terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Pokémon - Escape From Lavender Town

Fala galera!
Olha eu de volta com mais uma jogatina do capiroto!
Contando: até agora foram três hacks:


Então aqui vai mais um: Pokémon - Escape from Lavender Town.
Os diálogos e avisos durante o game estão traduzidos em negrito, beleza?



Lavender Town é uma fase dos primeiros games do Pokémon, que por acaso tem um tema fantasmagórico mesmo, mas de uns anos pra cá, ocorreram um sem número de creepys relacionadas a esta cidadezinha do caralho capeta.
Quem jogou garante que essa fase em particular te dá insônia, mexe com os nervos, e ocorreram casos de loucura e suicídio. Essas hacks em questão, ninguém sabe a procedência. Por isso, se é tão perigoso, resolvi jogar um pouco. É meio perturbador sim, não vou mentir. Mas pra suicídios, não sei... mas deixa de papo e vamos ao game!


Essa é a tela de início: "este game tentará interagir com sua VIDA REAL. Isso terminará quando sua vida terminar.". E explica que é melhor jogar a noite, com som ligado, para ouvir as frequências escondidas.


Você começa em Lavender Town mesmo, mas com outro tom na paleta de cores. E a música-tema da cidade acompanha todo seu trajeto, mudando algumas vezes para outras frequências. Na placa: "Lavender Town, lar dos espíritos".


Vamos para o centro pokémon, e encontramos um carinha sentado: "Eu tenho uma doença terminal". E o centro pokémon vazio. O negócio e explorar mais um pouco.


"Name Changer" era um cara que trocava os nomes de seus pokémons, caso você quisesse. Mas este não está muito a fim. "Não estou no clima de trocar nomes hoje", e fala que a cidade está estranha, e que pretende se mudar logo.


Na Placa: "Respeite as almas dos que partiram".


A mocinha bem em frente a torre de Lavender diz: "Meu pokémon morreu ano passado. Eu venho para a torre todo dia para rezar por ele.". Novamente, como no "Lost Silver", o tema da morte dos pokémons é abordada.


"A vida é curta". Mais mensagens relacionadas à morte.


Continuando a exploração, resolvi ir até outro ponto. Um personagem da equipe Rocket, começa uma conversa bem sinistra:












"A Equipe Plasma quer liberar todos os pokémons.".


"A Equipe Galaxy tem bombardeado os lagos".


"As Equipes Aqua e Magma ressucitaram..."


"... dois pokémons que se odiavam."


"Mas nós, a Equipe Rocket, matamos uma..."


"... família inteira de pokémons e deixamos o único sobrevivente..."



"... usar o crânio da mãe e ele irá..."


"... perambular o túmulo dela pela eternidade."




Claro que depois dessas informações, decidi explorar mais e saber mais do lugar, conversando com outros moradores. Não foi muito legal, mas acho que valeu.














"Ás vezes, você ouve vozes à noite".



"Os mortos voltam para falar conosco".

E nosso personagem responde:

"Você realmente pensa que eu acredito nessas coisas?"











"Não existem apenas pessoas boas nesse mundo..."



Algumas farão tudo pelo dinheiro."




Enfim, o negócio era entrar na Torre de Lavender. Talvez o local mais temido dos games dos pokémons, imagine então o que teria lá dentro nesse hack.



Não tem muito o que fazer lá dentro, e não dá pra salvar ou abandonar o game. E apenas três pessoas lá dentro pra interagir.


A moça no balcão informa: "Desculpe, mas o game não foi terminado. Você não pode desistir com..." e para por aí. Talvez alguma falha na montagem do dialogo. 
A segunda personagem diz "Sou a ligação entre este mundo e o outro".
E o terceiro: "Se você permanecer por muito tempo, seu cérebro será danificado.".


Sem pensar muito, saí da torre. Achei que teria uma outra tela, com mais casas e outras coisas para explorar. Mas não. Todas as saídas estavam bloqueadas. Entrei em todos os recintos novamente, conversei com todos novamente, mas nada. Achei que o game tinha bugado. Apertei ESC para terminar...



Eis que surge essa imagem na minha área de trabalho! Com vários sons fantasmagóricos, essa imagem ficava pulsando na tela...


Até que o game voltou. Mas não era mais o mesmo. A tela ficava toda embaralhada, aumentando e diminuindo, com sons irreconhecíveis. Mas anda dava pra jogar.


Todas as informações não estavam mais iguais as anteriores. "Me siga, me siga" dizia uma das placas.
"Irei me vingar!!!!!!" dizia uma outra. E o personagem que estava com doença terminal me diz: "Você irá morrer antes de mim!! Você tem que aceitar isso!". E várias imagens irreconhecíveis aparecendo em milésimos de segundo na tela, a todo momento.


Voltei para a torre, que não havia mais ninguém, mas agora havia uma escada em um dos cantos. A única saída.


Não era uma saída. Era o corredor de uma chacina. Pessoas mortas ensaguentadas pelo chão.
"Nãoooo! Aquilo está atrás de mim!"
"Isso não deveria terminar assim!!!! Nós iremos todos para o inferno!"

Havia só um personagem, parecendo um idoso, ao final do corredor.


"Finalmente você está aqui."


"Na realidade, este jogo não era planejado para o RDC." (não sei o que é RDC).


"Depois de quatro horas de programação intensa..."


"... as frequências ocultas de Lavender Town..." 


"... são fatais para o cérebro humano."


"Agora você vai morrer!!!!!!"

Após isso já surge a tela do final do game.


"Bom trabalho, você passou por essa experiência e permaneceu vivo.
Aproveite essa música relaxante e se acalme.
Você sentiu como é apostar sua VIDA.
E agora, pesadelos te seguirão em sua VIDA real."

Devo admitir que essa última mensagem realmente é perturbadora.
Um bom hack de terror, é verdade mesmo. Mas o perturbador, é conseguir ver as imagens abaixo pulsando constantemente na tela do PC. Essas sim, assustam um pouco mais.








Acho que a penúltima foto é a mais perturbadora de todas. Diferente de outros games hacks de pokémon, que gira em torno do Ghost, essa gira em torno do Marowak, aquele pokémon com um crânio na cabeça e um osso na mão. Tenso!
Mas eu não entendo porque uma temática tão simples como pokémon atrai tanto o assunto "morte" para as pessoas. Estranho, mas não achei uma relação. Ainda.
Se eu não voltar pra postar o próximo hack, já sabem!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Pokémon - Lost Silver

Fala galera!

Muita gente não sabe, mas eu curto demais esses games "assombrados" que rolam pela rede.
Fico procurando até encontrar, jogo e posto aqui pra todo mundo sentir um pouco da sensação.
O parceiro Leon uma vez me disse uma vez "tu joga essas macumba né Bart". Curto demais esses games!

Já foram dois: O "Sonic.EXE" (AQUI) e o "Suicide Mouse - The Game" (AQUI). Achei que ninguém iria curtir, mas todo mundo achou legal, então aqui vai mais um!


Essa versão de Pokémon, chamada de "Lost Silver", na verdade não é uma ROM para emulador, ela é um arquivo executável mesmo. Vem como LOST_SILVER.EXE. Então comecei jogar, e o mais legal é que deu tempo tranquilo de printar a tela, não foi difícil como o Sonic.
Duas coisas: tiveram vários prints, e pro post ficar de mais fácil entendimento, juntei algumas imagens pra ficar mais fácil a visualização. A segunda coisa, é que teve um final bem inesperado (calma, vocês vão entender), pelo menos pra mim.
Vamos nessa!

O game começa logo nessa tela, apenas com uma saída. Então o negócio é checar o menu antes de sair descabelando por aí, certo?


Não conseguimos salvar o game, e também não temos itens para usar.
Vamos checar nosso personagem.


Tipo, ele não tem nome, apenas "...". O contador de dinheiro chegou no máximo, o contador de tempo também, todos os pokémons estão pegos e todas as insígnias também. Então vamos ver os pokémons que temos.


Temos esses cinco Unown e um Cyndaquil chamado "Hurry". Entrei nos status dos pokémons, e uma coisa me chamou a atenção. Pra quem não sabe, esses Unown geralmente são as letras do alfabeto. Então me deparei com essa surpresa.

Eles formam a palavra "LEAVE" e o Cyndaquil chamado "HURRY" (SAIA RÁPIDO).
Percebi que esse menu me diria mais coisas no decorrer do game.
Havia apenas uma saída do local. Vai por ela mesmo.


A próxima tela é um local escuro, que não se enxerga nada. Acessei a agenda, e depois de um tempo, percebi que o Cyndaquil tinha um movimento chamado "flash". Assim que acionei, o local clareou.


Só havia um caminho, e um corredor que levava a uma placa. A medida que avancei no corredor, ia ficando mais escuro.


A placa dizia "RETORNE AGORA". Havia a opção de "sim" ou "não", mas apenas o "sim" funcionava. Após aceitar o "sim", a tela escureceu e o Cyndaquil desmaiou.
A próxima tela é em um cemitério, e estamos presos entre os túmulos.
Apenas o menu era acessível.


Não havia mais o Cyndaquil, apenas seis Unowns. E claro, formavam outra frase: "HE DIED".


Deu-se a entender que o Cyndaquil morreu, não desmaiou.
O personagem começa a girar, e então surge em outra tela vermelha.


Percebi que o personagem estava sem cor nenhuma, e com os olhos vermelhos, assim como a fase.
Não sei, mas tive a impressão de ser o inferno.
Acessei o menu e então vi o que era:


O personagem estava sem os braços e pernas, com os olhos sangrando.
E havia outro pokémon novo: um Celebi. O que será que os Unowns formavam agora?


Formava "DIYNG" (MORRENDO) e o Celebi no final.
Talvez até tenha alguma relação com "celebrando a morte", já que esse pokémon canta.


Dei uma explorada na tela, havia outros personagens, mas não havia contato com eles, todos estavam sem cor como eu, apenas sem os olhos sangrando.
Apenas com um personagens, bem no topo, tinha cor: era vermelho, e queria duelar.


Ele não tinha nome, e invocou um Pikachu triste. Detalhe do nível do Pikachu: 255 xp;
Automaticamente, Celebi entra na batalha.


Diz que os pokémons batalhantes morrerão após três turnos de batalha.
Qualquer golpe de Celebi não acerta Pikachu, que desfere um golpe chamado "FRUSTRATION" (FRUSTRAÇÃO) e quase mata Celebi. Você não participa da batalha, não aperta uma tecla, apenas os pokémons lutam. Então Celebi executa o "PAIN SPLIT" (DIVISÃO DA DOR) e a energia dois dois caem.


Após isso, Celebi some da tela e morre.
Pikachu usa o "DESTINY BOND" (LAÇO DO DESTINO) e morre também.
O treinador de Pikachu aparece no fim da batalha, e entre os frames claros e escuros da mudança de tela, percebe-se que ele não tem cabeça.


Na próxima tela, percebi que o personagem principal estava sem nenhuma cor. Deduzi que era um fantasma.
Acessei o menu: ele só tinha a cabeça. E havia seis Unowns.


"NO MORE" (CHEGA). Não tinha muito o que fazer na tela, apenas uma porta, e você não muda de tela, apenas continua andando, que termina entre uma parte escura e uma clara.


Parece que encontramos nosso corpo. Porque será que a alma abandonou o corpo?


O corpo diz "GOODBYE FOREVER" (ADEUS).
E alguém (ou alguma coisa) usa "NIGHTMARE" (PESADELO).
E terminamos em um cemitério novamente. Mas sem o personagem principal.
E novamente, apenas o menu funciona.


O personagem não aparece mais no menu, e todos os treinadores, donos das insígnias, também estão mortos. E novamente, apenas seis Unowns.


"IM DEAD" (ESTOU MORTO). Não preciso dizer mais nada, e abaixo está a última tela do game.


E assim termina esse game. Com essa história de inferno, ficar perambulando (ou assombrando) como um fantasma, as mensagens dos pokémons... acho que quer dizer que a morte é inevitável.
Agora o que realmente me deixou encanado: baixei o game aqui no PC, e joguei apenas uma vez enquanto printava as telas. Após terminar, como o game é curto (cerca de 12 minutos), fui jogar novamente, pra ver se não tinha ficado nada pra trás.
Mas ele estava corrompido! Acho que era pra ser jogado apenas uma vez mesmo!
Passei duas vezes o anti-vírus no PC pra ver se não tinha pego nenhum vírus ou malware, mas não tinha nada. Mas não consegui jogá-lo novamente.

Estranho, não?

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Os Verdadeiros Bastardos Inglórios!

Fala galera!

Acho que muita gente curtiu o filme "Bastardos Inglórios" do Quentin Tarantino, certo?
Então leiam essa história abaixo, que é REAL!
Agradeço ao meu irmão pela pesquisa!

Após a Segunda Guerra Mundial, a maioria dos nazistas responsáveis pelo Holocausto escapou de qualquer punição e viveu o resto de suas vidas em paz. Ou melhor, quase isso.
Para muita gente, este não era um final feliz. Muitas vítimas queriam ver justiça sendo feita – e, como isto não ocorreu, decidiram levá-la a cabo com suas próprias mãos.
Abba Kovner (na foto abaixo, à direita) e o grupo Nokmim (hebraico para “Vingadores”) decidiram tomar uma providência sozinhos. Ao longo de vários anos e em vários continentes, os vigilantes judeus perseguiram e mataram centenas de ex-nazistas.


Kovner, um sobrevivente do Holocausto que tinha escapado de Vilna Ghetto através do sistema de esgoto, resolveu fazer algo à respeito. Logo que conseguiu fugir do seu campo de concentração, se juntou a um grupo de combatentes da resistência e lutou contra os nazistas, liberando o próprio local onde tinha sido preso.
Anos mais tarde, ele ajudou milhares de judeus a emigrar para a Palestina e a lutar na guerra de independência de Israel, além de se tornar um célebre poeta. Antes disso, no entanto, Kovner planejou vingança contra os nazistas que tinham chacinado seis milhões de seu povo.

Em 1945, Kovner se tornou o líder de um grupo judaico de vigilantes conhecidos como Nokmim (ou Nakam). Os “Vingadores” vinham de todas as esferas da vida e ideologia, desde o comunismo ao judaísmo ortodoxo. Nem todos eram sobreviventes do Holocausto. Muitos eram anteriormente membros de uma unidade especial britânica conhecida como a Brigada Judaica que usou suas conexões militares para obter vantagens. Apesar de suas origens diferentes, todos tinham uma coisa em comum: queriam matar alguns nazistas. 
Durante a primeira fase de suas operações, os Vingadores caçaram nazistas um por um. Disfarçando-se como policiais, eles faziam detenções falsas, mas, como o esperado, essas pessoas nunca iam para nenhuma cela.


Muitas vezes, os Vingadores invadiam casas de homens que trabalhavam nos campos de extermínio e os enforcavam em suas garagens, encenando seus assassinatos como suicídios. E ninguém parecia notar que um número estranhamente elevado de ex-nazistas começaram a aparecer mortos nas laterais das rodovias, cobertos de marcas de pneus.
Os Vingadores eram tão hardcore que uma vez até se infiltraram em um hospital e injetaram um agente inválido da Gestapo com uma seringa cheia de querosene.
Viajaram o mundo da Europa à América do Sul fazendo vingança a moda antiga contra os homens que os tinham massacrado.

No entanto, Kovner não estava satisfeito em exterminar alguns nazistas aqui e ali. Ele acreditava no “olho por olho, dente por dente”, e queria vingança em uma escala muito maior. Os nazistas mataram seis milhões de judeus? Bem, os Vingadores iriam matar seis milhões de alemães.
Abastecido por puro ódio, Kovner e seus companheiros desenvolveram um esquema para envenenar o abastecimento de água em Munique, Berlim, Weimar, Nuremberg e Hamburgo. Enquanto seus homens planejavam os detalhes da operação, Kovner foi para Israel e pediu ao futuro presidente Chaim Weizmann para dar assistência.
Supostamente, Weizmann ajudou Kovner a adquirir veneno para o trabalho (apesar de haver debate sobre se Kovner realmente explicou a Weizmann o que estava planejando), mas, felizmente, a maioria dos líderes israelenses ficaram horrorizados com o plano do vingador. Eles alertaram autoridades britânicas da situação, e Kovner foi preso.
No entanto, os Vingadores tinham um plano B. Sob nova liderança, a organização decidiu se infiltrar no campo de prisioneiros Allied Stalag 13 em Nuremberg. Se eles não podiam matar seis milhões de civis, iriam envenenar vários milhares de prisioneiros de guerra alemães.
O grupo decidiu envenenar 3.000 pães da padaria que servia à prisão, evento que aparentemente ocorreu em abril de 1946.

Um artigo de 20 de abril do mesmo ano do jornal americano New York Times mencionou que 1.900 prisioneiros de guerra alemães tinham sido envenenados.
O grupo seguiu em sua busca por vingança até a década de 1950, embora não tenham cometido outro ataque em massa. Eventualmente, se desfez, seus membros seguiram caminhos separados, e sua história desapareceu.
Talvez os “Vingadores” judeus tenham começado como guerreiros justiceiros, mas se o grupo provou alguma coisa, é que o ódio não é uma qualidade exclusiva de nazistas.