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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Quadrinho - Clube Vampiro

Fala galera!

Os vampiros estão na moda hoje em dia.
Mas vocês estão cansados de vampiros que não matam, mordem, se apaixonam e brilham à luz do dia?
Então eu recomendo a leitura de "Clube Vampiro (Bite Club)", que a Panini lançou a pouco tempo.


O que aconteceria se a Máfia de Miami fosse controlada por vampiros?
Esse é o pontapé inicial da história.
A Família Del Toro comanda todo o crime organizado de Miami há quase um século.
Drogas, armas, assassinatos... e claro que não se preocupam com o tempo para tomar as decisões.

Porém, o patriarca da família de vampiros, Eduardo, foi morto, e deixou o império em pé de guerra, pois muitos almejam o cargo deixado pelo primeiro vampiro de Miami e tudo o que ele conquistou.
Os filhos de Eduardo são Eddie, um assassino com problemas familiares, Risa, uma ambiciosa (e gata inescrupulosa) vampira que quer que tudo continue como o pai deixou, mas em suas mãos, somente aguardam o leitura do testamento de Eduardo Del Toro.


Porém, o testamento revela uma surpresa: o velho vampiro deixou toda a organização para o filho mais novo, Leto, que abandonou a vida mafiosa e se tornou padre. Nem preciso dizer quanta confusão isso irá causar.

O quadrinho trouxe ótimas sacadas, como o fato de os vampiros em Miami serem tratados como minorias étnicas, como se fosse absolutamente normal existirem os sanguessugas e frequentarem as mesmas escolas, cinemas e baladas que humanos normais. E o clima de filmes de máfia mesmo, com mortes, traições, esquartejamentos e sexo, mas ao modo dos vampiros.


Clube Vampiro tem roteiros de Howard Chaykin (American Flagg) e David Tischman (Star Trek).
A arte é de David Hahn (Fábulas, Lúcifer) e as capas são de Frank Quitely (Superman All-Star).
Com 148 páginas e preço de R$ 19,90.

É um prato cheio, uma história muito bem escrita e desenhada. É muito difícil encontrar algo do selo Vertigo que não agrada.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Harley Quinn - Arlequina

Fala galera!

Entre tantos vilões, tantos doidos espalhados pelos quadrinhos, os vilões do Batman realmente se destacam. E dentre eles, sem dúvida, o Coringa. Ele não tem superpoderes, não é bombadão. Ele simplesmente é psicótico ao extremo. E com o passar dos anos, foi piorando.


Então, o que esperar de um parceiro do Palhaço do Crime?
A  Arlequina se acertou muito bem nesse papel. Mas ela tem uma diferença com o Coringa: ela realmente parece que não quer fazer nada de fatal com seus planos.

Harleen Frances Quinzel, seu nome original, foi uma psiquiatra no famoso Asilo Arkham. Com notas invejáveis, também era uma excelente ginasta. Durante sua estadia no local, ela foi aos poucos, se envolvendo com um de seus pacientes. É, o Coringa.
Mas aí que realmente surge a dúvida: será que o Coringa apenas a usou pra escapar do asilo, ou o Coringa realmente sentiu algo por ela (mesmo que por poucos minutos...)?

Então o risonho doido leva a Dra. Harleen até uma fábrica de resíduos químicos e faz com ela o que o originou: a atira em um tonel de produtos químicos.
E assim surge a Arlequina (Harley Quinn, no original, um trocadilho que o Coringa fez com o nome dela).


A sequência do "acidente" com a Dra. Harleen.

Detalhes sobre a Arlequina:
- Ela apareceu primeiramente como personagem da série animada do Batman.
Claro que sua origem foi diferente, já que ela não caiu no tonel químico.

Arlequina em "Batman - Animated Series"

- Ela não foi a primeira vilã a usar o nome "Arlequina" no Universo DC!
A primeira foi Molly Mayne, e era chamada de Arlequim. Foi vilã da Era de Ouro da DC, e inimiga do Lanterna Verde Alan Scott.

A primeira Arlequina.

- Na reviravolta (na minha opinião, necessária, e vale muito a pena acompanhar a DC agora) "Os Novos 52", a Arlequina ganhou a origem que contei acima, já que anteriormente, ela apenas pintava o rosto e continuava loura. Hoje, tem os cabelos metade azuis, metade vermelhos e a pele naturalmente branca, devido ao banho químico que tomou.

Uma das capas da edição do Esquadrão Suicida.

Ela foi presa, e o Coringa a abandonou. Então ela faz parte da equipe governamental Esquadrão Suicida, onde trabalha com outros criminosos para tentar se redimir dos crimes cometidos. Entre eles, o Pistoleiro e o Tubarão-Rei. Antes ela tinha uma vontade absurda de encontrar o seu Senhor C. Mas com os eventos rescentes, ela agora quer matar o Coringa, já que este tentou mata-la.

Arlequina e o Esquadrão Suicida.

E no início de 2014, a Arlequina ganhou um título próprio nos EUA.
Com seu comportamento de doida, solitária, sexy e violenta, a sua revista juntamente com a revista do Batman, vendem quase mais do que todas as revistas da Marvel juntas!

Capa da edição "0" de Harley Quinn.

O sucesso não é por acaso.
Aproveitem pra conhecer essa vilã, e leiam também sobre ela na revista Esquadrão Suicida, que já são e foram lançadas no Brasil. Enquanto aguardamos a chegada do título solo da Arlequina por aqui!

domingo, 27 de abril de 2014

Injustiça - Deuses Entre Nós

Fala galera!

Depois de jogar um pouco o game "Injustice - Gods Among Us", e me viciar um pouco no estilo de game que mais gosto (de porrada), tive que admitir que os criadores do Mortal Kombat se superaram. Que game! Que gráficos! Que jogabilidade! E um modo história de primeira, e que não foi à toa que ganhou como melhor game de luta de 2013.


E agora a Editora Panini traz ao Brasil o quadrinho "Injustiça - Deuses Entre Nós", inspirado no game.
Nos EUA, saiu primeiramente em versão digital, mas o sucesso foi tão grande que teve uma versão impressa logo depois. Eu particularmente não sou adepto de leituras online, curto ler o quadrinho na mão mesmo, sentir aquele cheirinho de novo e tal.


A história tem uma sacada de mestre, e acredito que pelo menos metade dos leitores de comics já pensaram: o que aconteceria se os heróis se cansassem da putaria de prender os bandidos, eles fogem e eles voltam a perseguir, e por aí vai?

À partir desse gancho, se desenrola uma história em que a principal vítima é o Super-Homem.
Não pretendo contar spoilers, mas preciso desenrolar um pouco do que ocorre.
Com um plano violento (muito violento, por acaso), nosso camarada Coringa faz o azulão de Metrópolis perder as estribeiras. E em uma cena que nunca imaginaríamos ver, o Super-Homem mata o Coringa.


E cansado de tantas guerras, mortes de inocentes ect., o Super-Homem decide acabar com todas as guerras ocorrendo no mundo. Do jeito dele.
Com o apoio de outros heróis, ele trilha um caminho para se tornar um verdadeiro ditador.
E para a nossa surpresa (mas nem tanto), o Batman não fica a favor do Super-Homem, e começa um motim para derrubá-lo.


A história se desenrola de maneira ótima, os diálogos são bem criados, sem muita enrolação, e os desenhos são excelentes, dando um clima muito sombrio.

Vou apenas deixar dois pontos de vista meus:
- Pra quem já leu "A Piada Mortal", onde o Coringa é o personagem principal, ele diz ao Batman:
"É preciso apenas um dia ruim pra deixar qualquer um louco". E é exatamente o que acontece com o Super-Homem.

- Vindo do Coringa, podia-se esperar qualquer coisa. Acreditem!

Já está nas bancas, com 196 páginas, e valor de R$22,90. Vale a pena!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Street Fighter nos Quadrinhos e o Novo Mangá Alpha

Fala galera!

Como fã de tudo que sai do Street Fighter, tenho que dizer que estava um tanto quanto revoltado.
Quem visita sites gringos de quadrinhos e mangás, existe um sem número de séries do SF.
Aqui no Brasil, foi uma coisa bem superficial, e tenho que aplaudir a antiga editora Escala por tentar trazer essa série pra esta terra esquecida.


A princípio, saíram duas ou três edições de "mangás", mas eram mais de zoeira, ao invés da pancadaria que todos estavam aguardando. Os desenhos eram bem fraquinhos, mas serviram por hora pra matar a curiosidade do povo.


As capas das primeiras edições de SF: poderia ser melhor, creio eu...


Então a editora Escala conseguiu trazer o que seria a revolução em termos de quadrinhos de games:
Street Fighter II, com belos desenhos, e uma temática mais adulta. Quem produziu essas histórias na gringa foi a Malibu Comics. Era isso que a galera precisava!

Segunda tentativa dos quadrinhos: Até deu certo, mas...

Mas a Malibu deu mancada: fez uma curva muito torta na história dos personagens do game, como por exemplo, o Ryu ter um caso romântico com a Chun Li, e o que arrebentou com tudo foi o Sagat, a mando de Vega (ou M.Bison), matar o Ken, logo na segunda edição!!!

A Capcom não gostou muito disso, e na terceira edição suspendeu a produção. Ou seja, deste novo quadrinho, apenas três edições lançadas.
Mas como a editora Escala viu o potencial do material, e a carência de quem curtia SF, continuou a produção dos quadrinhos, com desenhistas e roteiristas nacionais! Uma bela sacada!!


As edições da edição 100% nacional: a Escala fez o que todos queriam:
Porradas e ninguém morria! Valia a pena comprar!!


Claro que a pancadaria rolava solta, e até o Akuma teve sua história. Mas também chegou ao fim, infelizmente.
Teve também uma série com quatro edições, o "Street Fighter Zero", inspirado no game SF Zero 3, que foi um sucesso do cacete por aqui. Mas apenas quatro edições mesmo.

SF Zero: Qualidade, pena que durou pouco...

E neste ano, a editora New Pop nos traz o premiado mangá Street Fighter Alpha, de Masahiko Nakahira.
O mangá conta a história do Ryu, que começa a ser atormentado pelo "Satsui No Hadou" (ou Dark Hadou), e isso chama atenção da organização Shadaloo, que promove lutas clandestinas para encontrar lutadores fortes.


Com acabamento de primeira, 168 páginas, desenhos primorosos e preço camarada (R$ 19,90), serão apenas duas edições. Mas pela importância deste mangá, será um presente para os fãs.


Quando digo importância, imaginem só: o Evil Ryu foi acrescentado no game por causa deste mangá. Tá bom assim?

Curte Street Fighter? Compre já sua edição!
Eu já li o minha!

domingo, 15 de dezembro de 2013

Retrospectiva 2013 - Quadrinhos

Fala galera!
Vou começar a retrospectiva deste ano, e um pouco do que li e ouvi.
E pra não deixar o post imenso, vou postar por partes.
E vamos começar pelos quadrinhos e mangás. Este ano foi muito promissor, e o ano que vem tenho certeza que será melhor ainda! Vamos nessa!

X-Men - Massacre de Mutantes

Lançado originalmente na década de 90, essa saga foi relançada em julho de 2013, encadernada em 260 páginas. Conta a história de um grupo de mutantes contratados para matar outros mutantes que vivem nos subsolos de Manhattan. Os X-Men vão intervir, com certeza, mas claro que haverão baixas pelo caminho.
Com participação do Thor, Quarteto Futuro e mostra o primeiro quebra entre Wolverine e Dentes-de-Sabre!



Deadpool nº 1 e nº 2

Tido como um dos mais carismáticos personagens da Marvel, o Comediante Carmim, Deadpool, contou com dois especiais nas bancas esse ano. Cada edição contando com 148 páginas, nos traz as loucuras e peripécias do personagem. Claro que com muitos tiros, facadas e confusão.
Entre a fuga de uma instituição mental, quebras com o Capitão América e uma missão em grupo com Wolverine e cia., as histórias são divertidas, tramas bem feitas, e mostram bem o estado psicológico doentio do Deadpool!





Batman - Saga Morte da Família

Marcando o retorno do Palhaço do Crime, as edições de Batman nº 13 até nº 17, nos traz a saga "Morte da Família". O Coringa está com um visual muito mais perturbador, com a própria pele do rosto usada como máscara, e muito mais violento. As histórias estão muito sombrias, e desenhadas magistralmente por Greg Capullo, que já desenhou Spawn alguns anos atrás.
O Coringa disse que descobriu aonde fica a bat-caverna, e sabe também a identidade de todos os parceiros do homem morcego, incluindo o Batman. A partir daí, tudo pode acontecer, inclusive a perda da sanidade de Batman. A melhor saga do ano, com certeza.







Esquadrão Suicida nº 1

Algum tempo atrás, surgiu esse título nas bancas, mas estava meio largado.
Mas foi retomado, com mais classe, e apenas com histórias do Esquadrão Suicida.
Contando com Arlequina, Pistoleiro, El Diablo, Iceberg e Tubarão-Rei, em um projeto secreto do governo, em que fazem os servicinhos sujos.
Tidos como os personagens de segunda da DC Comics, é surpreendente a qualidade das histórias, tudo caprichado, desde os desenhos como as histórias violentas. O 1º número conta com a participação do Coringa, em uma história ligada com a saga "Morte da Família". E destaque para a Arlequina, que tem um misto de doida, violenta, brigona e solitária.
Com certeza, esse é um quadrinho que vou colecionar! 



Naruto

Com relação aos mangás, houveram vários lançamentos, mas a saga do Naruto é o que está valendo a pena conferir. Tida como a melhor saga da série (e última, conforme o autor disse), Naruto encara seus maiores desafios: controlar a Kyuubi, a fera de nove caudas, lutar contra um adversário misterioso (revelado no último volume do ano) e extremamente forte, e a aparição de um inimigo morto a muito tempo.
Com desenhos leves e violentos ao mesmo tempo, e história que prende a atenção, Masashi Kishimoto merece o reconhecimento que tem. Naruto vale a pena ser lido!


sábado, 22 de junho de 2013

V de Vingança - Origem da Máscara

Fala galera!

Esse post é bem informativo, mas também é uma história que atravessa o tempo, e espero agradar quem ler!
Bem, a gente tem visto muito essa carinha por esses dias de manifestação pelo país, entre outras coisas:


Pois bem, de algum tempo pra cá, também temos visto como símbolo de mudanças e na campanha do grupo Anonymous, e muita gente acha que essa máscara é de autoria deles.

Vamos começar em uma outra época, em Londres, Inglaterra.
Tudo começou com o soldado católico Guy Fawkes (1570 - 1606), que participou da chamada "Conspiração da Pólvora", que tinha como objetivo explodir o Parlamento Inglês durante uma sessão em 1605, para matar o rei protestante Jaime I, que havia repreendido o poder de outros católicos naquela época.

Guy Fawkes.

Fawkes era especialista em explosivos, e foi o responsável pela guarda e pela colocação dos 36 barris de pólvora na parte inferior do parlamento. Porém, a ação foi descoberta, e Fawkes foi condenado por conspiração e tentativa de assassinato.

Guy Fawkes é atribuído como "... o único homem que entrou no parlamento com intenções honestas." A captura de Fawkes é celebrada no dia 5 de novembro, e existe uma rima para relembrar a data:

"Remember, remember, the 5th of November
The gunpowder, treason and plot;
I know of no reason, why the gunpowder treason
Should ever be forgot."

Tradução livre:

"Lembrai, lembrai, o cinco de novembro
A pólvora, a traição e o ardil;
por isso não vejo porque esquecer;
uma traição de pólvora tão vil"

Uma imagem da "Guy Fawkes Night", comemorada
todo dia 5 de novembro.

Beleza!
Baseado nisso, o genial roteirista Alan Moore e o ótimo desenhista David Lloyd criaram uma história, que é considerada um dos maiores clássicos dos quadrinhos: V de Vingança (V for Vendetta). E claro, a criação da máscara é creditado a Lloyd.
Iniciada em 1982 e terminada 1983, com alguns relançamentos até hoje, V de Vingança nos mostra um conto futurista (que era 1997 na época, porém atemporal) onde o Estado Inglês tomou posse de tudo, e restringiu praticamente a zero toda música e cultura, deixando o povo a sua mercê.

Capa do quadrinho.

Não foram perdoados negros, judeus, homossexuais e livre pensadores, e o governo conta com polícia secreta, campos de concentração e controle total da mídia, o que é bem semelhante ao fascismo.
Em meio a essa apatia, surge o Codinome "V", um anarquista que utiliza a máscara de Guy Fawkes, e se utiliza de métodos terroristas para abater o governo totalitário.

Um dos trechos da HQ.

No meio do caminho, conhece a garota Evey, que perdeu seus pais nos ataques do governo contra as pessoas. V mostra a Evey a cultura perdida, ideias e ideais, tornando a garota sua aprendiz.
Mas a ideia de V era muito mais que combater o governo: é mostrar que o mesmo povo que elege os governantes pode mudar essa situação.

"Remember, remember..."

E outro detalhe: em nenhum momento da história, é mostrada a identidade de V. Então ele deixa a ideia de "anonimo" no ar, que poderia ser qualquer cidadão (daí que vem a origem dos Anonymous).

Outro trecho que ficou famoso.

Um filme foi lançado em 2006, mas claro que foi levemente enxugado para deixar a trama mais simples para as telas, porém não menos espetacular, e com as mesmas ideias dos quadrinhos.

Capa do filme.

Espero ter esclarecido alguns pontos, e claro, tive oportunidade de falar de uma das minhas histórias preferidas!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Quadrinhos Históricos

Existem histórias que marcam gerações.
Nos quadrinhos, existem boas histórias, porém algumas se destacam, tanto pela arte magnífica quanto pelo argumento ora complexo, ora simples. Segue algumas histórias que são um marco, tanto pra quem curte HQ's quanto pra quem gosta de uma boa história.


Demolidor - O Homem Sem Medo 
1ª publicação no Brasil: 1994
Edição de Luxo: 2009

Frank Miller nos mostra uma origem mais profunda do Demolidor, desde sua infância, a relação com seu pai, o acidente que aguçou seus instintos, o encontro com Stick (seu mestre) e Elektra. Com uma narrativa que prende a atenção, e a arte precisa de John Romita Jr., essa se tornou a origem definitiva do Homem Sem Medo.


Batman - A Piada Mortal
1ª publicação no Brasil: 1999 (a original americana é de 1988)
Edição de Luxo: 2010


O Coringa apareceu pela 1ª vez nos quadrinhos em 1940, na revista Batman # 1.
Na verdade, ele era só um palhaço que roubava joalherias e matava algumas pessoas pelo caminho.
E não se conhece ao certo o seu nome real, mas o que se sabe é que ele era um cômico bem pé de chinelo.
Mas o que realmente alterou o personagem foi essa Graphic Novel.
Todos que leram essa história, não só fãs do Batman, dizem que foi a melhor história do Coringa já escrita e desenhada. Acontece que o grande roteirista Alan Moore (que escreveu V de Vingança, Watchmen), mudou completamente o perfil psicológico do Coringa, passando de um simples ladrão colorido a um psicopata assassino em massa.
Se o roteiro de Moore é excelente, a arte de Brian Bolland não fica por menos, é brilhante.
Nessa história, o Batman é coadjuvante, e tudo gira em torno do Coringa e alguns flashbacks de seu passado. Ele quer provar que muita pressão psicológica deixaria qualquer um louco.
Aliás, foi essa história que inspirou o falecido ator Heath Ledger a interpretar o Coringa no filme "Cavaleiro das Trevas", e ele estava bem sombrio e violento, não?




Coringa
Edição de Luxo: 2010

Outra edição sobre o Palhaço do Crime. Porém essa, escrita por Brian Azzarello e desenhada por Lee Bermejo, conta uma história sobre o Coringa sob um outro ponto de vista: ninguém sabe a causa, mas o Coringa foi liberado do Asilo Arkham. Jonny Frost, um aspirante a bandido, é convocado para acompanhar o Coringa em uma empreitada para reaver seu império no submundo de Gotham City.
Como pode se esperar, é uma história cheia de psicose, sangue e risadas.



Batman: O Cavaleiro das Trevas
1ª publicação no Brasil: 1987
Edição de Luxo: 2007

Também escrita e desenhada por Frank Miller, mostra Bruce Wayne aposentado, aproveitando seu status de playboy que nunca o seduziu. Mas a criminalidade nas ruas de Gotham estão em níveis crescentes, e o Batman resolve voltar a ativa, porém contra um novo inimigo: a idade. Conta com um dos combates mais aguardados de todos os tempos, Batman contra Superman, que se tornou um puxa-saco do governo americano. Esta história é considerada o ponto onde Frank Miller entrou para o panteão dos quadrinistas de destaque.



Superman vs. Muhammad Ali
1ª publicação no Brasil: 1979
Edição de Luxo: 2011

Esta edição foi um pouco controversa quando foi lançada: juntar Ali, que era o herói do povo, com Superman, o herói mais forte do mundo, em um ringue. A ideia foi bem aceita pelo público, tanto que é considerada um clássico. Desenhada por Neal Adams e roteirizada por Denny O'Neil.
Detalhe: a capa conta com vários artistas, entre eles Jackson 5, Cher, Andy Warhol e até Pelé.



Do Inferno
Lançado em: 2000

Escrita por Alan Moore e desenhada por Eddie Campbell, esta história em 4 partes conta a história de Jack, o estripador e seus crimes que ocorreram no distrito de Whitechapel em Londres, em um ângulo diferente: a do próprio assassino. Os argumentos são complexos, misturam desde maçonaria e dados históricos da Inglaterra do século 19. A maneira mais adequada de se classificar esses quadrinhos seria como uma novela mesmo, desde seus fatos interligados até sua continuidade em si. E pra finalizar, a frase (verídica) utilizada por Jack:
“Um dia os homens olharam para trás e dirão que eu dei a luz ao século XX.”


Devo admitir que tenho todas essas revistas, como um colecionador que sou.
E indico à todas as pessoas que gostam, que leiam!!
Agradeço à minha esposa por me presentear com "Superman vs. Muhammad Ali", ajudando a aumentar minha coleção de clássicos!


Direitos reservados: Marvel Comics, DC Comics

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Quadrinhos Coreanos - Animal!!

Galera, da uma olhada nesses quadrinhos!!
Muito bom mesmo, não precisa entender, é só acompanhar a história, vale a pena!!

Segue o link AQUI

Depois me conta o que acharam!!



Fonte: MEDO B

sábado, 20 de agosto de 2011

Quadrinhos que você tem que ler antes de ser preso na Revolução! #2

Bom , galera...
Aproveitando que ontem no SBT passou "O Cavaleiro das Trevas", resolvi colocar um post do Coringa (na realidade, era pra ser 'Joker', que traduzindo pro português é 'piadista').
Vem comigo!

O Coringa apareceu pela 1ª vez nos quadrinhos em 1940, na revista 'Batman # 1.
Na verdade, ele era só um palhaço que roubava joalherias e matava algumas pessoas pelo caminho.
E não se conhece ao certo o seu nome real, já que ele usa vários alter-egos, mas o que se sabe é que ele era um cômico bem pé de chinelo.
Mas o que realmente alterou o personagem foi uma Graphic Novel, chamada "A Piada Mortal".

A Piada Mortal



Todos que leram essa história, não só fãs do Batman, dizem que foi a melhor história do Coringa já escrita e desenhada (eu também acredito, porque eu tenho ela...). Acontece que o roteirista Alan Moore (que escreveu V de Vingança, Watchmen), mudou completamente o perfil psicológico do Coringa, passando de um simples ladrão colorido a um psicopata assassino em massa.
Nessa história, o Batman é coadjuvante, e tudo gira em torno do Coringa e alguns flashbacks de seu passado. Ele quer provar que muita pressão psicológica deixaria qualquer um louco.

Aliás, foi essa história que inspirou o falecido ator Heath Ledger a interpretar o Coringa no filme "Cavaleiro das Trevas", e ele estava bem sombrio e violento, não?

Heath Ledger interpretou o melhor Coringa em filmes do morcegão


E para deleite de quem gosta de miniaturas...


Esse felizmente é meu, demorei muito tempo pra achar!!