K.O!!
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Metallica - Um Novo Recomeço...
O Metallica é, sem sombra de dúvidas, umas das maiores (senão a maior) banda de metal do mundo. Porém, de 1999 pra cá, vem deixado muitas dúvidas no ar: será que eles perderam o gás? Será que cansaram?
Em 1999, lançaram o álbum duplo S & M (diminutivo de Sinfônica e Metallica).
O álbum trazia um show ao vivo, junto som a Orquestra Sinfônica de São Francisco, considerada a orquestra mais poderosa do mundo.
Junto com o condutor Michael Kamen (responsável por inúmeras trilhas sonoras de filmes), juntou-se o poder do som do Metallica com o poder da orquestra.
Todos os clássicos do Metallica ficaram ainda mais pesados e mais sombrios, dando uma margem ainda maior ao poder do Heavy Metal.
O álbum agradou muitos fãs, mas não os mais "classistas".
Depois de um hiato de aproximadamente 3 anos, começou a rolar um boato de que o Metallica tinha terminado. Então surgiu um filme, um documentário na verdade, sob o nome de Some Kind of Monster.
Lançado em 2004, mostra uma face da banda até então desconhecida: o baixista Jason Newsted que tocou com a a banda por 14 anos, abandonou o Metallica. As brigas entre James Hetfield e Lars Ulrich, o processo criativo afetado, e Hetfield se internando numa clínica de reabilitção contra o alcoolismo.
Um futuro incerto, de fato. Foi então contratado um terapeuta, especialista em casos de ajudar famosos, para ajudar os integrantes da banda a se entender, e entender a si mesmos.
Após um ano, Hetfield volta. Começam um novo processo de criar um álbum, e encontram um novo baixista: Robert Trujillo, que já tocou com Ozzy.
Surge então o álbum St. Anger. Não agradou os fãs, porém é um álbum muito profundo, que reflete o novo estado da banda. Músicas como "Frantic", "St. Anger" e "Some Kind of Monster" mostram esse novo começo. Sinceramente o disco me agradou bastante.
Já em 2008, a banda voltou com um novo álbum: Death Magnetic.
Era uma volta às origens, um disco muito pesado, que remete a banda ao furioso início da carreira. Com destaque para as faixas "The Judas Kiss", a violenta "Cyanide" e o mini-épico "The Day That Never Comes".
A banda voltou com força total. Novamente voltou ao título de maior banda de Heavy Metal do mundo.
Já postei um comentário sobre o álbum conjunto com Lou Reed, lançado em 2011, chamado Lulu. Muitas pessoas criticaram, porém não é um disco do Metallica, nem um disco do Lou Reed. É algo mais profundo, um álbum extremamente conceitual.
Agora vamos pensar: será que o Metallica aceiraria essa parceria, se não levasse fé nesse trabalho?
Mas uma coisa é clara: o Metallica ainda tem muita música pra fazer, muita estrada pra trilhar e muito peso pra nos presentear!!
Em 1999, lançaram o álbum duplo S & M (diminutivo de Sinfônica e Metallica).
O álbum trazia um show ao vivo, junto som a Orquestra Sinfônica de São Francisco, considerada a orquestra mais poderosa do mundo.
Junto com o condutor Michael Kamen (responsável por inúmeras trilhas sonoras de filmes), juntou-se o poder do som do Metallica com o poder da orquestra.
Todos os clássicos do Metallica ficaram ainda mais pesados e mais sombrios, dando uma margem ainda maior ao poder do Heavy Metal.
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| Capa de S & M. |
O álbum agradou muitos fãs, mas não os mais "classistas".
Depois de um hiato de aproximadamente 3 anos, começou a rolar um boato de que o Metallica tinha terminado. Então surgiu um filme, um documentário na verdade, sob o nome de Some Kind of Monster.
Lançado em 2004, mostra uma face da banda até então desconhecida: o baixista Jason Newsted que tocou com a a banda por 14 anos, abandonou o Metallica. As brigas entre James Hetfield e Lars Ulrich, o processo criativo afetado, e Hetfield se internando numa clínica de reabilitção contra o alcoolismo.
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| Capa do documentário Some Kind of Monster. |
Um futuro incerto, de fato. Foi então contratado um terapeuta, especialista em casos de ajudar famosos, para ajudar os integrantes da banda a se entender, e entender a si mesmos.
Após um ano, Hetfield volta. Começam um novo processo de criar um álbum, e encontram um novo baixista: Robert Trujillo, que já tocou com Ozzy.
Surge então o álbum St. Anger. Não agradou os fãs, porém é um álbum muito profundo, que reflete o novo estado da banda. Músicas como "Frantic", "St. Anger" e "Some Kind of Monster" mostram esse novo começo. Sinceramente o disco me agradou bastante.
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| Capa de St. Anger. |
Já em 2008, a banda voltou com um novo álbum: Death Magnetic.
Era uma volta às origens, um disco muito pesado, que remete a banda ao furioso início da carreira. Com destaque para as faixas "The Judas Kiss", a violenta "Cyanide" e o mini-épico "The Day That Never Comes".
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| Capa de Death Magnetic. |
A banda voltou com força total. Novamente voltou ao título de maior banda de Heavy Metal do mundo.
Já postei um comentário sobre o álbum conjunto com Lou Reed, lançado em 2011, chamado Lulu. Muitas pessoas criticaram, porém não é um disco do Metallica, nem um disco do Lou Reed. É algo mais profundo, um álbum extremamente conceitual.
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| Capa de Lulu. |
Agora vamos pensar: será que o Metallica aceiraria essa parceria, se não levasse fé nesse trabalho?
Mas uma coisa é clara: o Metallica ainda tem muita música pra fazer, muita estrada pra trilhar e muito peso pra nos presentear!!
O Lendário Paul Rodgers
O que seria necessário para um vocalista de Rock adquirir o status de "lendário"?
Talvez por morrer jovem?
Ou por conseguir destacar um determinado estilo, até então apagado e despercebido por muitos?
Então, como explicar Paul Rodgers?
Ele continua vivo (entenda-se por vivo fazendo turnês com suas bandas, pulando e tocando o terror...), não houve necessidade de destacar um estilo de Rock, pois por onde ele passou ou está ele realmente faz a diferença.
Então como ele conseguiu esse status de "lendário"?
Paul rodgers nasceu na Inglaterra, em 1949.
No final dos anos 60, mais precisamente em 1968, formou a mítica banda Free, com sucessos como "Wishing Well" e "All Right Now".
Depois do fim do Free, em 1973, Paul formou outra banda, a Bad Company, junto com alguns remanescentes da banda Free. Lançaram seu 1º álbum, com o nome de Bad Company, em 1974, pelo selo Swan Song (cujo dono do selo era o Led Zeppelin, que ficaram boquiabertos com o talento de Paul.).
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| Capa de Heartbreaker, de 1973. |
Com sucessos como "Can't Get Enough", "Feel Like Makin' Love" e "Bad Company", a banda foi considerada uma das bandas mais importantes e influentes dos anos 70. No início dos anos 80, Paul deixou a banda, que mais tarde se reuniria para gravar um álbum ao vivo, com os clássicos do Free e é claro, do Bad Company: The Merchants of Cool, em 2002.
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| Capa de Bad Company, de 1974. |
Entre esse período sem banda, Paul gravou discos solo, todos de excelente vendagem e agrado do público, entre eles, o excelente A Tribute to Muddy Waters, de 1993. À partir de 2002, depois do álbum ao vivo com o Bad Company, Paul não parou mais.
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| Tribute to Muddy Waters, de 1993. |
Em 2005, foi convidado para uma turnê junto com os membros do Queen, que inclusive foi gravado em CD duplo e DVD, intitulado Queen + Paul Rodgers: Return of the Champions. Aqui no Brasil, muitas pessoas torceram o nariz, mesmo sem ver ou ouvir. O disco reune os clássicos do Queen e da carreira de Paul também. Aclamado pela crítica e pelo público, teve uma vendagem muito satisfatória.
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| Capa de Return of the Champions, de 2005. |
Em 2007, gravou o álbum solo ao vivo Live in Glasgow, excelente por sinal, no qual canta sucessos do Free, Bad Company e de sua carreira solo. De fato, uma apresentação memorável.
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| Capa de Live in Glasgow, de 2007. |
Novamente junto com o Queen, lançou um disco de música inéditas, Queen + Paul Rodgers: The Cosmos Rocks. A música "C-lebrity" foi muito bem recebida pelo público, e novamente cairam em outra turnê.
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| Capa de The Cosmos Rocks, de 2008. |
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| Momentos da Turnê com o Queen: como eu disse antes, tocando o terror! |
Agora os fatos curiosos: muita gente reclamou que Paul Rodgers não estaria à altura de Freddie Mercury, mas os próprios integrantes do Queen disseram que convidaram Paul para esse revival da banda pois Freddie se inspirou demais em Paul. E vamos ser sinceros: se Paul não estivesse à altura, ele não seria convidado, certo?
E ele também foi convidado para fazer parte do Deep Purple, quando Ian Gillian deixou a banda, e também foi procurado pelos The Doors quando Jim Morrison morreu.
E agora sabemos porque Paul Rodgers tem o status de "lendário", não só pelo tempo de estrada, mas pela qualidade sonora oferecida pra nós, amantes da música boa!!!
Valeu, Paul Rodgers!!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Cover de Nick Drake - Place to Be
Bem, eu sou meio contra alguns covers que a gente vê pela net, algumas coisas bizarras e tal...
Mas esse é diferente! E tenho 3 motivos pra postar esse vídeo:
1- O cara que faz o cover se chama Danilo (Dany Boy), e é um grande camarada meu, e pra ajudar, o cara aprendeu tocar violão sozinho!
2- O cover está muito bem feito, bem tocado e bem cantado, e vale a pena ser divulgado!
3- Nick Drake é classicão!!
Assistam, vale a pena!
Se desejarem assistir mais vídeos do Dany Boy, o canal dele no Youtube é esse:
http://www.youtube.com/user/starfusion83?feature=watch
Thanx 4 the inspiration, Dany Boy!!
Mas esse é diferente! E tenho 3 motivos pra postar esse vídeo:
1- O cara que faz o cover se chama Danilo (Dany Boy), e é um grande camarada meu, e pra ajudar, o cara aprendeu tocar violão sozinho!
2- O cover está muito bem feito, bem tocado e bem cantado, e vale a pena ser divulgado!
3- Nick Drake é classicão!!
Assistam, vale a pena!
Se desejarem assistir mais vídeos do Dany Boy, o canal dele no Youtube é esse:
http://www.youtube.com/user/starfusion83?feature=watch
Thanx 4 the inspiration, Dany Boy!!
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Queens of the Stone Age
Devo ser sincero, o Queens of the Stone Age é uma banda muito boa, o som deles é bem pesado, e isso me agrada muito.
Aqui no Brasil, poucas pessoas curtem (não vamos confundir com conhecer, mas sim curtir!) e eu me incluo nessas poucas pessoas!
A banda foi fundada na Califórnia, em 1997. Lançaram 5 discos, sendo o primeiro em 1998, com título homônimo e financiado pela própria banda. Teve um ótimo reconhecimento, porém não vendeu muito bem, já que o estilo de rock que eles tocam não tem muitos fãs.
O estilo se chama Stoner Rock, que vem a ser o seguinte: os riffs de guitarra são muito pesados e um pouco mais lentos que o normal, com fortes influências psicodélicas e setentistas. Na realidade, é meio foda classificar o Stoner Rock, já que ele parece uma junção de outros estilos, como acontece com com outros vários estilos.
Pois bem, O QotSA tem apenas um integrante da sua formação original: o vocalista e guitarrista Josh Homme. A banda constantemente muda sua formação, ficando apenas o vocalista. Porém todos que passaram pela banda são músicos excelentes, tendo em vista que no 3º álbum dos caras, Dave Grohl (FooFighters) tocou bateria.
O 2º álbum também não teve uma vendagem muito alta, porém atraiu mais olhares para a banda. O som ficou mais pesado e mais macabro.
O 3º disco, Songs for the Deaf, foi o que çançou os holofotes para a banda: o som muito mais trabalhado, pesado e Dave Grohl na bateria. Porém, foi o ultimo disco com Nick Oliveri, baixista da banda (pra quem se lembra, foi o cara que tocou pelado na apresentação da banda aqui no Brasil no Rock in Rio de 2001), que foi demitido por não se "encaixar" mais nos padrões da banda (aqui tem outra versão... contam que Nick deu em cima da mulher de Josh, e tomou um pé na bunda!)
Lullabies to Paralyze, o 4º disco, tornou o QotSA mais pesado ainda, e mais sombrio. Chega a ser um pouco assustador ouvir o álbum. Depois de tantos músicos indo e vindo da banda, lançou-se Era Vulgaris, o 5º disco, mantendo a mesma linha sonora do disco anterior.
Pra quem não conhece, ou conhece pouco, encontrem algumas músicas dessa banda. Recomendadíssimo!!
Aqui no Brasil, poucas pessoas curtem (não vamos confundir com conhecer, mas sim curtir!) e eu me incluo nessas poucas pessoas!
A banda foi fundada na Califórnia, em 1997. Lançaram 5 discos, sendo o primeiro em 1998, com título homônimo e financiado pela própria banda. Teve um ótimo reconhecimento, porém não vendeu muito bem, já que o estilo de rock que eles tocam não tem muitos fãs.
O estilo se chama Stoner Rock, que vem a ser o seguinte: os riffs de guitarra são muito pesados e um pouco mais lentos que o normal, com fortes influências psicodélicas e setentistas. Na realidade, é meio foda classificar o Stoner Rock, já que ele parece uma junção de outros estilos, como acontece com com outros vários estilos.
Pois bem, O QotSA tem apenas um integrante da sua formação original: o vocalista e guitarrista Josh Homme. A banda constantemente muda sua formação, ficando apenas o vocalista. Porém todos que passaram pela banda são músicos excelentes, tendo em vista que no 3º álbum dos caras, Dave Grohl (FooFighters) tocou bateria.
O 2º álbum também não teve uma vendagem muito alta, porém atraiu mais olhares para a banda. O som ficou mais pesado e mais macabro.
O 3º disco, Songs for the Deaf, foi o que çançou os holofotes para a banda: o som muito mais trabalhado, pesado e Dave Grohl na bateria. Porém, foi o ultimo disco com Nick Oliveri, baixista da banda (pra quem se lembra, foi o cara que tocou pelado na apresentação da banda aqui no Brasil no Rock in Rio de 2001), que foi demitido por não se "encaixar" mais nos padrões da banda (aqui tem outra versão... contam que Nick deu em cima da mulher de Josh, e tomou um pé na bunda!)
Lullabies to Paralyze, o 4º disco, tornou o QotSA mais pesado ainda, e mais sombrio. Chega a ser um pouco assustador ouvir o álbum. Depois de tantos músicos indo e vindo da banda, lançou-se Era Vulgaris, o 5º disco, mantendo a mesma linha sonora do disco anterior.
Pra quem não conhece, ou conhece pouco, encontrem algumas músicas dessa banda. Recomendadíssimo!!
Queens Of the Stone Age (1998)
Regular John
Avon
If Only
Walkin' on the Sidewalks
You Would Know
How to Handle a Rope
Mexicola
Hispanic Impressions
You Can't Quit Me Baby
Give the Mule What He Wants
I Was a Teenage Hand Model
Rated R (2000)
Feel Good Hit of the Summer
Lost Art of Keeping a Secret
Leg of Lamb
Auto Pilot
Better Living Through Chemistry
Monsters in the Parasol
Quick and to the Pointless
In the Fade
Tension Head
Lightning Song
I Think I Lost My Headache
Songs for the Deaf (2002)
You Think I Ain't Worth A Dollar, But I Feel Like A Millionaire
No One Knows
First It Giveth
A Song For The Dead
The Sky Is Fallin'
Six Shooter
Hangin' Tree
Go With the Flow
Gonna Leave You
Do It Again
God Is In The Radio
Another Love Song
A Song For The Deaf
Mosquito Song
Everybody's Gonna Be Happy
Lullabies to Paralyze (2005)
This Lullaby
Medication
Everybody Knows That You Are Insane
Tangled Up In Plaid
Burn The Witch
In My Head
Little Sister
I Never Came
Someone's In The Wolf
The Blood Is Love
Skin On Skin
Broken Box
You Got A Killer Scene There, Man
Long Slow Goodbye
Like A Drug
Era Vulgaris (2007)
Turning On The Screw
Sick, Sick, Sick
I'm Designer
Into The Hollow
Misfit Love
Battery Acid
Make It Wit Chu
3's & 7's
Suture Up Your Future
River In The Road
Run Pig Run
The Fun Machine Took A Shit & Died
domingo, 29 de janeiro de 2012
The Doors
Sem sombra de dúvida, os Doors são uma das bandas mais influentes e reconhecidas no mundo do Rock.
O carisma chapado de Jim Morrison, a potência animalesca dos músicos, em plenos anos 60, são de fato, inspiradores.
A discografia do Doors, apesar de ser muito curta a carreira deles, são de uma genialidade absurda.
O carisma chapado de Jim Morrison, a potência animalesca dos músicos, em plenos anos 60, são de fato, inspiradores.
A discografia do Doors, apesar de ser muito curta a carreira deles, são de uma genialidade absurda.
The Doors - 1967
01. Break On Through (To The Other Side)
02. Soul Kitchen
03. The Crystal Ship
04. Twentieth Century Fox
05. Alabama Song (Whiskey Bar)
06. Light My Fire
07. Back Door Man
08. I Looked At You
09. End Of The Night
10. Take It As It Comes
11. The End
Strange Days - 1967
01. Strange Days
02. You're Lost Little Girl
03. Love Me Two Times
04. Unhappy Girl
05. Horse Latitudes
06. Moonlight Drive
07. People Are Strange
08. My Eyes Have Seen You
09. I Can't See Your Face In My Mind
10. When The Music's Over
Waiting for the Sun - 1968
01. Hello, I Love You
02. Love Street
03. Not To Touch The Earth
04. Summer's Almost Gone
05. Wintertime Love
06. The Unknown Soldier
07. Spanish Caravan
08. My Wild Love
09. We Could Be So Good Together
10. Yes, The River Knows
11. Five To One
The Soft Parade - 1969
01. Tell All the People
02. Touch Me
03. Shaman's Blues
04. Do It
05. Easy Ride
06. Wild Child
07. Runnin' Blue
08. Wishful Sinful
09. The Soft Parade
Morrison Hotel - 1970
01. Roadhouse Blues
02. Waiting For The Sun
03. You Make Me Real
04. Peace Frog
05. Blue Sunday
06. Ship Of Fools
07. Land Ho!
08. The Spy
09. Queen Of The Highway
10. Indian Summer
11. Maggie M'Gill
L.A. Woman - 1971
01. The Changeling
02. Love Her Madly
03. Been Down so Long
04. Cars Hiss By My Window
05. L.A. Woman
06. L'America
07. Hyacinth House
08. Crawling King Snake
09. The WASP (Texas Radio and The Big Beat)
10. Riders In The Storm
An American Prayer - 1978
01. Awake
02. Ghost Song
03. Dawn's Highway
04. Newborn Awakening
05. To Come Of Age
06. Black Polished Chrome
07. Latino Chrome
08. Angels And Sailors
09. Stoned Immaculate
10. The Movie
11. Curses, Invocations
12. American Night
13. Roadhouse Blues
14. The World On Fire
15. Lament
16. The Hitchhiker
17. An American Prayer
18. Hour For Magic
19. Freedom Exists
20. A Feast Of Friends
21. Babylon Fading
22. Bird Of Prey
23. The Ghost Song [extended version]
Para maiores informações sobre os Doors, indico este livro:
Escrito por Ben Fong-Torres, este livro faz uma coisa que nenhum dos outros milhares de livros sobre a banda: é escrita pela própria banda, todos os textos são fatos comprovados e as entrevistas de Jim Morrison são todas reais, e o livro é recheado de fotos, desde shows à fotos familiares. Mostra a banda como ela realmente era, como foi fundada e principalmente os problemas com drogas, bebidas e mulheres, incluindo as doideiras de Morrison.
É um livro de cara limpa, não enfeita os fatos, mostra o que todos queriam ver: os Doors como eles realmente eram, sem mistica e sem lendas, apenas a música.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Quadrinhos Históricos
Existem histórias que marcam gerações.
Nos quadrinhos, existem boas histórias, porém algumas se destacam, tanto pela arte magnífica quanto pelo argumento ora complexo, ora simples. Segue algumas histórias que são um marco, tanto pra quem curte HQ's quanto pra quem gosta de uma boa história.
Frank Miller nos mostra uma origem mais profunda do Demolidor, desde sua infância, a relação com seu pai, o acidente que aguçou seus instintos, o encontro com Stick (seu mestre) e Elektra. Com uma narrativa que prende a atenção, e a arte precisa de John Romita Jr., essa se tornou a origem definitiva do Homem Sem Medo.
O Coringa apareceu pela 1ª vez nos quadrinhos em 1940, na revista Batman # 1.
Na verdade, ele era só um palhaço que roubava joalherias e matava algumas pessoas pelo caminho.
E não se conhece ao certo o seu nome real, mas o que se sabe é que ele era um cômico bem pé de chinelo.
Mas o que realmente alterou o personagem foi essa Graphic Novel.
Todos que leram essa história, não só fãs do Batman, dizem que foi a melhor história do Coringa já escrita e desenhada. Acontece que o grande roteirista Alan Moore (que escreveu V de Vingança, Watchmen), mudou completamente o perfil psicológico do Coringa, passando de um simples ladrão colorido a um psicopata assassino em massa.
Se o roteiro de Moore é excelente, a arte de Brian Bolland não fica por menos, é brilhante.
Nessa história, o Batman é coadjuvante, e tudo gira em torno do Coringa e alguns flashbacks de seu passado. Ele quer provar que muita pressão psicológica deixaria qualquer um louco.
Aliás, foi essa história que inspirou o falecido ator Heath Ledger a interpretar o Coringa no filme "Cavaleiro das Trevas", e ele estava bem sombrio e violento, não?
Outra edição sobre o Palhaço do Crime. Porém essa, escrita por Brian Azzarello e desenhada por Lee Bermejo, conta uma história sobre o Coringa sob um outro ponto de vista: ninguém sabe a causa, mas o Coringa foi liberado do Asilo Arkham. Jonny Frost, um aspirante a bandido, é convocado para acompanhar o Coringa em uma empreitada para reaver seu império no submundo de Gotham City.
Como pode se esperar, é uma história cheia de psicose, sangue e risadas.
Também escrita e desenhada por Frank Miller, mostra Bruce Wayne aposentado, aproveitando seu status de playboy que nunca o seduziu. Mas a criminalidade nas ruas de Gotham estão em níveis crescentes, e o Batman resolve voltar a ativa, porém contra um novo inimigo: a idade. Conta com um dos combates mais aguardados de todos os tempos, Batman contra Superman, que se tornou um puxa-saco do governo americano. Esta história é considerada o ponto onde Frank Miller entrou para o panteão dos quadrinistas de destaque.
Esta edição foi um pouco controversa quando foi lançada: juntar Ali, que era o herói do povo, com Superman, o herói mais forte do mundo, em um ringue. A ideia foi bem aceita pelo público, tanto que é considerada um clássico. Desenhada por Neal Adams e roteirizada por Denny O'Neil.
Detalhe: a capa conta com vários artistas, entre eles Jackson 5, Cher, Andy Warhol e até Pelé.
Escrita por Alan Moore e desenhada por Eddie Campbell, esta história em 4 partes conta a história de Jack, o estripador e seus crimes que ocorreram no distrito de Whitechapel em Londres, em um ângulo diferente: a do próprio assassino. Os argumentos são complexos, misturam desde maçonaria e dados históricos da Inglaterra do século 19. A maneira mais adequada de se classificar esses quadrinhos seria como uma novela mesmo, desde seus fatos interligados até sua continuidade em si. E pra finalizar, a frase (verídica) utilizada por Jack:
“Um dia os homens olharam para trás e dirão que eu dei a luz ao século XX.”
Devo admitir que tenho todas essas revistas, como um colecionador que sou.
E indico à todas as pessoas que gostam, que leiam!!
Agradeço à minha esposa por me presentear com "Superman vs. Muhammad Ali", ajudando a aumentar minha coleção de clássicos!
Nos quadrinhos, existem boas histórias, porém algumas se destacam, tanto pela arte magnífica quanto pelo argumento ora complexo, ora simples. Segue algumas histórias que são um marco, tanto pra quem curte HQ's quanto pra quem gosta de uma boa história.
Demolidor - O Homem Sem Medo
1ª publicação no Brasil: 1994
Edição de Luxo: 2009
Frank Miller nos mostra uma origem mais profunda do Demolidor, desde sua infância, a relação com seu pai, o acidente que aguçou seus instintos, o encontro com Stick (seu mestre) e Elektra. Com uma narrativa que prende a atenção, e a arte precisa de John Romita Jr., essa se tornou a origem definitiva do Homem Sem Medo.
Batman - A Piada Mortal
1ª publicação no Brasil: 1999 (a original americana é de 1988)
Edição de Luxo: 2010
O Coringa apareceu pela 1ª vez nos quadrinhos em 1940, na revista Batman # 1.
Na verdade, ele era só um palhaço que roubava joalherias e matava algumas pessoas pelo caminho.
E não se conhece ao certo o seu nome real, mas o que se sabe é que ele era um cômico bem pé de chinelo.
Mas o que realmente alterou o personagem foi essa Graphic Novel.
Todos que leram essa história, não só fãs do Batman, dizem que foi a melhor história do Coringa já escrita e desenhada. Acontece que o grande roteirista Alan Moore (que escreveu V de Vingança, Watchmen), mudou completamente o perfil psicológico do Coringa, passando de um simples ladrão colorido a um psicopata assassino em massa.
Se o roteiro de Moore é excelente, a arte de Brian Bolland não fica por menos, é brilhante.
Nessa história, o Batman é coadjuvante, e tudo gira em torno do Coringa e alguns flashbacks de seu passado. Ele quer provar que muita pressão psicológica deixaria qualquer um louco.
Aliás, foi essa história que inspirou o falecido ator Heath Ledger a interpretar o Coringa no filme "Cavaleiro das Trevas", e ele estava bem sombrio e violento, não?
Coringa
Edição de Luxo: 2010
Outra edição sobre o Palhaço do Crime. Porém essa, escrita por Brian Azzarello e desenhada por Lee Bermejo, conta uma história sobre o Coringa sob um outro ponto de vista: ninguém sabe a causa, mas o Coringa foi liberado do Asilo Arkham. Jonny Frost, um aspirante a bandido, é convocado para acompanhar o Coringa em uma empreitada para reaver seu império no submundo de Gotham City.
Como pode se esperar, é uma história cheia de psicose, sangue e risadas.
Batman: O Cavaleiro das Trevas
1ª publicação no Brasil: 1987
Edição de Luxo: 2007
Também escrita e desenhada por Frank Miller, mostra Bruce Wayne aposentado, aproveitando seu status de playboy que nunca o seduziu. Mas a criminalidade nas ruas de Gotham estão em níveis crescentes, e o Batman resolve voltar a ativa, porém contra um novo inimigo: a idade. Conta com um dos combates mais aguardados de todos os tempos, Batman contra Superman, que se tornou um puxa-saco do governo americano. Esta história é considerada o ponto onde Frank Miller entrou para o panteão dos quadrinistas de destaque.
Superman vs. Muhammad Ali
1ª publicação no Brasil: 1979
Edição de Luxo: 2011
Esta edição foi um pouco controversa quando foi lançada: juntar Ali, que era o herói do povo, com Superman, o herói mais forte do mundo, em um ringue. A ideia foi bem aceita pelo público, tanto que é considerada um clássico. Desenhada por Neal Adams e roteirizada por Denny O'Neil.
Detalhe: a capa conta com vários artistas, entre eles Jackson 5, Cher, Andy Warhol e até Pelé.
Do Inferno
Lançado em: 2000
Escrita por Alan Moore e desenhada por Eddie Campbell, esta história em 4 partes conta a história de Jack, o estripador e seus crimes que ocorreram no distrito de Whitechapel em Londres, em um ângulo diferente: a do próprio assassino. Os argumentos são complexos, misturam desde maçonaria e dados históricos da Inglaterra do século 19. A maneira mais adequada de se classificar esses quadrinhos seria como uma novela mesmo, desde seus fatos interligados até sua continuidade em si. E pra finalizar, a frase (verídica) utilizada por Jack:
“Um dia os homens olharam para trás e dirão que eu dei a luz ao século XX.”
Devo admitir que tenho todas essas revistas, como um colecionador que sou.
E indico à todas as pessoas que gostam, que leiam!!
Agradeço à minha esposa por me presentear com "Superman vs. Muhammad Ali", ajudando a aumentar minha coleção de clássicos!
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