terça-feira, 28 de agosto de 2012

The Cult - Choice of Weapon


Quando você curte determinada banda, fica aguardando um novo disco, e quando você compra, vê que não é tudo aquilo que você esperava... é foda.

Este ano, eu estava aguardando dois discos, o Born Villain do Marilyn Manson (falei dele aqui) e não me decepcionei.



O outro disco que eu esperei foi o do The Cult. Algum tempo atrás, Ian Astbury (vocalista da banda, que por acaso acho que é um dos vocalistas mais competentes do Rock) e Billy Duffy (excelente guitarrista, que tem o feeling de combinar peso e melodia na medida certa) informaram que a banda não faria mais músicas.

Confesso que fiquei decepcionado com a notícia. Mas então para minha surpresa, ano passado entraram em estúdio para gravar um novo álbum.
Então a uma semana o disco chegou aqui no Brasil, entitulado "Choice of Weapon".

Outro detalhe é que o disco foi produzido pela Cooking Vinyl Records, a mesma produtora do disco do Manson.

Caralho, o disco me fez voltar à adolescência!!
É ótimo como um todo, todas as faixas se mantem no mesmo nível.
O baterista John Tempesta e o baixista Chris Wyse estão no disco (e no disco anterior também, "Born Into This", de 2007) .
Logo a 1ª faixa, "Honey from a Knife", já mostra que a banda está com força total.
Claro que a faixa que eles liberaram gratuitamente em seu site oficial, para promover o disco, entitulada "Lucifer", é paulada! Ótimos riffs, e a combinação de vocal cantado e falado de Astbury não tem nem o que falar.

O 1º clipe para a música "For the Animals", é outra excelente canção, e o clipe está logo abaixo.
Todas as faixas são ótimas, vale a pena conferir! Pena que não são muito conhecidos aqui no Brasil, e ainda bem que a banda não acabou, eles tem muito gás pra torrar! Altamente indicado pra quem curte peso e melodia!!!


domingo, 19 de agosto de 2012

Novidades em Mangás e HQs

Existem algumas épocas que mangás e HQs de qualidade somem das bancas...
Acompanho o Naruto na fase Shippudden e o Ranma 1/5, e os outros mangás que eu colecionava já fecharam as coleções.

Mas agora parece que voltaram a trazer histórias de qualidade novamente!
Indico alguns que estão nas bancas (não por muito tempo, acredito):


Saint Seiya – The Lost Canvas Gaiden nº 1



Uma série paralela que conta a história dos Cavaleiros de Ouro, mas não estes que conhecemos na Saga do Santuário: são de 245 anos atrás, quando Shion era o Cavaleiro de Áries, e o Mestre Ancião era novinho, antes da lendária Guerra Santa.

O 1º volume conta a história de Albafica, o Cavaleiro de Peixes.
Masami Kurumada volta a assinar, ao lado da desenhista Shiori Teshirogi, esta série ainda está em publicação no Japão, que está no velume 5.

Soul Eater nº 1



Maka é uma “artífice de foice” determinada a transformar seu parceiro, a foice sobrenatural Soul Eater, na mais poderosa Death Scythe – uma arma que será usada pelo Doutor Morte, o diretor da Academia da Morte para Armas e Artífices Neófitos (AMAAN). Para conseguir seu objetivo, a garota precisa fazer com que Soul Eater devore a alma de 99 humanos e a de uma bruxa.

Mas ela não é a única que deseja isso. Também estão nessa “empreitada” o grande ninja Black ☆Star e sua parceira Tsubaki; e o filho do Dr. Morte – o perfeccionista Death the Kid – e suas pistolas, as irmãs Liz e Patti Thompson.

Marvel Ultimate nº 25



A Morte do Homem Aranha!
A história mostra o Homem Aranha baleado, travando sua derradeira batalha contra o Duende Verde. Não vou contar muita coisa, não quero estragar a história... mas leiam!

Aproveitem esses mangás e essa HQ!

Henry Rollins - Rollins Band



Henry Rollins pode ser considerado um renascentista dos tempos modernos.
Não é conhecido pelo público brasileiro, mas é de extrema importância no mundo da música.

Rollins é um vocalista, compositor, comediante stand-up, artista de spoken word, escritor, ator, DJ de rádio e ativista. Ah, também é personagem do game "Def Jam: Fight for NY", interpretando ele mesmo.

Na música, ele foi vocalista da extinta banda de punk Black Flag, que encerrou suas atividades em 1986. Porém no período que estava com o Black Flag, foi onde ficou muito conhecido no circuito underground do rock.



Já em 1987, fundou a Rollins Band, onde ganhou certa notoriedade da mídia.
Diferente do Black Flag, o som da Rollins Band é uma "fusão catártica do hard rock, funk, pós-punk, noise, do jazz e do experimentalismo, com Rollins gritando nervoso", palavras do crítico Steve Huey, que se encaixam perfeitamente na descrição do som da banda.

Cara, todos os álbuns da Rollins Band são ótimos, mas vou indicar três, pra quem não conhece, esse é um bom começo, mas pra quem já conhece, não vão se arrepender.



Life Time (1987)

1. Burned Beyond Recognition
2.  What Am I Doing Here? 
3. 1.000 Times Blind
4. Lonely
5. Wreck-Age
6. Gun in Mouth Blues
7. You Look at You
8. If You're Alive
9. Turned Out
10. Do It
11. Move Right In
12. Next Time



Insert Band Here: Live in Australia (1990)

1. Lonely
2. Do It
3. What Have I Got
4. 1,000 Times Blind
5. Tearing
6. Out There
7. You Didn't Need
8. Hard
9. Down And Away
10. Turned Inside Out
11. Earache My Eye



End of Silence (1992)

1. Low Self Opinion  
2. Grip  
3. Tearing  
4. You Didn't Need  
5. Almost Real  
6. Obscene  
7. What Do You Do  
8. Blues Jam  
9. Another Life  
10. Just Like You

Henry Rollins é um dos casos de músicos inteligentes. Altamente indicado!!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Marilyn Manson - Born Villain

Eu particularmente curto paca o som do Marilyn Manson há mais de 12 anos, então eu tenho certo conhecimento em sua discografia.



Posso afirmar com toda segurança: "Born Villain" é o seu melhor trabalho depois de "Holly Wood", de 2000. Não que os trabalhos pós-Holly Wood fossem ruins, de modo algum, mas se perderam um pouco da vertente Metal Industrial, que o destacou em meio a tantos outros músicos.

Após a saída de sua antiga gravadora, esse novo álbum foi lançado por um selo independente, o que permitiu que Manson pudesse trabalhar do jeito que queria: sem pressão.

O tão aguardado 8º disco de estúdio de Manson é uma volta às raízes industriais, é pesado e sombrio.
O 1º single, "No Reflection", já mostra que Manson não está pra brincadeira, e nos leva aos tempos áureos de sua carreira.

Capa de "No Reflection".

A faixa de abertura "Hey Cruel World...", que é o nome da turnê do Manson, já nos mostra que a volta às raízes é necessária, e muito boa!!
Se fosse falar de todas as faixas, seria um post muito longo, mas destaco "No Reflection" (paulada, acredito que é a melhor faixa do disco!), "Pistol Whipped", "Slo Mo Tion", "The Flowers Of Evil" e pra acalmar os ânimos, "Born Villain".

Claro, o cover de "You're So Vain" (música  de Carly Simons) com Johnny Depp é um daqueles poucos casos em que o cover é muito melhor que o original. Nessa música, Depp toca guitarra e bateria. 

100% indicado para fãs, e pra quem não conhece, é um prato cheio!

Tracklist:


01. Hey Cruel World...
02. No Reflection
03. Pistol Whipped
04. Overneath The Path Of Misery
05. Slo Mo Tion
06. The Gardener
07. The Flowers Of Evil
08. Children Of Cain
09. Disengaged
10. Lay Down Your Goddamn Arms
11. Murders Are Getting Prettier Every Day
12. Born Villain
13. Breaking The Same Old Ground
14. You're So Vain feat. Johnny Depp

Clipe de "No Reflection"


Os Games Piratas do SNES que marcaram época (Ou Não)


Pessoal,
Eu postei dois games piratas que fizeram bastante sucesso no Brasil, que apesar de odiados, muitas pessoas jogaram até fazer bolhas nos dedos...

Então eu vou postar mais alguns de um console muito querido: o Super Nintendo (SNES), que nos trouxe games memoráveis, como a 1ª versão caseira de Street Fighter II, Super Mário World, entre tantos outros...

Mas é claro que ele não foi esquecido pelos piratas de plantão! Surgiram versões cavernosas de games, algumas extremamente zuadas, outras melhores, porém hilárias.

Vou mostrar alguns que eu joguei, não me recordo de todas, e todas são encontradas em Roms para emuladores, mas na época, você encontrava essas "pérolas" somente nos camelôs mesmo...

X-Men VS. Street Fighter



Quando soube que tinha esse game, eu pirei!
Sabia que havia limitações no console, mas acreditei que realmente seria um game legal... me fodi.



Lento, travado pra ser sincero. As magias não saem por nada, são poucos personagens, mas não posso mentir: me diverti um pouco.



Na época, passei a imaginar que era hora de o meu velho SNES se aposentar...


Futebol Brasileiro 96

Tela de abertura: "Gulaçooo! Futebol Brasileiro Novienta y Seis!"




Este é um clássico! Um hack do International Superstar Soccer, narrado por paraguaios, com times nacionais...



Horas com os amigos, jogando tarde inteiras, e rindo das narrações... só queria me lembrar do goleador do game, ele tinha um nome muito estranho! Quem se lembrar, me fala!






Moratl Kombat II e meio



Um dos últimos games que joguei no SNES, era um hack do Mortal Kombat II, com alguns personagens a mais: Smoke, Sonya Blade, Noob Saibot e Shao Khan.



Se fosse pra fazer um hack, faça bem feito!
Se você jogasse com os personagens novos, o game ia em câmera lenta.



Só deixaram o Kintaro de fora... triste...


The King of Fighters 2000



Aqui a coisa já ficou avacalhada...
Misturaram alguns personagens do King of Fighters mesmo (Terry, Iori, Ryo, Robert...) e do Street Fighter (Bison, Ryu, Cammy, Guile)!! E pra fechar com chave de ouro, o Ciclope dos X-men!!



Fora que todos tem versões possuídas, tipo os Orochis do KoF 97, já para serem escolhidos desde o início.



O game é lento, mas não vou mentir: perdi boas horas brincando com ele. Não me arrependo, porque me diverti com o que tinha em mãos.


Street Fighter EX plus Alpha



Esse não teve jeito: acho que joguei umas cinco vezes, de teimoso mesmo, tentando achar um atrativo para o título.



A tela de seleção de personagens era bacanosa, mas quando rolava o FIGHT!... era briga mesmo.
Briga pra tentar soltar magia, briga pra entender uns bugs muito loucos que davam na tela, briga por não ter um final descente.



Pelo menos, a Capcom teve piedade e fechou com chave de ouro, dando para os donos de SNES a versão de Street Fighter Alpha 2, bem semelhante com a versão arcade.


Tekken 2



Vixi... não vou falar que é o pior, mas tá entre os Top 5.
Não se assemelha em nada com o game original, é lento demais, a jogabilidade é terrivel.



Foi uma tentativa podre de oferecer um título da moda na época para um console já deixando o mercado.


Porém vou deixar uma ressalva aqui:
Todos esses games eu joguei, alguns até tenho, e apesar de serem lentos, gráficos zuados e tal, brinquei muito (e até hoje tenho vontade de brincar) e não me arrependo.

Foi uma época muito boa, é verdade...
Mas vamos ser sinceros, os piratas poderiam ter caprichado mais, né?

terça-feira, 3 de julho de 2012

Street Fighter - Versões Piratas


Cheiro de nostalgia no ar...

Quando a Capcom lançou "Street Fighter II' (Champion Edition ou Dash)" não imaginou o que os piratas de plantão fariam com o game naquela época...

Street Fighter II - Rainbow Edition (arcades - 1993)



Surgiu em alguns lugares, desde locadoras até bares e rodoviárias, o chamado "Street Figher II - Rainbow Edition (também conhecido por Black Belt Edition)".
Aqui na terra do Blanka ficou conhecido mesmo por "Street Fighter de rodoviária".

O game é a mesma versão do Champion Edition, porém com algumas coisas hilárias:

1- você pode trocar de personagem a qualquer momento da luta, basta apertar Start e tentar encontrar o que você queria;

O M. Bison está na luta... mas cadê o Sagat?
Pepinos engraçados...


2- alguns personagens podem encher a tela de magias, como Hadoukens ou Sonic Boons, por exemplo, e outros podem ter essas magias incorporadas aos seus golpes normais;

Claro que a Capcom se aproveitou da ideia e utilizou mais tarde...


3- a velocidade era fodis: muito rápido e muito apelativo, se comparado as versões oficiais da Capcom;

4- diversão garantida, apesar da tosquice, ainda mais com o Zanquief, que soltava Yoga Flame dos pés enquanto aplicava o golpe Double Lariat (aquela girada com as mãos) e podia dar pilão em qualquer posição da tela!!

Quer dar final logo? Joga com o Zangief!


Devorou fichas da galera, e pra ajudar, os finais eram intactos, iguais do original, só com os chefes que os finais zuavam a tela...

Street Fighter II (NES - 1992)



O finado, porém querido Nintendinho ganhou sua versão não-oficial de Street Fighter.

A produtora pirata Yoko Soft trouxe alegria para a galera do NES, que mesmo sabendo que o game não era oficial, se esbaldou na brincadeira.

Hoje muita gente diz "que coisa tosca", mas pra época, era só alegria pra molecada, que fazia bolhas nos dedos.

Apresentação estática, e seleção de personagens fraca:
E daí? 


Claro que tudo era bem limitado, já que só havia quatro personagens no jogo (Ryu, Chun Li, Guile e Zangief) e um chefão (M. Bison, que se chamava Viga).

Ryu, Guile, Chun Li, Zangief e "Viga"... vamos dar um desconto, né?



Os finais eram identicos para todos os personagens, iguais ao do Ryu no game original.

A jogabilidade era lenta, os golpes eram muito difíceis pra sair... mas quem se importava??




Finais idênticos para todos, só as frases se alteravam...


Eu sei, gráficos sofríveis... mas o "Viga" era parada dura!


Claro que houveram muito mais Street Fighters piratas, só para o NES foram uns 4, mais uns 2 para o SNES, e outros tantos perdidos por aí, mas acho que esses dois em particular foram os que mais chamaram a atenção.

Street Fighter III, Street Fighter II Pró, Super Fighter III e Street Fighter Zero 2 '97: judiaram demais do NES,
mas fez a alegria da galera!!


Tudo isso só serviu pra uma coisa: aumentar ainda mais a fama da franquia nos games, que diga-se de passagem, há 20 anos no topo dos games de luta, não é fácil.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

A Ascensão E Queda Da Death Row Records

Até hoje, não sei como não escreveram um livro sobre essa história.
Talvez para quem não curte, não tenha muita importância, mas na história da música, foi extremamente significativa.



No final da década de 80 e início da década de 90, o gênero Gangsta Rap (gangsta de gangster mesmo, uma gíria no meio do Hip Hop) começou a se alastrar nos Estados Unidos, inicialmente cantado por N.W.A., Ice-T, e mais tarde, por tantos outros.

Nessa febre crescente, porém engatinhando, Suge Knight, membro de uma das gangues mais temidas de Los Angeles, os Bloods, se juntou ao então jovem recém saído do N.W.A, André "Dr. Dre" Young, e fundaram a Death Row Records.

Dr. Dre: um dos fundadores da Death Row Records, mas o primeiro a pular fora.


Hoje parece bobeira, mas naquela época, fundar um selo independente, ainda mais de músicos negros cantando Rap, não era coisa simples. Porém foi um sucesso inesperado. 
Dr. Dre lançou seu 1º disco solo, "The Chronic" e descobriu o rapaz magrelo, chamado Calvin Broadus, que passou a ser conhecido como Snoop Doggy Dogg.

Snoop Doggy Dogg: do anonimato para a fama.


Snoop logo gravou seu 1º disco, "Doggystyle", e as vendas da Death Row estouraram.
Até então, a Death Row Records deu oportunidades para vários outros rappers, que passaram a integrar o quadro de artistas de uma gravadora independente em ascensão.
Tudo isso ocorreu entre 1991 e início de 1995.

Nesse meio tempo, um outro astro do Rap se envolvia em vários problemas com a justiça.
Tupac Shakur havia sido condenado por suspeita de estupro, e estava em um ótimo momento de sua carreira, lançado seu 4º álbum, "Me Against the World", e ficaria pelo menos 2 anos preso.

Suge Knight já conhecia Tupac, e ofereceu uma proposta para o rapper: se assinasse um contrato com a gravadora, que seria de 3 discos, Knight pagaria sua fiança de 1 milhão e meio de dólares.
Shakur aceitou, e saiu da cadeia direto para os estúdios começar a gravar o que seria considerado o melhor álbum de Gangsta Rap da história: o disco "All Eyez on Me".

Da esquerda para direita: Snoop, Dr. Dre (acima), Suge Knight (abaixo) e Tupac Shakur:
Os Gangstas da Death Row Records.


Suge e Tupac se tornaram inseparáveis. A partir de certo ponto, o termo Gangsta ficou muito conhecido, e todos na gravadora começaram agir como tal. Tupac e os outros rappers começaram a escrever letras cada vez mais pesadas, o que apenas acentuou o termo Gangsta Rap.
Brigas com outras gravadoras, como a Bad Boy Records do rapper Puffy Daddy e seu amigo Notorious BIG, começou logo após Tupac ser baleado e preso. Talvez impulsionado por Suge, Shakur comçou a escrever letras provocativas, deixando a situação ainda mais tensa.

Capa do The New York Times: Death Row Records, o "poderoso chefão" do Gangsta Rap e seus valores familiares:
Da esquerda para direita: Tupac Shakur, Suge Knight e Snoop Doggy Dogg.


Começou uma verdadeira guerra: a Death Row Records representava a costa oeste americana, e a Bad Boy Records representava a costa leste.

A Death Row se tornou sinônimo de poder: mexeu com alguém da gravadora? Estava morto.
Ofendeu a costa oeste? Caixão.
Retaliações tanto nas músicas quanto nas ruas. Foi uma época difícil para o cenário musical da época.
Conta-se que até sala de tortura a Death Row tinha.

Notorious BIG e Puffy Daddy comandavam a Bad Boy Records .


Depois do fato, Dr. Dre abandonou a gravadora, e fundou a Aftermatch Records, onde lançou Eminem, 50 Cent etc. Claro que não podiam faltar músicas para crucificar o "traidor", vindas de sua antiga gravadora, entre elas, a música "To Live and Die in L.A.", que Tupac gravou sob seu novo pseudônimo, Makaveli.

A queda se iniciou em setembro de 1996, na luta de Mike Tyson.
Suge Knight e Tupac Shakur estavam na 1ª fila, e encontraram um membro de uma gangue rival de Knight, um cara chamado Orlando Anderson, que era da gangue Crip.

Tupac algumas horas antes de ser baleado.


Rolou uma briga, e na saída da luta, o carro que Shakur e Knight estavam foi metralhado.
Tupac Shakur faleceu 7 dias depois no hospital em Las Vegas, vítima da violência que ele mesmo pregou na Death Row Records.

Última foto de Tupac vivo: Knight levou um tiro de raspão na cabeça,
e Shakur foi baleado 5 vezes.





Logo após isso, Snoop sai da gravadora também, e passou por uma série de outras gravadoras, porém mais inofencivas. Hoje, é diretor da Priority Records. 


A Death Row abriu pedido de falência em 2008, mas já em 1998, 10 anos antes, já não fazia metade do sucesso anterior. Suge Knight já foi preso umas duas vezes, e o assassinato de Tupac ainda não foi resolvido. Em uma entrevista, que pode ser vista no Youtube, Snoop diz que Tupac foi assassinado por Suge Knight, em uma conspiração. Shakur já havia alterado seu pseudônimo para Makaveli realmente pensando em abandonar a gravadora.

A Death Row Records marcou época no meio musical.
Pena que foi mais conhecida por meio da violência, do que pelos maiores rappers que usaram seus estúdios.