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sábado, 15 de dezembro de 2012

Manhunt Versão Beta - BloodDance


É, fazia um tempinho que não postava mais Creepypastas...
Esse relato já estava nos planos a algum tempo, e antes que o mundo acabe, resolvi postar!
E claro, tenho um novo parceiro, o blog Leitura Creepy, ótimo blog sobre Creepypastas!
Pra quem nunca jogou "Manhunt", não sabe o que está perdendo. É um game pesado, violento e foi proibido em vários países. Mas é muito legal! E, de fato, dá uma certa... tensão de jogá-lo.
Esse relato foi encontrado nos Estados Unidos:


"Muita gente conhece o infame game "Manhunt", lançado em 2003 para várias plataformas. É um jogo altamente controverso, devido a quantidade de sangue e violência, e foi proibido em muitos países. Mais tarde foi seguido por uma sequência ainda mais controversa, em 2007.

O que muita gente não sabe é da versão beta do jogo, de 1999, o ano que o jogo começou a ser produzido. A Rockstar Games estava apenas começando a trabalhar em Grand Theft Auto III, mas tinha em mente um outro jogo, que na época era chamado de "BloodDance", um título brega que mais tarde, no decorrer da produção foi renomeado para "Manhunt".

Há alguns anos atrás eu trabalhava em uma loja de games especializada, a alguns minutos do meu apartamento. Eu estava realmente envolvido com games e possuía um grande número de sistemas. Um dia eu estava empilhando alguns jogos novos nas prateleiras quando me deparei com uma caixa de CD com um simples rótulo, "BloodDance Beta 1999". Eu não sabia de onde tinha vindo, e estava junto com vários outros jogos, e só havia ele com aquele título. Então acabei trazendo para casa comigo mais tarde naquele dia, sem ninguém ver.

Quando cheguei em casa, eu decidi verificar que game era. Eu coloquei o disco no meu computador (que era a versão para PC do jogo) e carregou. A abertura parecia muito com a abertura original, com os membros de diferentes gangues sendo mostrados. No final dos créditos de abertura, o título mostrou em vez do logo "Manhunt" escrito em branco, foi substituído por um logo "BloodDance" vermelho. Este foi o momento onde eu soube, imediatamente, que era a versão beta de Manhunt.

O menu principal surgiu. Ele parecia completamente diferente da versão final do jogo: em vez do menu original, era apenas um menu simples com "New Game", "Opções" e "Quit". 
Eu escolhi "New Game" e começou com uma cena dentro de um hospital, com a câmera estática. Ela então se moveu ao longo de um corredor escuro, e surgiu a versão beta do Piggsy, motosserra na mão, andando, cabisbaixo.

Versão Beta de Piggsy.

O jogo começou aqui. Uma mensagem veio do lado direito da tela, dando as instruções básicas: "Mate". Eu brinquei com os controles um pouco. As teclas de seta moviam Piggsy, e a tecla X era o comando de ataque. Eram os únicos controles.

O hospital era abandonado, exceto por várias pessoas deitadas nas macas, que você pode entrar e matá-los. Depois de matar o que parecia ser todas as pessoas no hospital escuro, o jogo rapidamente corta para outra cena estática, que depois se transformou na tela de menu "SCENE COMPLETED" (CENA COMPLETA).

Ainda nada muito fora do comum. 
A tela de loading apareceu e disse "DELIVERANCE" (libertação). Fiquei surpreso, porque "deliverance" era a última cena do jogo real. 
O jogo apenas começou abruptamente, e já estava dentro do sótão de Starkweather, o local de libertação do game original. De repente, o jogo parou. "Merda!", eu disse em voz alta, desapontado. Fui para a cama, e tentaria outra vez amanhã.

Naquela noite, tive um pesadelo que eu estava sendo perseguido pela versão beta do Piggsy. Quando acordei, assustado, eu poderia jurar que ouvi um grito fraco de um porco. Provavelmente foi apenas a minha mente a zoando comigo, me pregando uma peça, eu disse a mim mesmo. Olhei para o relógio ao lado da minha cama... eram 04:00 da manhã. Eu tentei voltar a dormir, mas não consegui. Alguma coisa me incomodava. Eu sabia o que tinha que fazer.
Eu tinha que jogar. Sorte minha que eu não tinha que trabalhar no dia seguinte.

Versão final de Piggsy do game.

Levantei-me e voltei para o meu computador. Meu apartamento estava escuro demais. Eu nunca me preocupo em acender as luzes. Eu comecei o jogo e desta vez o menu apresentou uma nova opção: "Continuar". 
Obrigado, Deus. Eu cliquei, e ele voltou bem onde eu estava da última vez.

O fase era quase idêntica à versão final utilizada no verdadeiro jogo, no entanto, os gráficos eram pouco menos trabalhados (era uma versão anterior, o que eu esperava?). O objetivo principal foi o mesmo que o anterior: "Mate".
No entanto, eu não consegui encontrar nada para realmente matar. Eu quase desliguei o jogo, mas antes que eu o fizesse, surgiram criaturas com camisa de força, máscaras sorridentes e vieram correndo atrás de mim, então eu matei todos com a motosserra, como o objetivo informou.

O jogo desligou sozinho novamente. Eu fiquei muito puto e parei de jogar. Depois de alguns dias, eu tinha esquecido do game, até uma semana mais tarde. Continuei a acordar no meio da noite, por volta das 3:30 h / 04:00 h, ao ouvir o chiar fraco, uma motosserra rasgando algo, e que soou como um choro infantil.

Screenshot de "BloodDance".

Eu achei que estava ficando louco. Continuei a ouvir vozes na minha cabeça, repetindo "matar", uma, e mais outra vez, assim como o objetivo do jogo. Eu finalmente peguei o disco e quebrei-o ao meio, na esperança de nunca vê-lo novamente.

Tudo voltou ao normal depois disso. 
Eu parei de acordar no meio da noite com os sons e eu parei de ouvir vozes. Alguns meses se passaram e eu tinha esquecido completamente do jogo. Agora era fevereiro de 2007.

Fui trabalhar em um dia bastante normal. Um amigo meu, que também trabalhou na loja, e estávamos discutindo jogos, quando ele me disse que o "Manhunt 2" estava para ser lançado. Quando cheguei em casa, olhei para o jogo quebrado, imaginado realmente de onde veio. E realmente a Rockstar Games anunciou oficialmente a sequência de Manhunt.

Foi então que eu notei o ícone "BloodDance" ainda estava na minha área de trabalho. 
Eu cliquei sobre ele e, para minha infelicidade, o jogo começou. Eu abri a gaveta, e o disco do jogo continuava quebrado.

Os pesadelos continuaram. 
Até hoje eu ainda estou acordando às 4 da manhã devido aos barulhos horríveis que vêm me assombrando há cinco anos. Eu tenho um computador novo, há alguns anos, mas o disco de alguma forma, encontrou seu caminho de volta para o meu novo computador, e não importa quantas vezes eu tento me livrar dele, ele sempre volta, e o maldito ícone de "BloodDance" está lá. Minha vida tem passado por várias mudanças. 
Onde quer que eu vá, eu sinto que em algum lugar, de alguma forma, eu estou sendo observado."

sábado, 1 de dezembro de 2012

God of War - O Livro

A franquia God of War é sucesso absoluto nos consoles.
Produzido pela Sony, se tornou um certo divisor de águas nos games de aventura.
E chegou às livrarias, no dia 23 de Novembro de 2012, o livro baseado no 1º game da série.

Conta com maior riqueza de detalhes alguns fatos do game, como o que levou Atena desejar que Kratos derrube o deus da guerra, Ares. Desde batalhas contra a Hidra, os pesadelos com relação ao passado do espartano, tudo isso está lá.

Escrito por Matthew Stover e Robert Vardeman, contando com 384 páginas, é uma leitura extremamente agradável, ainda mais pra quem é fã da série.
Pra quem não é, conta várias coisas com relação à mitologia grega, tornando o livro igualmente interessante.



Uma boa pedida para se ler no fim de semana, e recomendo que seja lido antes do fim do mundo!!

domingo, 18 de novembro de 2012

Game Retrô - Dead Dance - SNES


Depois do lançamento de Street Fighter, ocorreu um BOOM de games de luta, desde os arcades até os consoles caseiros. Acredito que o Super Nintendo foi um dos mais agraciados com fighting games, um bem toscos, outros mais interessantes.


Exemplo disso é o game "Dead Dance" que foi lançado no Japão em 1993, e depois, nos Estados Unidos (optei por falar da versão japonesa, pois foi lançada 1º, não teve censura e não teve alterações).

Capa japonesa e capa americana: até o nome
do game os americanos trocaram...

A história do game: após a guerra que encerrou todas as guerras, no ano de 2151, pra se conquistar respeito tinha que ser na base da porrada. Um cara chamado Jado (Jade nos EUA), que possui uma armadura roxa poderosa, se denominou o 'Rei dos Reis', e controla tudo com mão de ferro do alto de sua torre.

Nem vou falar que o game é difícil paca...

Com mais alguns aliados, dominam tudo no que sobrou da Terra.
É aí que chegam quatro guerreiros, dos quatro últimos grandes estados que sobraram, pra resolver essa situação no tapa, e dar fim ao império maligno do Jado.
Ou seja, você começa jogando pra fora da torre, contra os outros personagens jogáveis, e depois começa a subir a torre, contra os chefes.

Os personagens são:


Os chefes são:


A história era meio batida, mas o game conta com algumas coisas interessantes:

- Existem três modos de jogo: Story, versus computador e versus 2º jogador.



- Você começa com seus golpes especiais normais, mas evolui naturalmente, exemplo de Syoh, que no começo sua magia é minúscula, e da metade pro final, parece um dragão de energia.

- Quando os lutadores começam a apanhar muito, aparece o sangue na cara deles, do tipo que foi malhado muito. Essa foi uma sacada legal, porque dá impressão que se for seu personagem que tá com sangue na fachada, imagina-se que a vitória foi difícil.

Mesmo ganhando, contra esse sempre
tem sangue na cara!!

Os 4 personagens tem finais prórpios, mas só no modo normal ou hard.
É meio antiquado nos dias de hoje, mas vale a pena dar uma conferida, pois é mais um game das origens dos fighting games que estão por aí hoje.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Os Games Piratas do SNES que marcaram época (Ou Não)


Pessoal,
Eu postei dois games piratas que fizeram bastante sucesso no Brasil, que apesar de odiados, muitas pessoas jogaram até fazer bolhas nos dedos...

Então eu vou postar mais alguns de um console muito querido: o Super Nintendo (SNES), que nos trouxe games memoráveis, como a 1ª versão caseira de Street Fighter II, Super Mário World, entre tantos outros...

Mas é claro que ele não foi esquecido pelos piratas de plantão! Surgiram versões cavernosas de games, algumas extremamente zuadas, outras melhores, porém hilárias.

Vou mostrar alguns que eu joguei, não me recordo de todas, e todas são encontradas em Roms para emuladores, mas na época, você encontrava essas "pérolas" somente nos camelôs mesmo...

X-Men VS. Street Fighter



Quando soube que tinha esse game, eu pirei!
Sabia que havia limitações no console, mas acreditei que realmente seria um game legal... me fodi.



Lento, travado pra ser sincero. As magias não saem por nada, são poucos personagens, mas não posso mentir: me diverti um pouco.



Na época, passei a imaginar que era hora de o meu velho SNES se aposentar...


Futebol Brasileiro 96

Tela de abertura: "Gulaçooo! Futebol Brasileiro Novienta y Seis!"




Este é um clássico! Um hack do International Superstar Soccer, narrado por paraguaios, com times nacionais...



Horas com os amigos, jogando tarde inteiras, e rindo das narrações... só queria me lembrar do goleador do game, ele tinha um nome muito estranho! Quem se lembrar, me fala!






Moratl Kombat II e meio



Um dos últimos games que joguei no SNES, era um hack do Mortal Kombat II, com alguns personagens a mais: Smoke, Sonya Blade, Noob Saibot e Shao Khan.



Se fosse pra fazer um hack, faça bem feito!
Se você jogasse com os personagens novos, o game ia em câmera lenta.



Só deixaram o Kintaro de fora... triste...


The King of Fighters 2000



Aqui a coisa já ficou avacalhada...
Misturaram alguns personagens do King of Fighters mesmo (Terry, Iori, Ryo, Robert...) e do Street Fighter (Bison, Ryu, Cammy, Guile)!! E pra fechar com chave de ouro, o Ciclope dos X-men!!



Fora que todos tem versões possuídas, tipo os Orochis do KoF 97, já para serem escolhidos desde o início.



O game é lento, mas não vou mentir: perdi boas horas brincando com ele. Não me arrependo, porque me diverti com o que tinha em mãos.


Street Fighter EX plus Alpha



Esse não teve jeito: acho que joguei umas cinco vezes, de teimoso mesmo, tentando achar um atrativo para o título.



A tela de seleção de personagens era bacanosa, mas quando rolava o FIGHT!... era briga mesmo.
Briga pra tentar soltar magia, briga pra entender uns bugs muito loucos que davam na tela, briga por não ter um final descente.



Pelo menos, a Capcom teve piedade e fechou com chave de ouro, dando para os donos de SNES a versão de Street Fighter Alpha 2, bem semelhante com a versão arcade.


Tekken 2



Vixi... não vou falar que é o pior, mas tá entre os Top 5.
Não se assemelha em nada com o game original, é lento demais, a jogabilidade é terrivel.



Foi uma tentativa podre de oferecer um título da moda na época para um console já deixando o mercado.


Porém vou deixar uma ressalva aqui:
Todos esses games eu joguei, alguns até tenho, e apesar de serem lentos, gráficos zuados e tal, brinquei muito (e até hoje tenho vontade de brincar) e não me arrependo.

Foi uma época muito boa, é verdade...
Mas vamos ser sinceros, os piratas poderiam ter caprichado mais, né?

terça-feira, 22 de maio de 2012

Game Retrô: Okami - PS 2


Na verdade, nem é tão retrô assim, mas com os jogos que estão saindo agora, já pode ser considerado "antigo".

Nessa geração do PS 2, com certeza ela realizou games incriveis, tanto na jogabilidade quanto no visual.

Um do exemplos foi o "Killer 7" (lembra dele?).


Já "Okami", sem brincadeira nenhuma, pode ser condiderado uma obra de arte.
Os gráficos são como um quadro de pintura, são cores suaves, e a história se desenvolve de uma maneira tão divertida, que quando você percebe, já se foram horas de jogo.

O jogador está no papel de Amaterasu, deusa do sol que no mundo terreno aparece sob forma de um lobo branco.



Conta a lenda da vila de Kamiki que a deusa lutou, ao lado do herói Nagi, contra Orochi, um dragão de oito cabeças que todo ano exigia o sacrifício de uma jovem para deixar a vila em paz.
Claro que após a longa batalha, eles venceram e tudo terminou bem.

Sua missão é trazer a vida nas florestas de volta!

Nem tanto, quase cem anos depois, um tonto qualquer retira a espada que selava Orochi.
A escuridão tomou conta do mundo, destruindo a natureza.

É aí que Amaterasu retorna, porém sem seus poderes. No decorrer do jogo você tem que encontrá-los novamente.



Mas a beleza do game está nos detalhes: após recuperar seus poderes, onde havia florestas mortas, ver as folhas nascendo de novo... cara, só jogando pra ter uma noção!

Indicadíssimo! É realmente uma obra de arte!

sábado, 21 de janeiro de 2012

Game Retrô: Darkstalkers


Eu curto demais esse game!
Pena que aqui no Brasil, ele não fez o sucesso merecido, talvez por não ter chego em grandes quantidades de Arcades (já que na época de lançamento, os Arcades devoravam fichas do povo), apenas em alguns poucos lugares havia esse jogo. Aqui na minha cidade, só tinha Darkstalkers em uma casa de fliperamas, e esse arcade era o mais "largado" que tinha, ninguém jogava...


Darkstalkers (ou Vampire, na Ásia e Japão) é um game de luta, produzido pela Capcom, que essa altura do campeonato, era uma das produtoras mais fodas do mercado, desfrutando do sucesso de Street Fighter (lançando sempre novas versões).

O primeiro game, lançado em 1994, chamado "Darkstalkers: The Night Warriors", chamou a atenção de muitas pessoas, não por ser um novo game de luta, mas sim por causa dos personagens: não eram lutadores de caratê, ninjas etc (que pegando o embalo da Capcom, outras produtoras aproveitaram e lançaram muitos, muitos games de luta, uns legais, outros... nem tanto); os personagens eram baseados em lendas, folclore e contos literários.

Tela de seleção de personagens.

Não entendeu? Os personagens eram:

- Demitri, um vampiro;
- Morrigan, uma Sucubo (uma vampira que seduz homens e mulheres);
- Jon Talbain/ Gallon, um Lobisomem;
- Rikuo/ Aulbath, um Tritão (meio homem, meio peixe);
- Felícia, meio mulher, meio gato;
- Lord Raptor/ Zabel Zarock, um zumbi;
- Anakaris, uma Múmia;
- Victor, um Golem (claramente inspirado por Frankenstein);
- Bishamon, um samurai com uma armadura amaldiçoada;
- Sasquatch, o Pé-Grande;


Abertura do game.

A Sucubo Morrigan: a Capcom mal sabia que havia inventado a futura "gostosa" dos fighting games...

E os dois últimos chefes, que são:

- Huitzil/ Phobos, um robô (pode ver que sua armadura é inspirada em desenhos maia/ azteca);
- Pyron, um alienígena.

Pyron: um alienígena elemental do fogo.

Foi apostando nessa idéia que a Capcom inseriu essa nova série, que se tornou febre em outros países. Com gráficos lindos e uma jogabilidade excelente, havia a barra de golpes especiais, e a possibilidade de fazer os "Chain Combos", que são os golpes em sequência, por exemplo: soco fraco, soco médio e soco forte.

O samurai Bishamon.

Demitri, o vampiro.

Jon Talbain/ Gallon.

Logo que a Capcom percebeu outro grande sucesso nas mãos, não exitou: lançou mais sequências, que são:

- Vampire Hunter: Darkstalkers Revenge (1995)
- Vampire Savior: Lord of Vampire (1997)
- Vampire Savior 2 (1997)

E é claro, mais personagens novos:

- Lilith, uma Sucubo (ao que parece, é irmã de Morrigan);
- B. B. Hood/ Bulleta, uma Serial Killer (inspirada na Chapeuzinho Vermelho);
- Donovan, um caçador de Darkstalkers;
- Lei-Lei/ Hsien-Ko, o espírito de uma menina;
- Q-Bee, meio mulher, meio abelha;
- Jedah, o messias negro (que alterna em alguns títulos com Pyron o lugar de último chefe);

Donovan, o caçador de Darkstalkers.

Jedah, o messias negro.

Lilith, outra Sucubo.

E os personagens abaixo só nas versões caseiras:

- Dark Gallon/ Dark Talbain: uma versão mais sombria de Jon Talbain;
- Oboro Bishamon: o dono da armadura amaldiçoada;
- Dee: um caçador de Darkstalkers (que na verdade é revelado que se trata de Donovan, que assumiu seu lado sombrio).

Dee: o caçador de Darkstalkers possuído pelo mal.

A cada título lançado, eram realizadas melhorias, tanto na jogabilidade quanto na velocidade e gráficos. Mas não fiquem tristes: foi lançado em 2005 para PlayStation 2, Vampire: Darkstalkers Collection, que é uma compilação dos primeiros jogos da série.

Capa de Vampire: Darkstalkers Collection para PS2.


Eu indico pra quem não conhece, de uma procurada e jogue.
Pra quem conhece, mate a saudade!!!

sábado, 7 de janeiro de 2012

Momento Nostalgia #1

Pois é...
Quando visitei o site Old School Gamer fiquei pensando "cara, como a gente era feliz com pouco...".
Vou postando algumas imagens que entraram pra história, algumas dessas imagens nem precisam ser comentadas...

Atari... meu pai vivia falando que estragava a TV...


Esse tem uma musiquinha que não sai da cabeça.

Quem lembra quando quebrava o nariz dos lutadores?


Rapaz, como era difícil acertar as chaves pra determinados jogos!

Campeão... na arte de quebrar Joysticks!







Jawbreaker: a escovinha do final era a melhor!

Megamania.

Esse era difícil, mas não dava pra parar de jogar.

Uma das propagandas de Pacman

Sem palavras...


O game favorito da minha mãe!




Quando eu era pivete, todo mundo falava desse jogo, mas ninguém tinha visto ou jogado, até pensei que fosse alguma lenda e tal... mas existe!! E é muito engraçado!!

Não sei quanto a vocês, mas já vou ligar o emulador e me divertir um pouco!!