos e faz com ela o que o originou: a atira em um tonel de produtos químicos.
E assim surge a Arlequina (Harley Quinn, no original, um trocadilho que o Coringa fez com o nome dela).


A sequência do "acidente" com a Dra. Harleen.

Detalhes sobre a Arlequina:
- Ela apareceu primeiramente como personagem da série animada do Batman.
Claro que sua origem foi diferente, já que ela não caiu no tonel químico.

Arlequina em "Batman - Animated Series"

- Ela não foi a primeira vilã a usar o nome "Arlequina" no Universo DC!
A primeira foi Molly Mayne, e era chamada de Arlequim. Foi vilã da Era de Ouro da DC, e inimiga do Lanterna Verde Alan Scott.

A primeira Arlequina.

- Na reviravolta (na minha opinião, necessária, e vale muito a pena acompanhar a DC agora) "Os Novos 52", a Arlequina ganhou a origem que contei acima, já que anteriormente, ela apenas pintava o rosto e continuava loura. Hoje, tem os cabelos metade azuis, metade vermelhos e a pele naturalmente branca, devido ao banho químico que tomou.

Uma das capas da edição do Esquadrão Suicida.

Ela foi presa, e o Coringa a abandonou. Então ela faz parte da equipe governamental Esquadrão Suicida, onde trabalha com outros criminosos para tentar se redimir dos crimes cometidos. Entre eles, o Pistoleiro e o Tubarão-Rei. Antes ela tinha uma vontade absurda de encontrar o seu Senhor C. Mas com os eventos rescentes, ela agora quer matar o Coringa, já que este tentou mata-la.

Arlequina e o Esquadrão Suicida.

E no início de 2014, a Arlequina ganhou um título próprio nos EUA.
Com seu comportamento de doida, solitária, sexy e violenta, a sua revista juntamente com a revista do Batman, vendem quase mais do que todas as revistas da Marvel juntas!

Capa da edição "0" de Harley Quinn.

O sucesso não é por acaso.
Aproveitem pra conhecer essa vilã, e leiam também sobre ela na revista Esquadrão Suicida, que já são e foram lançadas no Brasil. Enquanto aguardamos a chegada do título solo da Arlequina por aqui!

domingo, 15 de dezembro de 2013

Retrospectiva 2013 - Quadrinhos

Fala galera!
Vou começar a retrospectiva deste ano, e um pouco do que li e ouvi.
E pra não deixar o post imenso, vou postar por partes.
E vamos começar pelos quadrinhos e mangás. Este ano foi muito promissor, e o ano que vem tenho certeza que será melhor ainda! Vamos nessa!

X-Men - Massacre de Mutantes

Lançado originalmente na década de 90, essa saga foi relançada em julho de 2013, encadernada em 260 páginas. Conta a história de um grupo de mutantes contratados para matar outros mutantes que vivem nos subsolos de Manhattan. Os X-Men vão intervir, com certeza, mas claro que haverão baixas pelo caminho.
Com participação do Thor, Quarteto Futuro e mostra o primeiro quebra entre Wolverine e Dentes-de-Sabre!



Deadpool nº 1 e nº 2

Tido como um dos mais carismáticos personagens da Marvel, o Comediante Carmim, Deadpool, contou com dois especiais nas bancas esse ano. Cada edição contando com 148 páginas, nos traz as loucuras e peripécias do personagem. Claro que com muitos tiros, facadas e confusão.
Entre a fuga de uma instituição mental, quebras com o Capitão América e uma missão em grupo com Wolverine e cia., as histórias são divertidas, tramas bem feitas, e mostram bem o estado psicológico doentio do Deadpool!





Batman - Saga Morte da Família

Marcando o retorno do Palhaço do Crime, as edições de Batman nº 13 até nº 17, nos traz a saga "Morte da Família". O Coringa está com um visual muito mais perturbador, com a própria pele do rosto usada como máscara, e muito mais violento. As histórias estão muito sombrias, e desenhadas magistralmente por Greg Capullo, que já desenhou Spawn alguns anos atrás.
O Coringa disse que descobriu aonde fica a bat-caverna, e sabe também a identidade de todos os parceiros do homem morcego, incluindo o Batman. A partir daí, tudo pode acontecer, inclusive a perda da sanidade de Batman. A melhor saga do ano, com certeza.







Esquadrão Suicida nº 1

Algum tempo atrás, surgiu esse título nas bancas, mas estava meio largado.
Mas foi retomado, com mais classe, e apenas com histórias do Esquadrão Suicida.
Contando com Arlequina, Pistoleiro, El Diablo, Iceberg e Tubarão-Rei, em um projeto secreto do governo, em que fazem os servicinhos sujos.
Tidos como os personagens de segunda da DC Comics, é surpreendente a qualidade das histórias, tudo caprichado, desde os desenhos como as histórias violentas. O 1º número conta com a participação do Coringa, em uma história ligada com a saga "Morte da Família". E destaque para a Arlequina, que tem um misto de doida, violenta, brigona e solitária.
Com certeza, esse é um quadrinho que vou colecionar! 



Naruto

Com relação aos mangás, houveram vários lançamentos, mas a saga do Naruto é o que está valendo a pena conferir. Tida como a melhor saga da série (e última, conforme o autor disse), Naruto encara seus maiores desafios: controlar a Kyuubi, a fera de nove caudas, lutar contra um adversário misterioso (revelado no último volume do ano) e extremamente forte, e a aparição de um inimigo morto a muito tempo.
Com desenhos leves e violentos ao mesmo tempo, e história que prende a atenção, Masashi Kishimoto merece o reconhecimento que tem. Naruto vale a pena ser lido!