terça-feira, 30 de setembro de 2014

E Se As Creepypastas Fossem Card Games?

Fala Galera!

Sei que tenho me ausentado um pouco, mas é por uma boa causa.

Enfim, sei que achamos pela internet várias artes, novos contos, etc., das Creepypastas famosas que existem. Mas... e se elas fossem card games?
Existem algumas perdidas pelo Google, mas não tem um padrão legal, então o Bart aqui padronizou algumas dessas Creepypastas nos cards de Magic.

Claro que as regaras do Magic não se aplicam à essas cartas, eu apenas usei a própria descrição das Creepys para criar a "jogabilidade", se é possível isso devido ao "poder" das criaturas. Tomara que vocês gostem!



























segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Hellboy - Dos Quadrinhos para o Cinema

Fala galera!

Quem curte HQs provavelmente já leu ou já ouviu falar do personagem Hellboy. Não é por nada, mas é um dos meu personagens preferidos.


Hellboy foi criado pelo escritor/desenhista Mike Mignola, que já recebeu elogios de vários gênios dos quadrinhos, como Frank Miller (criador de Sin City, O Cavaleiro das Trevas, 300), de Neil Gaiman (Sandman, Deuses Americanos) e Alan Moore (V de Vingança, Watchman, Do Inferno), e concorreu e ganhou vários prêmios relacionados a quadrinhos, entre eles, o Prêmio da Associação de Escritores de Terror Bram Stoker.

Mike Mignola.

Pode parecer simples a primeira vista, mas as histórias de Hellboy são muito profundas e cheias de terror e mistério. As origens de Hellboy já são estranhas: ele surgiu nas ruínas de uma capela nas Ilhas Britânicas em 23 de dezembro de 1944, após ter sido invocado do Inferno por uma ação conjunta de Rasputin, o monge louco e da Alemanha Nazista.

As histórias do Hellboy pivetinho são muito engraçadas.

Ele foi encontrado pelo Professor Trevor Bruttenholm e soldados Aliados, e Trevor adotou e batizou o pequeno ser infernal que encontrara. Mostrou para ele a importância de ser humano, e o treinou para combater as forças das trevas. Hellboy mais tarde ganharia o "status honorário de humano" da ONU, em 1952.

Mas claro, como disse antes, parece simples assim, mas não é.
O nome verdadeiro do Hellboy é Anung un Rama, seu nome demoníaco, é originalmente filho de um grande demônio com uma feiticeira, e em sua mão direita, que é bem maior que a esquerda, além de ser de pedra, é a chave para abrir os portais do inferno. Se cumprir essa tarefa, o "Vermelho" desencadeará o apocalipse na Terra.
Por causa desse "detalhe", Hellboy também é conhecido como "A Mão Direita da Perdição".

Hellboy sentado observando o apocalipse

Ele não envelhece como os humanos, é indestrutível e superforte.
Quando completou a maioridade, se juntou ao  B.P.R.D. (Bureau of Paranormal Research and Defence - Bureau de Pesquisas e Defesa Paranormal), cujo diretor é seu pai adotivo, o professor Trevor, e seus colegas de equipe são Liz Sherman (seu poder é pirocinese, além de ser o grande amor do HB) e o simpático e super gênio Abe Sapien (que lembra claramente um peixe humanoide, e possui habilidades telepáticas e psicometria).

Abe Sapien.

E suas histórias tem um enredo espetacular: ele enfrenta ameaças  como vampiros, lobisomens, fantasmas, monstros, antigos deuses da noite, ladrões de túmulos, golens, e as mais diversas lendas (com ênfase no folclore europeu). Em uma das histórias, por exemplo, ele enfrenta a famosa bruxa russa Baba Yaga.

Nem a Baba Yaga escapou de umas porradas.

E foi essa mistura de elementos de terror com pitadas de humor negro, que levou Mike Mignola e sua criação ao panteão dos gênios dos quadrinhos.

Em 2004, "Hellboy" estrelou nas telonas, sob a direção de Guillermo del Toro, que também criou o roteiro juntamente com Mignola. O filme trouxe todas as referências dos quadrinhos, desde o humor negro de Hellboy, e a atitude de seus companheiros, e como não poderia deixar de ser, o 1º filme trouxe suas origens (ou parte delas). E quando soube que o ator Ron Perlman (um puta ator, diga-se de passagem) iria interpretar o personagem principal, sabia que o filme seria foda.

Capa do 1º filme.
Esse poster da Selma Blair é das hora!

O mesmo elenco foi usado em uma continuação, e dirigida por del Toro, chamada "Hellboy II - O Exército Dourado". Nessa sequência, mostra o B.P.R.D. enfrentando uma nova ameaça, criaturas antigas querendo ressuscitar o "exército dourado, uma força destruidora que obedece apenas aquele que os invoca. 

Capa do 2º filme.

Liz Sherman, Hellboy e Abe Sapien, no 2º filme.

O elenco principal dos filmes são:


Ron Perlman - Hellboy


Selma Blair - Liz Sherman


Abe Sapien - Doug Jones


Pra quem quer conhecer melhor a história, indico essas para começar:


Hellboy - A Mão Direita da Perdição


Hellboy - Os Lobos de Santo Agostinho (na edição "O Caixão Acorrentado")


Hellboy - Paragens Exóticas

E descubra porque o Vermelho é um dos melhores personagens já criados!

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A Materialização do Inexistente

Fala galera!

Esse post nada mais é do que um ponto de vista meu, e de coisas que soube ao longo da minha vida.

Esses dias me peguei pensando sobre os dois casos relacionados ao Slenderman, onde uma garota tentou matar a mãe e outras duas meninas realmente mataram um outro garoto (ambos os casos podem ser vistos AQUI e AQUI), dizendo que mantinham contato com o Slenderman, e teriam que realizar os assassinatos para se tornarem "proxis".

Pois bem, então vamos começar da seguinte forma.

A materialização do inexistente


Pode parecer bobeira, né? Mas vocês vão entender.
Todos sabem, é provado, que o ser humano consegue utilizar apenas 10% de sua total capacidade cerebral (uns até menos, mas enfim...), certo?
Mas como dizem os mais antigos, "uma andorinha só não faz verão", eles estão certos.

Por exemplo: se eu iniciar aqui, agora, uma lenda urbana, ou uma creepypasta mesmo, chamada "Zé Matador", e desenrolar a história do tipo:

"Zé Matador é um assassino desconhecido, e sempre que alguém acorda de madrugada para ir ao banheiro, ele surge das sombras e te mata".

Tosco pacas, né?
Provavelmente ninguém gostaria de uma lenda dessas.
Porém, e se eu descrevesse o Zé com roupas encharcadas de sangue, no lugar de uma de suas mãos houvesse uma faca, com o rosto coberto por um saco de papel, e seus olhos fossem dois pontos vermelhos fulgurantes no escuro? Ele já seria mais "aceitável", não?
Imagine com uma foto do Zé, no escuro, já que "uma imagem vale mais do que mil palavras"?

E se simplesmente ele não matasse as pessoas cagando?
Qualquer pessoa que se levantasse no meio da noite, para ir ao banheiro ou beber água, sempre entre 2:30 e 3:00 da madrugada, ele já estaria a espreita, embaixo da cama, ou dentro do armário, ou nas sombras da cortina? Tudo isso com uma bela foto ficaria bem melhor!

Enquanto a lenda não possui uma descrição física, nem tanto pelos seus atos, mas como se parece, já dá outra impressão.

Vocês vão entender onde quero chegar.

Acho que todos já ouviram falar do vídeo amaldiçoado chamado "The Grifter (ele tá AQUI)? Por qual razão, apesar de todo o terror que ronda sua lenda, não teve tanto impacto?
Porque na porra do vídeo não aparece NADA!

E todos já ouviram casos de pessoas religiosas (independente da religião), que em um certo momento de orações, pensamentos profundos e crença, alegam ter visto certo santo, entidade, etc. caminhando entre eles?

Então, o que realmente isso significa?
Essas pessoas religiosas viram o que viram, baseadas em uma imagem que já visualizaram anteriormente, e todo o inconsciente (e consciente) COLETIVO acreditando na existência da entidade, realizaram essas aparição, e em alguns casos, até a materialização, do que todos estavam querendo ver.

E aqui é o ponto "X" do post:
Enquanto a lenda ou creepy não possui imagem do personagem, tudo está tranquilo. Mas a partir do momento em que é visualizado a entidade, o inconsciente/consciente COLETIVO já imagina o terror de ve-lo.

Como eu disse antes, pode parecer bobeira.
Mas as lendas mais famosas, como o Slenderman, Jeff the Killer, e até o Smile.dog, foram difundidas onde?
Em fóruns, com milhões de acessos!

Então, como citei antes o ditado popular das andorinhas, não uma pessoa, mas e se milhares de pessoas realmente ACREDITAM que todas essas lendas existem e estão logo ali, próximas?
Quantas pessoas realmente acreditam tanto, com tanta vontade, que realmente esses terrores podem se aparecer ou se materializar?
E no caso das meninas, que estavam tão seguras de manter contato com o Slender... será que realmente elas viram algo? Ou conversaram com ele?

Lembrem-se: você faz, você consegue e você capacita aquilo em que acredita. E isso todo mundo já ouviu.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Game: Manhunt

Fala galera!

Faz um tempinho que não falo de games aqui no blog.
Então é chegou a hora de comentar sobre um dos games de Playstation 2 que mais gosto: Manhunt.


Acredito que muita gente já tenha ouvido falar desse game.
E lendas do tipo: "Nossa, ele foi proibido em mais de 100 países!!". É, rolou uma certa proibição do game em alguns países, mas não vamos exagerar.

Manhunt é um game que foi lançado pela Rockstar Games (a mesma da série GTA e Bully) primeiramente para o PS 2, em 2003, e alguns meses depois para X Box e PC. E o mais bacana é que ele tende a agradar fãs de diferentes gêneros de games, já que ele é em 3ª pessoa, é um terror psicológico forte, ação e stealth.

O jogo conta com o personagem James Earl Cash, um assassino que foi condenado a morte. No dia de sua execução, ao invés da injeção letal, Cash recebeu apenas sedativos.


Ao acordar, Cash recebe instruções de um cara que só fala por um fone sem fio, e que quer que o "morto" participe de um jogo.
Esse cara é Lionel Starkweather, diretor de filmes "snuff", e quer que Cash seja a principal estrela de seu novo filme. O roteiro? Jogar Cash em várias partes da cidade, nas mais diversas situações, lidando com gangues, mercenários e até loucos. 
Entenda-se "lidando" como matar a todos.

Cash é jogado em lugares simplesmente absurdos: uma parte decadente da cidade, um ferro-velho, um campo de paintball, um hospício (a parte mais cabulosa do game, sério!!), fora que precisa fugir da polícia pela cidade mesmo e estações de metrô.

Os internos do hospício: acha que conversar leva a algum lugar?

Com ajuda de uma repórter que quer desmascarar Starkweather, Cash então decide mudar o roteiro: caçar o caçador. E os cenários cada vez mais imprevisíveis.

Alguns detalhes que são o atrativo do game:

- Só existem dois níveis de dificuldade: "Fetish" e "Hardcore". Dá pra ter uma ideia;

- Se vocês acham que é simplesmente sair matando todo mundo, engana-se: quanto menos barulho fizer, mais suas chances de sair vivo aumentam. Estratégia em primeiro lugar;

O silêncio é seu único aliado. E a faca na mão, claro...

- Tudo que encontrar pelo caminho é arma: desde sacos plásticos, arame, cacos de vidro, tacos, pés de cabra, facões e as armas de fogo retiradas dos presuntos;

Usar sacos plásticos para matar os inimigos: tudo é arma por aqui!

- Sempre esconder-se nas sombras: os inimigos não te veem, só se por um acaso do destino você se posicionar mal e eles trombarem em você. E escapar é praticamente impossível, porque eles vem pra cima com tudo;

Faça o que o rapaz está pedindo: pare ele!

- Existem três tipos de execução: 
* Com a mira branca ("hasty execution", a mais simples, mas alerta quem estiver próximo);
* Com a mira amarela ("violent execution", com os inimigos a certa distância, você mata e ninguém vê);
* Com a mira vermelha ("gruesome execution", você mata um cara nas costas do outro e sai tranquilo, pois não emite nenhum som).

Matar os inimigos na encolha com o arame é bem eficaz.

"Surprise, motherfucker!!"

- Músicas, climas sinistros e tensão por todo o game.

- Quando você se deparar com Piggsy, um doido que acha que é um porco e veste a cabeça do animal como máscara e tem uma moto serra, e é astro de outros filmes snuff de Starkweather, correr não vai ajudar muito;

Piggsy é um personagem da hora, porém sinistro. Porém, da hora.

- Use objetos que encontrar pelo caminho, como tijolos, garrafas, latas e cabeças (que Cash decepou, claro...) pra chamar atenção dos inimigos enquanto fica nas sombras. Essa é a melhor estratégia para iniciantes (ou não).

O inimigo não precisa da cabeça, mas para você é muito útil!

- A imagem do game em certos pontos realmente parece uma gravação amadora de vídeo: a todo tempo temos a impressão de que estamos sendo gravados!

Fugir é quase impossível, pois os inimigos alertam outros e todos te cercam.

Claro que o game é ultra violento, mas a violência não é só o que interessa. A jogabilidade é muito boa, a história se desenrola muito bem, quando percebemos já estamos jogando a horas, sentados na ponta da cadeira ou do sofá..
Quando for necessário sacar a arma de fogo, tenha certeza de mirar na cabeça.
E deixe os corpos se amontoarem!

Se você não conhece, tá esperando o que?
"Diversão" garantida!

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Fantasmas no Kinect

Fala galera!

Sei que esses lances de cartuchos amaldiçoados ficaram meio batidos (apesar de eu gostar, mas...), porém começaram a rolar alguns vídeos pela rede de fantasmas no Kinect do XBox 360.

Um monte de gente começo a postar vídeos realizando o teste feito no filme "Atividade Paranormal 4", mostrando aquele monte de micro luzinhas, o que é verdade mesmo, mas em dois desses vídeos, que nem estavam realizando esse teste, apareceram coisas... estranhas.

Achei mais uma porrada de vídeos sobre isso, mas apenas esses dois são os que realmente dão o benefício da dúvida. O que vocês acham?





Verdade? Mentira? Virais à vista?
Opinião de vocês!!

terça-feira, 5 de agosto de 2014

DC Comics - As Melhores Sagas dos Anos 90

Fala galera!

O final da década de 80 e até meados da década de 90, foi uma época sangrenta para os personagens da DC Comics.
Ninguém escapou ileso, nem mesmo seus principais heróis.
Aqui nesse post segue o que é considerado histórias cruciais para a DC Comics, colecionadores e entusiastas.

Morte em Família


Em 1988, a DC Comics resolveu fazer uma enquete, que seria respondida por telefone, se Jason Todd, o segundo Robin, deveria morrer. Os votos a favor foram a maioria.
Desenhada magistralmente por Jim Aparo (um dos meus desenhistas preferidos do morcego), e escrita por Jim Starlin.

A história foi muito bem tramada, onde mostra Robin saindo do controle, ficando cada vez mais raivoso e se arriscando à toa. E todos sabem que o Batman não age assim.
Ao mesmo tempo em que o morcego resolve tirar seu ajudante de atividade, Robin descobre a identidade de sua verdadeira mãe, que está vivendo no Líbano, e o Coringa está em posse de uma arma nuclear, um míssil cruise, e pretende vendê-lo para terroristas. E em qual local o palhaço vai realizar essa venda?


Sem intenção, Batman se encontra com Robin e a mãe dele no Líbano, e tentam impedir o Coringa de realizar seus planos (ou parte deles). Mas em uma virada sinistra, o Coringa arrebenta o parceiro do morcego a golpes de pé de cabra (essa cena é clássica, e sempre existem menções a ela em algumas histórias do Coringa), prende Robin e sua mãe em um barracão com uma bomba.


Batman não chega a tempo. E o morcego sai em busca de vingança, sendo que até mesmo o Superman tenta impedir. E termina de uma maneira "mal resolvida", como o próprio Batman diz.


A Morte do Superman


Tida como a história mais importante de todos os tempos, a morte do Superman teve grande cobertura por parte da mídia. A venda da revista, nos EUA, começou a meia noite, e as lojas especializadas tinham lápides nas vitrines com o "S" estampado sangrando.


A história é simples: uma criatura surgida do nada, Apocalypse, começa a destruir tudo em seu caminho. Para tentar parar a criatura, a Liga da Justiça (da época, diferente de hoje) aborda Apocalypse, porém sem sucesso, e é massacrada.
Até que Superman chega e consegue, com muito custo, deter a criatura.
Mas o custo foi muito alto, e Superman morreu no processo.


Desenhada por Dan Jurgens, Jon Bogdanove, Tom Grummett, Brett Breeding e Rick Burchett, e escrita por Dan Jurgens, Louise Simonson, Roger Stern, Jerry Ordway e Karl Kesel.


Curiosidade: a cada parte da história, cada página contém uma certa quantidade de quadrinhos, mas em ordem decrescente. Por exemplo, no capítulo 4, são 4 quadrinhos por página, no capítulo 5, são 3 quadrinhos por página etc. No capítulo 7, são páginas inteiras com apenas um quadro, dando a impressão da grandiosidade e violência da luta.


A Queda do Morcego


A saga mais importante do Batman de todos os tempos. Sério!
Um vilão que surge do nada, chamado Bane, além de extremamente inteligente, ótimo estrategista e movido a base de uma droga chamada "veneno (hoje conhecida como Titã)" que o deixa muito mais poderoso, tem a ambição de ter Gotham City só para ele.


Então Bane traça seu plano: levar Batman ao limite.
Como fazer isso? Libertando todos os inimigos presos no Asílo Arkham, e fazendo Batman a lutar e combater sem parar, levando-o a exaustão total.
E ele consegue fazer isso. E realiza o que sempre falou: quebrar o morcego.


Nesse meio tempo, Batman e o terceiro Robin, Tim Drake, treinam um jovem chamado Jean-Paul Valley, conhecido por Azrael, que se juntasse aos combatentes do crime. Mas com o Bruce Wayne gravemente ferido, Jean-Paul assume o manto do morcego.


Porém ele se torna muito violento, faz alterações na roupa do Batman, que se torna uma armadura. Tudo isso culmina no retorno de Bruce Wayne, que volta a assumir seu capuz.


Detalhe: A Queda do Morcego se passa durante a Morte do Superman.
O novo Batman aparece durante o Retorno do Superman e o Crepúsculo Esmeralda.


O Retorno do Superman


Após os eventos da morte e funeral, quatro indivíduos dão as caras afirmando ser o Homem de Aço: Um cara com armadura e marreta chamado Aço; um garoto bad boy chamado Superboy; um Superman violento, chamado de "o último filho de Krypton", que na verdade era o Erradicador, um antigo inimigo; e o "Homem do Amanhã", que dizia ser o Superman reconstruído com partes robóticas (conhecido hoje como o vilão Superciborgue).


Após muitas batalhas, o que levou a destruição total da cidade do Lanterna Verde Hal Jordan, Coast City, o verdadeiro Superman ressurge, e que na verdade não havia morrido; apenas "descarregado", e estava em animação suspensa na Fortaleza da Solidão.


Com o Superman verdadeiro de volta, novos aliados, e os vilões derrotados, restara apenas velar pela cidade de Coast City destruída.


Crepúsculo Esmeralda


Coast City foi destruída. Todos os familiares e amigos de Hal Jordan se foram.
Hal queria apenas trazer sua cidade de volta, já que o anel energético se limita apenas a força de vontade do portador. Mas os Guardiões de Oa não ficaram contentes com a atitude de Hal, e pediram que ele levasse o anel de volta para Oa, a terra dos Lanternas Verdes.


Hal Jordan partiu para Oa... mas não para devolver o anel.
Consumido pelo desejo de trazer tudo o que ele mais amava de volta, destruiu toda a tropa dos Lanternas Verdes, inclusive a última e desesperada alternativa dos Guardiões: Sinestro, que recebeu um anel verde para parar Jordan.


Após destruir todos, Jordan finalmente se funde a bateria central de Oa, a fonte de energia dos Lanternas Verdes, e se torna Parallax. Após esse evento, é escolhido um novo (e último) Lanterna Verde, e os poderes de Parallax darão início a outra saga.



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Como disse no começo do post, a DC Comics não perdoou seus personagens, e em um futuro post falarei da "Zero Hora", a sequência do Crepúsculo Esmeralda, o destino de Parallax e o futuro do Universo DC.