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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Hideshi Hino - Mestre do Terror dos Mangás

Fala galera!

Sou realmente muito fã de mangás e quadrinhos.
Mas o diferencial dos mangás, é que nem sempre tem um herói nas histórias. É uma quantidade tão grande de histórias, com os temas mais variados, desde romance, aventura, fantasia, humor e é claro, o terror.

Conhecido como um dos maiores mangakas de terror, temos Hideshi Hino. No Japão e em outras partes do mundo, Hino é tido como o maior de todos. Aqui no Brasil, poucas pessoas o conhecem. Então nada melhor apresentar ao amantes do gênero esse grande artista.

Hideshi Hino, o criador.

Hideshi Hino nasceu na Manchúria, China, em 1946. Além de artista de mangás, é cineasta e roteirista. Se erradicou com a família no Japão, ainda muito pequeno, para não serem linchados por grupos radicais de chineses, já que na Manchúria haviam muitos imigrantes japoneses, e os chineses estavam cansados (e queriam se vingar) dos anos de dominação japonesa no país.

A destruição do Japão pós-guerra marcou profundamente sua mente e o trabalho que viria a desenvolver em mais de trinta anos. Muitos mangás de Hino retratam fatos de sua vida, como, por exemplo, seu avô, que era um membro da Yakuza, ou seu pai, que criava porcos e tinha uma tatuagem de uma aranha nas costas.

Ele é o criador original da famosa série polêmica e sangrenta de filmes de terror Guinea Pig. Já ouviram falar desses filmes, certo? Ainda mais que dizem que é coisa proibida e só tem na Deep Web... mas não. São filmes bem trash mesmo, mas são bem sanguinários. Quem tem estômago fraco, nem se arrisque.

Uma das capas da série "Guinea Pig".

Dentre seus trabalhos mais famosos estão os mangás “Jigokuhen” (Panorama do Inferno, 1983) e “Akai Hebi” (A Serpente Vermelha, 1985). E abaixo segue o contexto dessas duas obras:

Jigokuhen - Panorama do Inferno


O mangá conta a história de um pintor, de nome desconhecido, que é apaixonado por sangue. E é com seu próprio sangue que pinta suas obras. Entre suas pinturas do inferno de paisagem pós-nuclear, que se confunde com a nossa própria realidade, ele nos apresenta sua família: uma filha também desenhista, que se diverte retratando animais mortos; um filho que prefere matar os animais e lamber seus olhos apodrecidos; e a esposa que trabalha num bar para zumbis. Eles formam uma família estranha e feliz…



Akai Hebi - A Serpente Vermelha


A história se passa em um ambiente de terror sufocante. Enclausurado em uma casa cercada por uma floresta intransponível, o garoto que é o principal personagem e narrador desta viagem à loucura, vive aterrorizado pelo comportamento de sua estranha família: seus pais, seus avós e uma irmã.

O fino equilíbrio entre a extravagância e a loucura total é quebrado quando um novo hóspede aparece, uma serpente vermelha, que se introduz na vida e na mente dos habitantes da casa, abrindo um portal para um mundo infernal, sangrento e medonho.


O garoto nos conduz nesta jornada alucinante como se estivesse entorpecido pelo veneno da serpente, até um final surpreendente que aniquila qualquer possibilidade de fuga deste mundo de horror.


Os trabalhos de Hino podem ter diferentes leituras. Podem ser vistos como uma cativante história de terror ou como uma viagem no tempo, até o Japão pós-guerra, com os horrores desencadeados pelas bombas atômicas jogadas em Hiroshima e Nagazaki. Todas as conseqüências das bombas são mostradas ali: seres deformados mental e fisicamente, montanhas de cadáveres, doenças desconhecidas, paisagens arrasadas.

Com traços firmes e característicos do artista, Hino nos leva a lugares mais sombrios do que imaginávamos.
Vale a pena conhecer esse artista, e suas obras!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Street Fighter nos Quadrinhos e o Novo Mangá Alpha

Fala galera!

Como fã de tudo que sai do Street Fighter, tenho que dizer que estava um tanto quanto revoltado.
Quem visita sites gringos de quadrinhos e mangás, existe um sem número de séries do SF.
Aqui no Brasil, foi uma coisa bem superficial, e tenho que aplaudir a antiga editora Escala por tentar trazer essa série pra esta terra esquecida.


A princípio, saíram duas ou três edições de "mangás", mas eram mais de zoeira, ao invés da pancadaria que todos estavam aguardando. Os desenhos eram bem fraquinhos, mas serviram por hora pra matar a curiosidade do povo.


As capas das primeiras edições de SF: poderia ser melhor, creio eu...


Então a editora Escala conseguiu trazer o que seria a revolução em termos de quadrinhos de games:
Street Fighter II, com belos desenhos, e uma temática mais adulta. Quem produziu essas histórias na gringa foi a Malibu Comics. Era isso que a galera precisava!

Segunda tentativa dos quadrinhos: Até deu certo, mas...

Mas a Malibu deu mancada: fez uma curva muito torta na história dos personagens do game, como por exemplo, o Ryu ter um caso romântico com a Chun Li, e o que arrebentou com tudo foi o Sagat, a mando de Vega (ou M.Bison), matar o Ken, logo na segunda edição!!!

A Capcom não gostou muito disso, e na terceira edição suspendeu a produção. Ou seja, deste novo quadrinho, apenas três edições lançadas.
Mas como a editora Escala viu o potencial do material, e a carência de quem curtia SF, continuou a produção dos quadrinhos, com desenhistas e roteiristas nacionais! Uma bela sacada!!


As edições da edição 100% nacional: a Escala fez o que todos queriam:
Porradas e ninguém morria! Valia a pena comprar!!


Claro que a pancadaria rolava solta, e até o Akuma teve sua história. Mas também chegou ao fim, infelizmente.
Teve também uma série com quatro edições, o "Street Fighter Zero", inspirado no game SF Zero 3, que foi um sucesso do cacete por aqui. Mas apenas quatro edições mesmo.

SF Zero: Qualidade, pena que durou pouco...

E neste ano, a editora New Pop nos traz o premiado mangá Street Fighter Alpha, de Masahiko Nakahira.
O mangá conta a história do Ryu, que começa a ser atormentado pelo "Satsui No Hadou" (ou Dark Hadou), e isso chama atenção da organização Shadaloo, que promove lutas clandestinas para encontrar lutadores fortes.


Com acabamento de primeira, 168 páginas, desenhos primorosos e preço camarada (R$ 19,90), serão apenas duas edições. Mas pela importância deste mangá, será um presente para os fãs.


Quando digo importância, imaginem só: o Evil Ryu foi acrescentado no game por causa deste mangá. Tá bom assim?

Curte Street Fighter? Compre já sua edição!
Eu já li o minha!

domingo, 7 de abril de 2013

Gaijin Sentai - Jaguatimem Vs. Sunrider


Fala galera!
Vamos fazer um aquecimento para o evento de anime / mangá aqui na minha área!

A banda Gaijin Sentai sempre comparece a esses eventos, e animam a galera.
A origem do nome em japonês é: Gaijin = estrangeiro, e Sentai = esquadrão ou grupo.
E tem tudo a ver com eles, já que são uma banda com seis integrantes, e cantam músicas em japonês. Mas música que eu digo é Rock n' Roll pesado, Heavy Metal do bom!

Gaijin Sentai: brasileiros cantando Rock em japonês.

A inspiração da banda vem do bom e velho Hard Rock e Heavy Metal, vem dos grandes temas de anime e tokusatsu (desenhos e séries japonesas) das décadas de 70, 80 e 90. Além do rock, carregam influências da música tradicional japonesa, lembrada no som de instrumentos como shakuhachi (flauta), shamisen(instrumentos de cordas) e taiko (tambores japoneses).

Fizeram muito sucesso nessas convenções cantando temas de desenhos conhecidos, como "Cavaleiros do Zodíaco", "Jaspion" e "Changeman". Claro, alguém sempre filma essas paradas e posta no Youtube... então virou febre pra quem curte! O EP lançado em 2009, chamado "Jaguatimem Vs. Sunrider", é um ótimo exemplo disso.

Capa do EP: só eu achei ela animal demais?

Segue tracklist:


01 - Defender
02 - Jaguatimem Vs. Sunrider
03 - Hachi no Densetsu
04 - Tengu (Acoustic Version)
05 - Defender (Karaoke)
06 - Tengu (Karaoke)


Segue formação:


Nordan Manz (Vocal)
Dani Mancz (Vocal)
Nando Nespoli (Guitarra)
Alexandre Manz (Baixo)
Jefferson Amorim (Teclado)
Kléber Amorim (Bateria)


O nome do álbum não foi uma escolha ao acaso: a ideia era juntar um herói nacional (Jaguatimem) e um herói bem japonês (Sunrider), num encontro explosivo. Muito maneira essa ideia!

O encontro dos heróis: uma ótima maneira de demonstrar
a mistura de estilos!

Com instrumentação pesada e precisa, a faixa título "Jaguatimem Vs. Sunrider" conta com a participação pra lá de especial do Eizo Sakamoto (pra quem não sabe, Eizo é o cantor e compositor da abertura da série "Jaspion", de nome "Come On Boy", que fez um sucesso do caralho por aqui, no fim da década de 80 e início de 90), considerado o maior metaleiro do Japão!

Eizo Sakamoto: maior metaleiro do Japão,
lenda aqui no Brasil!

O EP ainda conta com mais uma faixa acústica ("Tengu") e mais duas faixas de karaoke, porque japoneses e aficionados adoram karaoke! É um ótimo disco, mas é meio difícil de encontrar, pois foi apenas comercializado nessas convenções. Me orgulho de ter ouvido Rock em tantos idiomas, e com o Japão não foi diferente! Claro que é altamente indicado!

domingo, 19 de agosto de 2012

Novidades em Mangás e HQs

Existem algumas épocas que mangás e HQs de qualidade somem das bancas...
Acompanho o Naruto na fase Shippudden e o Ranma 1/5, e os outros mangás que eu colecionava já fecharam as coleções.

Mas agora parece que voltaram a trazer histórias de qualidade novamente!
Indico alguns que estão nas bancas (não por muito tempo, acredito):


Saint Seiya – The Lost Canvas Gaiden nº 1



Uma série paralela que conta a história dos Cavaleiros de Ouro, mas não estes que conhecemos na Saga do Santuário: são de 245 anos atrás, quando Shion era o Cavaleiro de Áries, e o Mestre Ancião era novinho, antes da lendária Guerra Santa.

O 1º volume conta a história de Albafica, o Cavaleiro de Peixes.
Masami Kurumada volta a assinar, ao lado da desenhista Shiori Teshirogi, esta série ainda está em publicação no Japão, que está no velume 5.

Soul Eater nº 1



Maka é uma “artífice de foice” determinada a transformar seu parceiro, a foice sobrenatural Soul Eater, na mais poderosa Death Scythe – uma arma que será usada pelo Doutor Morte, o diretor da Academia da Morte para Armas e Artífices Neófitos (AMAAN). Para conseguir seu objetivo, a garota precisa fazer com que Soul Eater devore a alma de 99 humanos e a de uma bruxa.

Mas ela não é a única que deseja isso. Também estão nessa “empreitada” o grande ninja Black ☆Star e sua parceira Tsubaki; e o filho do Dr. Morte – o perfeccionista Death the Kid – e suas pistolas, as irmãs Liz e Patti Thompson.

Marvel Ultimate nº 25



A Morte do Homem Aranha!
A história mostra o Homem Aranha baleado, travando sua derradeira batalha contra o Duende Verde. Não vou contar muita coisa, não quero estragar a história... mas leiam!

Aproveitem esses mangás e essa HQ!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Dica de Mangá!

Eu estou acompanhando esses dois mangás abaixo (não só o mangá, mas os animes também) e indico pra quem quiser uma boa leitura!

Naruto Shippuuden



A história se passa dois anos e meio após a partida de Naruto Uzumaki para um treinamento com o Sannin Jiraiya para fora da Vila da Folha (Konoha).
Após seu retorno, Naruto e sua equipe, agora em nova formação, engajam em uma investigação atrás da organização de criminosos e ninjas renegados chamada Akatsuki, e de um possível resgate de Sasuke Uchiha, agora sob comando de Orochimaru. O principal empecilho de Naruto, e Konoha, neste momento: a Akatsuki, que procura capturar todos os Jinchuurikis (ninjas hospedeiros das feras de caudas).



Basilisk



A história se passa na era feudal, quando o Shogun, determinado a evitar uma guerra entre seus herdeiros, inicia uma disputa entre dois clãs ninjas rivais que lhe servem. Cada um defende um dos filhos do shogun Tokugawa e o clã vencedor definirá o herdeiro do Japão. Os clãs são Iga do vilarejo de Tsubagakure, e Kouga do vale de Manjidani.
Ambos os clãs possuem uma rivalidade a mais de 400 anos e algumas décadas antes o líder dos clãs ninjas da região decretou um tratado de paz entre os dois. Com a proposta o tratado foi quebrado e ambos os grupos aceitam guerrear entre si.
O combate começa no momento em que estava os futuros líderes dos clãs, Gennosuke de Kouga e Oboro de Iga preparam-se para se casar,  unindo os clãs, mesmo contra a vontade de membros dos dois lados. A duvida entre cumprir o dever para com o clã ou ignorar a guerra para viver o amor é o foco central da narrativa, regada a sangue e destruição.



Acreditem, vale mesmo a pena ler!!